Catedral de São João Batista recebe um grande número de fiéis

Durante o dia 24 de junho, em que comemoramos a Natividade de São João Batista, de todos os santos, o único cujo nascimento celebramos, porque de todos os outros a Igreja celebra no dia da morte.  Durante todo o domingo a Catedral de São João Batista, no Centro de Niterói, foi tomada por uma multidão de fiéis, para comemoração do Dia do Padroeiro, também padroeiro da Arquidiocese de Niterói e dos munícipios de Niterói e Itaboraí, território eclesial da Arquidiocese de Niterói.

Várias Missas foram celebradas ao longo do dia, e a terceira foi presidida pelo Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco, concelebrada pelo Bispo Auxiliar de Niterói, Dom Luiz Antônio, pelo Vigário Geral da Arquidiocese, Padre Carmine Pascale e pelos Padres Wallace e Juvaldes.

À tarde o Arcebispo emérito de Niterói, Dom Frei Alano, celebrou a Missa Solene, concelebrada pelo pároco da Catedral, Padre Wallace, Vigário da Catedral, Padre Juvaldes, o Vigário episcopal do Vicariato Alcântara, Padre Wellington, o padre da Paróquia Nossa do Rosário, no Cubango, Padre André Teixeira. Após a Missa, saiu a procissão, que percorreu as ruas do centro de Niterói.

São João Batista é padroeiro da Arquidiocese de Niterói e também dos municípios de Niterói e Itaboraí. São João Batista nasceu no dia 24 de junho. Em um cenário tão controverso, à época, surge um homem simples, com uma importantíssima missão: preparar o caminho para a chegada do Messias.

Diz a história bíblica, que na antiga Judeia, Isabel e Maria, mãe de Jesus, estavam grávidas. João era filho de Zacarias e Isabel, e primo de Jesus Cristo, e é considerado o último dos profetas nascido de uma mulher. Os evangelhos dizem que, ainda no ventre de sua mãe, João percebe a presença do Messias, “estremecendo de alegria” na presença de Maria, quando esta foi visitar a prima, Isabel. O evangelho de São Mateus fala das pregações de conversão e dos batismos que João realizava às margens do rio Jordão, não distante de Jericó. Foi João Batista quem batizou o próprio Cristo. João batizava com água.

A liturgia festeja, no nascimento de São João Batista, a “Aurora da Salvação”, o aparecimento neste mundo do Precursor do Messias. O nascimento do Precursor, seis meses antes do nascimento de Jesus, participa da grandeza do mistério da encarnação, que ele anuncia. Isso se deve, certamente, à missão única que, na história da salvação, foi confiada a esse homem, santificado, no seio da sua mãe, pela presença do Salvador, que dirá mais tarde: “Que fostes ver no deserto… “Um profeta? Sim, Eu vos digo, é mais do que um profeta. Este é aquele de quem foi dito: ‘Eis que envio a tua frente o meu anjo que preparará Teu caminho diante de Ti, pois eu vos digo, que entre os nascidos de mulheres não há ninguém maior do que João. Mas o que é menor no Reino de Deus é maior do que ele” (Lc7, 24 a 28).

Por João Dias
Fotos: Beth Iane

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