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Seminário São José apresenta projeto “Deus Proverá”

Através do Projeto “Deus Proverá”, os fiéis da Arquidiocese de Niterói podem ajudar o Seminário Arquidiocesano São José a formar os futuros sacerdotes.  Recentemente o seminário distribuiu em suas Redes Sociais uma imagem que tem como título: “Você gostaria de ajudar o nosso seminário?”. O Seminário São José, tem 111 anos formando sacerdotes, e para ajudar nas despesas, um dos projetos é o “Deus Proverá”. O padre Douglas em entrevista ao SECOM, no ano passado informou que “a providência divina nunca nos faltou e temos plena confiança de que nunca nos faltará! Ela vem de diferentes formas, seja com auxílio financeiro da Mitra Arquidiocesana,  doação de mantimentos das paróquias ou até mesmo, com a ajuda de movimentos religiosos presentes em nossa Arquidiocese.”, relatou o Reitor na ocasião. Que concluiu: “Para auxiliar essas despesas, nós também temos o nosso Projeto Deus Proverá. Seu funcionamento é bem simples: aquele que deseja ser um benfeitor do nosso Seminário, colaborando, mensalmente, para a formação dos futuros padres, basta efetuar um cadastro. A partir daí, você se torna, oficialmente, um benfeitor e poderá nos ajudar da maneira que preferir: boleto bancário via Correios, boleto bancário via e-mail, depósitos ou carnês.”, destacou o sacerdote. Para participar do projeto, basta entrar em contato com o seminário no WhatsApp: (21) 98679-3022 ou (21) 2717-1855. Por João Dias Arte: divulgação

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Bispo auxiliar de Niterói convida para audiência pública sobre CF 2020

O Bispo Auxiliar de Niterói, Dom Luiz Antonio, enviou um vídeo, através do coordenador das Pastorais Socias, convidando os fiéis a participarem, no dia 07 de março, sábado, às 9h, da audiência pública sobre a Campanha da Fraternidade 2020. O evento tem como objetivo promover a participação cidadã dos cristãos e católicos, a partir da Doutrina Social da Igreja. A Audiência apresentará o tema da Campanha da Fraternidade 2020. O tema trabalhado pelo Bispo Auxiliar será “Pelo Direito à Vida Digna!”. Segundo informações da assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores de Niterói, a Audiência Pública terá como objetivo mostrar à sociedade o trabalho que a Igreja Católica, em Niterói, já vem desenvolvendo, junto à Campanha da Fraternidade, e ouvir sugestões da população sobre reflexões que possam contribuir. A Campanha da Fraternidade é realizada todos os anos, pela Igreja Católica do Brasil, durante o período da Quaresma, e é coordenada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O principal objetivo é despertar a solidariedade de todos os fiéis e também da sociedade brasileira, para um problema que envolve todos, buscando assim, uma solução. A cada ano é escolhido um tema, e o de 2020 é: “Fraternidade e vida: dom e compromisso”, e como lema: “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34). A audiência pública é aberta para toda a sociedade, e será realizada no plenário Brígido Tinoco, na Câmara de Vereadores, na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, 625, Centro, Niterói. Veja o vídeo convite:     Por João Dias Arte e vídeo: divulgação Foto: arquivo SECOM

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Encontro vocacional auxilia jovens a perceber sua missão

Para o discernimento vocacional na vida sacerdotal, o primeiro passo é o encontro vocacional, com o objetivo de proporcionar um encontro pessoal com Deus, por meio de pregações, momentos de oração, silêncio e acompanhamento pessoal. Jovem, se você se sente chamado ao sacerdócio, participe de um momento intimo com Jesus, no Encontro Vocacional, domingo, 1º de março, a partir das 9h, no Seminário São José, Rua Doutor Genserico Ribeiro, 59, Fonseca, Niterói. Informações poderão ser obtidas pelo telefone (21) 2717-1855. A vocação é fruto do Encontro com Jesus Cristo. Desse encontro, nasce a correspondência amorosa. Corresponder é sentir-se conquistado(a) por alguém. Esse alguém, para nós, cristãos, é Jesus Cristo. Entretanto, é preciso descobrir a maneira pela qual o Senhor o convida a doar-se. Escutando a Palavra de Deus e pela vida em oração, na intimidade com Ele. Os jovens com mais de 15 anos, residentes na Arquidiocese de Niterói, poderão participar desse momento todo especial no Seminário Arquidiocesano São José. Perceber o chamado de Deus e entender sua missão no mundo, este é o primeiro objetivo dos jovens que fazem o encontro vocacional. Com o intuito de orientar estes vocacionados que ainda têm dúvidas sobre o caminho a seguir, o Seminário organiza regularmente encontros vocacionais. Por João Dias Arte: divulgação

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Missa de Cinzas e abertura da Campanha da Fraternidade 2020

Dom José Francisco, Arcebispo Metropolitano de Niterói preside, na noite do dia 26 de fevereiro, às 18h30, a tradicional missa da quarta-feira de cinzas, que marca o início da Quaresma no calendário cristão. A Santa Missa será na Catedral Metropolitana São João Batista. Na Santa Missa os fiéis recebem as cinzas na testa, como símbolo de arrependimento, perante Deus e lembrança da própria mortalidade: do pó viemos ao pó voltaremos. Também na Celebração, ocorrerá a abertura da Campanha da Fraternidade 2020, que tem como tema: “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema, “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34). A Quaresma é um período de preparação para a Páscoa, que se inicia com a distribuição de cinzas, recordando nossa fragilidade humana e a misericórdia de Deus. É um período marcado pela penitência e conversão, quando devemos ter uma atitude de reflexão, reconhecendo o amor misericordioso de Deus, que nos ama, nos perdoa e nos chama à conversão. Campanha da Fraternidade destaca vida e compromisso Todo os anos a CNBB lança a Campanha da Fraternidade (CF 2020), que tem início na quarta-feira de cinzas, neste ano de 2020, no dia 26 de fevereiro. O tema será “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema, “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10, 33-34). O Santo Padre, o Papa Francisco pede para que sejamos uma Igreja em saída, ao encontro das periferias geográficas e existenciais. O Cartaz Oficial da CF 2020 traz a imagem de Santa Dulce dos Pobres. A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente, pela Igreja Católica no Brasil, sempre no período da Quaresma.  Tem início na quarta-feira de cinzas, e seu objetivo é despertar a solidariedade dos fiéis e da sociedade, em relação a um problema concreto, que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica, na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária. O gesto concreto se expressa na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos, em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas. A arrecadação compõe o Fundo Nacional de Solidariedade e os Fundos Diocesanos de Solidariedade; 60% dos recursos são destinados ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana. Os 40% dos recursos restantes compõem o FNS, revertidos para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país. Neste ano, a coleta da solidariedade será no dia 5 de abril, Domingo de Ramos. Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Cinco novos diáconos para Arquidiocese no mês de abril

Cinco novos diáconos para a Arquidiocese de Niterói no mês de abril. O Arcebispo Metropolitano, Dom José Francisco, junto aos padres do Conselho Presbiteral e o Seminário São José de Niterói confirmou, na última terça-feira, dia 18 de fevereiro, a eleição dos seminaristas: Alex Coutinho, João Paulo e Júlio César, Ricardo Mariano e Tiago Cruz, como candidatos eleitos ao diaconado transitório. O diaconado transitório é uma etapa na qual os candidatos ao sacerdócio necessitam percorrer. Após algum tempo como diáconos, estarão aptos para receberem o sacerdócio ministerial. A data da ordenação dos cinco rapazes está marcada para o dia 18 de abril, mas ainda não conta com local definido para a realização. Por Pe. Ricardo Mota

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Quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma, tempo de mudança e conversão

As cinzas da Quarta-feira animam o coração e mente dos fiéis, na jornada de 40 dias de oração e conversão, até a Páscoa. Em 2020 será realizada em 26 de fevereiro. O uso litúrgico das cinzas tem sua origem nos tempos do Antigo Testamento, quando simbolizam o luto, a mortalidade e penitência, comprovado o uso das cinzas, no livro de Ester, quando Mardoqueu pôs-se de saco e cinzas ao saber do decreto do Rei Assuero (ou Xerxes, 485/464 aC) da Pérsia, para matar todos os judeus no Império Persa (Est 4,1). Jó, cuja história foi escrita entre os 7º e 5º séculos aC, arrependeu-se com pano de saco e cinza (Jó 42,6). Profetizando o cativeiro babilônico de Jerusalém, Daniel (c. 550 aC) escreveu: “Virei-me para o Senhor Deus, pedindo em oração fervorosa, com jejum, pano de saco e cinza” (Dn 9,3). No século 5º aC, após a pregação de conversão e arrependimento de Jonas, a cidade de Nínive proclamou um jejum. Eles e o rei vestiram-se e cobriram-se de saco e sentaram-se nas cinzas (Jon. 3,5-6). Estes exemplos do Velho Testamento evidenciam uma prática reconhecida de usar cinzas, e um entendimento comum do seu simbolismo. O próprio Jesus também fez referência a cinzas: falando sobre as cidades que se recusaram a arrepender-se do pecado, apesar de terem testemunhado os milagres e ouvirem as boas novas, Nosso Senhor disse: “Porque, se em Tiro e em Sidônia, tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito, elas teriam se arrependido e usado pano de saco e cinza.” (Mt 11,21). A Igreja primitiva continuou a utilização de cinzas, pelas mesmas razões simbólicas. Em seu livro, De Poenitentia, Tertuliano (c. 160-220) prescrevia que o penitente deve “viver sem alegria na rugosidade de pano de saco e coberto de cinzas.” Eusébio (260-340), o famoso historiador da Igreja primitiva, contou em sua A História da Igreja, como um apóstata, chamado Natalis, veio ao Papa Zeferino, vestido de saco e cinzas, implorando perdão. Também durante esta época, para aqueles que foram obrigados a fazer penitência pública, o padre polvilhava cinzas sobre a cabeça da pessoa, ao deixar a confissão. Depois, o uso de cinzas foi adaptado para marcar o início da Quaresma, o período de preparação de 40 dias  para a Páscoa. O ritual para o “Dia de Cinzas” é encontrado nas primeiras edições do sacramentário gregoriano que remonta, pelo menos, ao século VIII. Por volta do ano 1000, um padre anglo-saxão, chamado Aelfric, pregou: “Lemos nos livros, tanto na Lei do Antigo e do Novo, que os homens que se arrependeram de seus pecados cobriam-se com cinzas e vestiam seus corpos de saco. Agora, vamos fazer este pequeno ato no início da nossa Quaresma, espalhar cinzas sobre a cabeça para significar que devemos nos arrepender de nossos pecados durante o jejum quaresmal”. A Igreja usou as cinzas para marcar o início da temporada penitencial da Quaresma, quando nos lembramos de nossa mortalidade e choramos por nossos pecados. Em nossa liturgia atual do Dia de Cinzas, usamos cinzas feitas de ramos queimados de palmeiras, distribuídos no Domingo de Ramos do ano anterior. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte dos fiéis, fazendo o sinal da cruz, e dizendo: “Lembra-te, homem, que és pó e ao pó voltarás”, ou “convertei-vos e crede no Evangelho”. Quando começamos esta época santa da Quaresma, em preparação para a Páscoa, é preciso lembrar o significado das cinzas que recebemos: lamentamos e fazemos penitência pelos nossos pecados. Voltamos a converter o nosso coração ao Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou para a nossa salvação. Renovamos as promessas feitas em nosso batismo, quando morremos de uma vida velha e nos levantamos para uma nova vida com Cristo. Finalmente, consciente de que o reino deste mundo passa, nos esforçamos para viver o Reino de Deus agora, e estamos ansiosos para o seu cumprimento no céu. Em essência, morremos para nós mesmos, e nos levantamos para uma nova vida em Cristo. Por Pe. Ricardo Mota

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