Atualidades

Rádio oficial da Arquidiocese completa 6 anos

A Rádio Anunciadora completa hoje, seu sexto aniversário. Em seis anos no ar, conquistou inúmeros ouvintes em todo o Brasil e no mundo. Hoje, a rádio pode ser ouvida na maioria dos celulares. Baixe o APP e ouça! A emissora possui um estúdio na própria Mitra Arquidiocesana, no município de Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, situado à rua Gavião Peixoto, 250, sobreloja, Icaraí. Para ouvir a Rádio oficial da Arquidiocese de Niterói, basta acessar o site: radioanunciadora.org.br, inclusive no celular. A Rádio Anunciadora é uma das emissoras católicas do Brasil, mais ouvidas pela internet. De acordo com pesquisa radioonline, a tem mais de 5 mil acessos diários.   Leia Mais »

Arquidiocese recebe a 2ª edição do Terço pela Paz, em maio

Na manhã do dia 2 de maio, a Arquidiocese de Niterói receberá o projeto “Terço pela Paz”, que percorrerá todas as dioceses do Estado do Rio de Janeiro. A recitação do terço será na Praça Arariboia, no Centro de Niterói, às 11h, e será transmitida pelas rádios Catedral FM e Anunciadora. Muitos fiéis, das mais diversas comunidades da Arquidiocese de Niterói, e também transeuntes, que passarem pelo local, podem participar dos mistérios gloriosos do Santo Rosário, com o Bispo auxiliar de Niterói, Dom Luiz Antônio Ricci. A ideia do Projeto “Terço pela Paz” surgiu durante a reunião dos bispos do Regional Leste 1 (parte do Estado do Rio), no ano de 2017. Durante a reunião, os Bispos gravaram um vídeo, pedindo para que os fiéis rezassem o terço por intenção da paz. Durante a recitação, padres, religiosos(as) e leigos(as) refletiram sobre a realidade da região Sul Fluminense e do Estado. Nas redes sociais, é possível utilizar a hashtag (#TerçoPelaPazRJ). Toda a Arquidiocese é convidada a participar desse Terço. Confira a programação nas dioceses do Regional às 11h: 3 de maio – Diocese de Duque de Caxias 4 de maio – Diocese de Nova Iguaçu 5 de maio – Diocese de Petrópolis 7 de maio – Diocese de Itaguaí 8 de maio – Diocese de Volta Redonda 9 de maio – Diocese de Valença 10 de maio – Diocese de Nova Friburgo 11 de maio – Diocese de Campos 12 de maio – Arquidiocese do Rio de Janeiro 13 de Maio – Arquidiocese do Rio às 16h na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, próximo a Santíssimo. Por João Dias Arte: Thiago Maia Leia Mais »

Nota de agradecimento e esclarecimento do FNS

Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) Agradecimento Caros irmãos e irmãs da Igreja no Brasil! Vimos por meio desta Nota expressar nosso agradecimento por sua participação na Coleta da Solidariedade de 2018. O gesto de colaborar com a Coleta no Domingo de Ramos foi uma expressão de sua espiritualidade quaresmal. Assim, sua vivência dos valores do Evangelho se materializou em recursos para o financiamento de projetos sociais em nosso país. Segundo o Papa Francisco, “ o modo melhor e mais concreto para não fazer do dinheiro um ídolo é compartilhá-lo, dividi-lo com os outros, principalmente com os pobres, ou para levar os jovens a estudar e a trabalhar, vencendo a tentação idolátrica mediante a comunhão. Quando compartilhais e doais o vosso lucro, realizais um gesto de elevada espiritualidade, dizendo concretamente ao dinheiro: tu não és Deus, tu não és senhor, tu não és patrão!”[1] Queremos, pois, em nome de todos os que serão beneficiados por essa coleta, expressar-lhes nossa gratidão, ao mesmo tempo em que nos dispomos a lhes prestar alguns esclarecimentos. O Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) O Fundo Nacional de Solidariedade é fruto da Campanha da Fraternidade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que, desde 1964, convida os católicos, no período quaresmal, a refletir e agir sobre a situação dos mais pobres e vulneráveis, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja. O Fundo Nacional de Solidariedade presta um serviço a caridade e busca a emancipação cidadã, fomentando o desenvolvimento comunitário, valorizando práticas e culturas locais, priorizando financiamentos a empreendimentos autogestionários e ambientalmente sustentáveis. O Fundo Nacional de Solidariedade é formado a partir dos 40 % das coletas nas missas do Domingo de Ramos, realizada em todas as dioceses do Brasil. Ele tem sido gerido por um Conselho Gestor, formado por quatro membros natos (o bispo Secretário Geral da CNBB, o bispo Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social e Transformadora, o Ecônomo da CNBB e o Secretário Executivo da Campanha da Fraternidade e alguns membros nomeados o Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social e Transformadora, o representante dos secretários executivos dos Regionais da CNBB,  uma assistente social da CNBB, um colaborador da CNBB que acompanha os projetos do FNS e um representante da Caritas Nacional). O Conselho Gestor se encontra ao menos três vezes por ano para o estudo e a aprovação dos projetos recebidos. Projetos apoiados pelo FNS Anualmente, é publicado um edital, com as exigências que devem ser observadas por aqueles que apresentam projetos. O edital dos anos anteriores está disponível no site. (fns.cnbb.org.br) Os projetos para o FNS podem ser apresentados por Regionais da CNBB, por Dioceses, Paróquias, Grupos organizados, Associações, Pastorais, Entidades Sociais sem fins lucrativos etc. Os projetos são classificados em 3 eixos: (1º) Formação e capacitação; (2º) Mobilização para conquista e efetivação de Direitos; (3º) Superação de vulnerabilidade econômica e geração de renda (projetos produtivos). Ao ser apresentado, um pedido de recursos deve ter a carta de um Bispo. Além disso, é preciso levar em conta que: (1) a entidade proponente e executora do projeto deverão ser a mesma; (2) a instituição deverá indicar sua conta corrente (pessoa jurídica, seu CNPJ) e comprovar a regularidade de sua situação; (3) antecipar qual será a sua contrapartida, monetária ou em bens e serviços; (4) demonstrar como será a continuidade do projeto; (5) levar em conta que o projeto deve responder a problemas ou necessidades de grupos sociais ou segmentos de excluídos. O Conselho Gestor do FNS prioriza projetos de caráter inovador e com potencial multiplicador, e não apoia projetos para manutenção institucional. Excepcionalmente, neste ano a Presidência da CNBB apresentará a 56ª Assembleia Geral da CNBB a proposta de destinar a Diocese de Roraima 40% dos recursos do FNS, para os trabalhos que envolvem a acolhida dos migrantes venezuelanos. Uma vez aprovados os projetos, é publicada uma lista deles no site da CNBB- Fundo Nacional de Solidariedade (fns.cnbb.org.br). Esperamos ampliar a prestação de contas com dados ainda mais completos. Projeto aprovado para a ABONG Dentre os 237 projetos aprovados com os recursos da Campanha da Fraternidade de 2017, um deles foi apresentado pela Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – ABONG. Essa entidade reúne organizações da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, para o fortalecimento da base associativa. Em nome de cerca de cem organizações – dentre as quais, várias ligadas à Igreja -, a ABONG pediu recursos para a realização do V Encontro dessas entidades, em São Paulo. Esse Encontro tinha como finalidade única e exclusiva discutir o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que é uma agenda política ampla, que tem o objetivo de aperfeiçoar o ambiente jurídico e institucional relacionado às Organizações da Sociedade Civil e suas relações de parceria com o Estado. Assim, a ajuda dada não se destinou a apoiar projetos movidos por ideais divergentes dos valores da fé cristã católica, como por exemplo o aborto. Temos no arquivo do FNS a prestação de contas do evento em questão, bem como todas as notas fiscais, fotografias e a lista de presença do evento. Comprometemo-nos a analisar mais atentamente os projetos que forem apresentados, bem como a prestar maior atenção aos objetivos das entidades proponentes. O Regulamento do FNS está sendo revisto e aprimorado para ser apresentado ao Conselho Permanente da CNBB. Reafirmamos nosso compromisso com Jesus Cristo e sua Igreja. Daí nossa disposição de continuar trabalhando de acordo com a Moral Católica e a Doutrina Social da Igreja, para que “todos os povos tenham vida” (Jo 10,10). Renovamos nossos agradecimentos a todos os que colaboraram com a CF-2018. Cresça, cada vez mais, nosso compromisso com os mais necessitados, segundo o critério apontado por Jesus. A Virgem Maria, Mãe da Caridade, nos ensine a seguir os passos de Jesus no serviço ao próximo. Brasília, 08 de abril de 2018.   Dom Guilherme Antônio Werlang Bispo de Lajes- SC Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade – FNS Leia Mais »

Bispos enviam mensagem ao povo de Deus

Os Bispos reunidos na 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviaram uma mensagem ao povo de Deus, texto apresentado nesta quinta-feira, 19 de abril, na última coletiva de imprensa da reunião. O documento será enviado a todas as 277 circunscrições eclesiásticas do Brasil, incluindo Arquidioceses, Dioceses, prelazias, entre outras. A mensagem foi lida pelo vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger e registra a comunhão do episcopado brasileiro com o Papa Francisco. O texto também destaca a necessidade de promover o diálogo respeitoso para estimular a comunhão na fé em tempo de politização e polarizações nas redes sociais. A mensagem retoma a natureza e a missão da entidade na sociedade brasileira. O texto apresentado hoje em coletiva de imprensa retoma a natureza e a missão da CNBB na sociedade brasileira, confira, a íntegra da mensagem: MENSAGEM DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL AO POVO DE DEUS O que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo (1Jo 1,3) Em comunhão com o Papa Francisco, nós, Bispos membros da CNBB, reunidos na 56ª Assembleia Geral, em Aparecida – SP, agradecemos a Deus pelos 65 anos da CNBB, dom de Deus para a Igreja e para a sociedade brasileira. Convidamos os membros de nossas comunidades e todas as pessoas de boa vontade a se associarem à reflexão que fazemos sobre nossa missão e assumirem conosco o compromisso de percorrer este caminho de comunhão e serviço. Vivemos um tempo de politização e polarizações que geram polêmicas pelas redes sociais e atingem a CNBB. Queremos promover o diálogo respeitoso, que estimule e faça crescer a nossa comunhão na fé, pois, só permanecendo unidos em Cristo podemos experimentar a alegria de ser discípulos missionários. A Igreja fundada por Cristo é mistério de comunhão: “povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (São Cipriano). Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela (cf. Ef 5,25), assim devemos amá-la e por ela nos doar. Por isso, não é possível compreender a Igreja simplesmente a partir de categorias sociológicas, políticas e ideológicas, pois ela é, na história, o povo de Deus, o corpo de Cristo, e o templo do Espírito Santo. Nós, Bispos da Igreja Católica, sucessores dos Apóstolos, estamos unidos entre nós por uma fraternidade sacramental e em comunhão com o sucessor de Pedro; isso nos constitui um colégio a serviço da Igreja (cf. Christus Dominus, 3). O nosso afeto colegial se concretiza também nas Conferências Episcopais, expressão da catolicidade e unidade da Igreja. O Concílio Vaticano II, na Lumen Gentium, 23, atribui o surgimento das Conferências à Divina Providência e, no decreto Christus Dominus, 37, determina que sejam estabelecidas em todos os países em que está presente a Igreja. Em sua missão evangelizadora, a CNBB vem servindo à sociedade brasileira, pautando sua atuação pelo Evangelho e pelo Magistério, particularmente pela Doutrina Social da Igreja. “A fé age pela caridade” (Gl 5,6); por isso, a Igreja, a partir de Jesus Cristo, que revela o mistério do homem, promove o humanismo integral e solidário em defesa da vida, desde a concepção até o fim natural. Igualmente, a opção preferencial pelos pobres é uma marca distintiva da história desta Conferência. O Papa Bento XVI afirmou que “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com a sua pobreza”. É a partir de Jesus Cristo que a Igreja se dedica aos pobres e marginalizados, pois neles ela toca a própria carne sofredora de Cristo, como exorta o Papa Francisco. A CNBB não se identifica com nenhuma ideologia ou partido político. As ideologias levam a dois erros nocivos: por um lado, transformar o cristianismo numa espécie de ONG, sem levar em conta a graça e a união interior com Cristo; por outro, viver entregue ao intimismo, suspeitando do compromisso social dos outros e considerando-o superficial e mundano (cf. Gaudete et Exsultate, n. 100-101). Ao assumir posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, a CNBB o faz por exigência do Evangelho. A Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Isso nos compromete profeticamente. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada. Se, por este motivo, formos perseguidos, nos configuraremos a Jesus Cristo, vivendo a bem-aventurança da perseguição (Mt 5,11). A Conferência Episcopal, como instituição colegiada, não pode ser responsabilizada por palavras ou ações isoladas que não estejam em sintonia com a fé da Igreja, sua liturgia e doutrina social, mesmo quando realizadas por eclesiásticos. Neste Ano Nacional do Laicato, conclamamos todos os fiéis a viverem a integralidade da fé, na comunhão eclesial, construindo uma sociedade impregnada dos valores do Reino de Deus. Para isso, a liberdade de expressão e o diálogo responsável são indispensáveis. Devem, porém, ser pautados pela verdade, fortaleza, prudência, reverência e amor “para com aqueles que, em razão do seu cargo, representam a pessoa de Cristo” (LG 37). “Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor” (Papa Francisco, Mensagem para o 52º dia Mundial das Comunicações de 2018). Deste Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos, por sua materna intercessão, abundantes bênçãos divinas sobre todos. Aparecida-SP, 19 de abril de 2018. Cardeal Sergio da Rocha Arcebispo de Brasília – DF Presidente da CNBB Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ Arcebispo São Salvador da Bahia Vice-Presidente da CNBB Leia Mais »

Orientações pastorais para as mídias católicas é apresentado

Durante a coletiva, na tarde desta de terça-feira, 17, na 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social, apresentou o documento de estudos da CNBB número 111, intitulado “Orientações pastorais para as mídias católicas: Imprensa, Rádio, TV e novas mídias”. Dom Darci explicou aos jornalistas que o objetivo do texto é provocar uma reflexão entre os profissionais da comunicação e da mídia de inspiração católica, de forma que os que militam na comunicação possam “dar testemunho explícito de compromisso, de comunhão e de unidade como Igreja, expurgando todo tipo de concorrência que são tão presente nos meios não confessionais”. “Há algum tempo, os bispos pedem uma palavra de orientação e normativa para as mídias de orientação católica e também, é claro, para os agentes da comunicação”, explicou dom Darci. Dentre as questões estão temas referentes a doutrina, liturgia, a postura política, a venda de produtos religiosos por parte de religiosos. Outro propósito do documento é ajudar os meios de comunicação da Igreja e seus agentes a formarem “um corpo evangelizador”. “Se há um pecado entre nós este é a falta de unidade e nós devemos perseguir esta unidade”, acrescentou o arcebispo. Dom Darci destacou que o texto é fruto do empenho de todas a comissões episcopais pastorais da CNBB e também dos membros do Conselho Episcopal Pastoral (Consep). “Portanto, é um texto feito a muitas mãos. Estamos trabalhando nesse documento há mais de um ano”, explicou. “É um documento de estudo, mais provocativo à reflexão. Depois de proposto e estudado e complementado, nossa intenção é preparar um documento ‘empenhativo’ e exortativo, talvez, se a Conferência assim o desejar, aprovado na próxima Assembleia Geral, em 2019”, esclareceu o arcebispo, convidando todos os agentes e profissionais da comunicação a contribuírem com sugestões ao texto. Tanto as contribuições pessoais quanto as institucionais ao documento de estudo devem ser enviadas ao e-mail comsocial@cnbb.org.br. O novo documento de estudo pode ser adquirido pela Edições CNBB por meio do site www.edicoescnbb.com.br. Leia Mais »

Arquidiocese de Niterói terá Caminhada Luminosa pela Paz

A Arquidiocese de Niterói realizará, no dia 19 de maio, uma Caminhada Luminosa pela Paz. A caminhada é um gesto concreto da Campanha da Fraternidade que, neste ano, trouxe como tema  “Fraternidade e Superação da Violência”, e lema “Vós sois todos irmãos”. O início das atividades está marcado para às 17h, com Celebração Ecumênica pela Paz, no Museu de Arte Contemporânea (MAC). Após a celebração, caminhada pela Praia de Icaraí até a Igreja de São Judas. Segundo a organização, diversas pastorais estão colaborando com a Caminhada, além da participação do movimento ecumênico das igrejas cristãs. O Bispo Auxiliar de Niterói, Dom Luiz Ricci, lembrou a importância da unidade para a promoção da paz. “O objetivo é fazer uma caminhada orante e meditativa, onde vamos juntar pela vida do nosso povo e pela superação da violência”, afirmou o Bispo. Todos são convidados a participar  desta grande Caminhada pela Paz. Por João Dias Arte: divulgação Leia Mais »

Bispos preparam material para Semana Missionária do Ano do Laicato

Durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB, a Comissão para o Ano do Laicato, está promovendo gravações com um grupo de bispos para a animação da Semana Missionária do Ano do Laicato que será realizada 22 a 28 de julho nas comunidades, paróquias e dioceses de todo o Brasil. Os vídeos serão acompanhados de uma grande campanha de divulgação que vai contar com spots de rádio e iniciativas em redes sociais. O conteúdo a ser refletido na Semana Missionária do Ano do Laicato encontra-se em subsídio preparado pela Comissão e disponível nas Edições CNBB (www.edicoescnbb.com.br). Semana Missionária Dom Severino Clasen, bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, na apresentação do subsídio diz que com a Semana Missionária “Precisamos levar através de nosso testemunho de fé e testemunho cristão, em outros ambientes em que as pessoas não conhecem o Evangelho. Temos ambientes importantes como família, o mundo do trabalho, da política, dos meios de comunicação, da cultura, da educação e a nossa ‘Casa comum“. E sugere: “Precisamos tomar inciativas, arregaçar as mangas, pés no caminho e coração generoso para acolher as pessoas sem distinção e  sem discriminação. Todos são filhos e filhas de Deus. Temos que partir ao encontro do ser humano que carrega dentro de si um sonho de ser reconhecido, amado, acolhido e recolhido no âmago de uma comunidade acolhedora. Os cristãos e cristãs devem revelar o amor fraterno enxugando lágrimas provocadas pela exclusão, abandono e sem oportunidade para conhecer Jesus Cristo. Ele dá novo sentido à vida“. Preparação remota A Comissão apresenta pistas de trabalho que já podem ser realizadas neste momento tendo em vista a realização da semana, em julho. Entre as quinze principais sugestões apresentadas no subsídio, pode se destacar três: “1) É importante é começar as visitas. Elas são uma maneira bonita e eficaz para criar relações fraternas, solidárias, para tirar as pessoas do anonimato. Movidas pela força do amor, elas fazem bem tanto aos que visitam como aos que são visitados; 2) Não esquecer: o objetivo principal é fazer crescer a beleza e a atração do seguimento de Jesus de Nazaré, Mestre e Senhor; 3) Envolver todas as forças vivas da paróquia ou da área escolhida, onde irá acontecer a Semana Missionária“. As gravações na 56ª AG Os bispos escalados para gravar os vídeos de animação da Semana Missionária obedecem a escala temática do evento que será desenvolvida da seguinte maneira: A vida é missão; Uma sede imensa de felicidade! Convocados a fazer parte do ‘povo das bem-aventuranças’”; Indignação é preciso; Sal da terra e luz do mundo; Recomendações de Jesus aos missionários; “Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”; “Não tenhais medo, o crucificado, ressuscitou!”. Nesses encontros, durante a Semana Missionária, os temas também acompanharão a reflexão: família e mundo do trabalho; política e políticas públicas; educação e comunicação; Casa Comum (meio ambiente) e Culturas (povos de tradicionais, realidade urbana, consumismo); superação das violências e cultura da paz. Foto: Adielson Agrelos/CNBB Leste 1 Leia Mais »

Bispos relatam desafios do Oiapoque ao Chuí do Brasil

‘A experiência das Igrejas locais em regiões extremas do Brasil’ foi partilhada nesta segunda-feira (16) pelo bispo de Macapá (AP), Dom Pedro José Conti e pelo bispo de Rio Grande (RS), Dom Ricardo Hoepers com jornalistas durante a 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Os prelados falaram sobre os desafios de ser Igreja nestas realidades extremas e particulares do país, como o Oiapoque, no extremo norte, e o Chuí, no extremo Sul. Oiapoque Dom Pedro José Conti ressaltou os desafios sobre as grandes distâncias, as dificuldades de transporte e de comunicação em virtude da extensão territorial e amplitude da fronteira. A cidade de Oiapoque é a única fronteira brasileira com um território europeu ultramarino, a Guiana Francesa. Essa região e sua condição de fronteira se depara com desafios como a invisibilidade social e o isolamento territorial. Oiapoque fica a 600 quilômetros de Macapá, capital do estado. Parte da estrada ainda não é asfaltada, o que dificulta ainda mais o acesso terrestre à cidade, cercada por águas e florestas, afirmou Dom Pedro José Conti. O bispo de Macapá citou ainda situação da Ponte Binacional Franco-Brasileira que vai liga por via terrestre o Brasil e a União Europeia a partir da divisa entre o Amapá e a Guiana Francesa. Dom Pedro explicou que entre os empecilhos para o uso da ponte estão as barreiras físicas e econômicas. Garimpos clandestinos, tráfico de pessoas, tráfico de drogas e a falta de religiososdedicados a missão nessa área também são desafios presentes na região. Chuí O bispo de Rio Grande (RS), Dom Ricardo Hoepers trouxe os desafios do Chuí, extremo sul do Brasil. O Chuí é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. É a cidade mais meridional do país, fazendo fronteira com a cidade do Chuy, no Uruguai. Uma Igreja vazia e mais uma vez a escassez de religiosos estão entre os pontos citados pelo bispo. Dom Ricardo citou uma pesquisa de 2010 onde foi identificado que 54% da população se declara sem religião. O percentual é preocupante para a Igreja local, visto que em todo território brasileiro essa taxa é de 8%. “A região concentra um número expressivo de árabes palestinos, espíritas e evangélicos. Nesse cenário temos um grande desafio de evangelização, já que os cristãos representam apenas 30% da população”, afirmou. O esforço da diocese é de ir ao encontro dos nossos católicos tendo uma presença mais efetiva entre os cristãos. Dom Ricardo Hoepers ainda falou sobre a liberação da maconha no Uruguai, o que também causa um problema social com dependentes químicos. O país é o único no mundo a legalizar a produção, comercialização e distribuição da droga. Segundo o bispo a resposta da diocese foi pedir aos prefeitos das cidades no Brasil e Uruguai a instalação de uma Casa de Dependentes químicos. Leia Mais »

Romaria dos Comunicadores foi realizada durante missa da AG

Na celebração da Eucaristia, às 18hs, deste domingo, 15 de abril, Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB lançou no Brasil, oficialmente, o 52º Dia Mundial das Comunicações (DMC) que será celebrado no dia 13 de maio de 2018. Estiveram presentes para concelebrar, os bispos que são responsáveis pela comunicação nos 18 regionais da Conferência. Além deles, participaram os membros da Comissão. A Mensagem Papa Francisco escreveu uma Mensagem especial para a data. O tema foi tirado de uma passagem do Evangelho de São João: “A verdade vos tornará livres”. E o assunto tratado pelo Papa é atual e urgente: “Fake news e jornalismo de paz”. Francisco lembra, no texto, que “No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9)”. E o caso das notícias falsas que hoje em dia se espalham com grande velocidade, uma vez que estão amparadas por tecnologias novas de comunicação é tratado pelo Papa: “Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI. Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade”. Para reconhecer essas notícias falsas, o Papa aconselha: “Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades. Não é tarefa fácil, porque a desinformação se baseia muitas vezes sobre discursos variegados, deliberadamente evasivos e subtilmente enganadores, valendo-se por vezes de mecanismos refinados. Por isso, são louváveis as iniciativas educativas que permitem apreender como ler e avaliar o contexto comunicativo, ensinando a não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento. Igualmente louváveis são as iniciativas institucionais e jurídicas empenhadas na definição de normativas que visam circunscrever o fenómeno, e ainda iniciativas, como as empreendidas pelas tech e media company, idóneas para definir novos critérios capazes de verificar as identidades pessoais que se escondem por detrás de milhões de perfis digitais”. Homilia Presidindo a Celebração no Terceiro Domingo da Páscoa, tendo como pano de fundo a Mensagem do Papa, dom Darci José Nicioli, arcebispo de Dimantina (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, falou que “Precisamos ter como objetivo primeiramente como Comunicadores católicos anunciar Jesus ressuscitado. Anunciar que Jesus ressuscitou e assumiu um compromisso com a vida. Com a dignidade da pessoa humana”. E encaminhou a reflexão do dia: “Deixo um apelo aos profissionais da  comunicação e que seja levado pelas bispos aos diversos agentes da Pascom de suas paróquias. Comuniquemos aquele que é caminho verdade é vida. Esse é o nosso grande desafio num mundo indiferente a Deus e aos valores do evangelho. Passar da mentira das armas e da violência para a verdade de vida do Deus que não tira. Mas dá a sua vida. A vida e sua defesa inegociável”. Bispos referenciais Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Dom Darci José Nicioli, presidente. Dom Devair Araújo da Fonseca, bispo auxiliar de São Paulo (SP) Dom Roque de Souza, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (SP)   Referenciais de Comunicação dos regionais da CNBB Cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), referencial do Leste 1. Dom Gil Antônio Moreira, arcebispo de Juiz de Fora (MG), referencial do Leste 2. Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, arcebispo do Paraíba (PB), referencial do Nordeste 2. Dom Sergio Castriani, arcebispo de Manaus (AM), referencial do Norte 1. Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS), referencial do Oeste 1. Dom Messias dos Reis Silveira, bispo de Uruaçu (GO), referencial do Centro Oeste. Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, bispo de Sobral (CE), referencial do Nordeste 1. Dom Edilson Nobre, bispo de Oeiras (PI), referencial do Nordeste 4. Dom Francisco Carlos Bach, bispo de Joinville (SC), referencial do Sul 4. Dom Carlos Romulo Gonçalves e Silva, bispo de Montenegro (RS), referencial do Sul 3. Dom Romualdo Matias, bispo de Porto Nacional (TO), referencial do Norte 3. Dom Josafá Menezes, bispo de Barreiras (BA), referencial do Nordeste 3. Dom José Belisário da  Silva, arcebispo de São Luís (MA), referencial do Nordeste 5. Dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP), referencial do Sul 1. Dom Antônio Wagner da Silva, bispo de Guarapuava (PR), referencial do Sul 2. Dom Milton Antônio dos Santos, arcebispo de Cuiabá (MT), referencial do Oeste 2 Dom Francisco Merkel, bispo de Humaitá (AM), referencial do Noroeste. Dom Alberto Taveira, arcebispo de Belém do Pará (PA), referencial do Norte 2. Leia Mais »

Informativo – Arquidiocese de Niterói 2018-04-16 08:58:14

O sexto dia de trabalhos da 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) começou com a Santa Missa celebrada no altar central do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, na manhã desta segunda-feira, 16. A celebração foi presidida pelo bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, dom Severino Clasen. Participaram da procissão de entrada os bispos da Comissão e a presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Marilza Schuina. Dom Severino começou a homilia recordando que o Ano Nacional do Laicato celebra a presença e organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil aprofundando sua identidade, vocação, espiritualidade e missão, testemunhando Jesus Cristo e seu reino na sociedade. A partir deste objetivo do Ano do Laicato, o bispo fez uma reflexão a partir da primeira leitura (At 6,8-15), na qual Estevão enfrenta um grande conflito com alguns membros da sinagoga dos libertos e outros tradicionais da comunidade ao aprofundar a identidade, vocação, espiritualidade e missão para poder, com liberdade, testemunhar Jesus Cristo e seu reino. “Nota-se claramente um conflito provocado por Estevão por ultrapassar os velhos costumes e se deixar conduzir pelo Espírito Santo em defesa da comunidade”, ressaltou o bispo. Refletindo sobre o Evangelho, dom Severino diz que Jesus anuncia com a vida a sintonia com o Pai: “Nós temos Jesus Cristo para apresentar ao mundo onde falta o alimento da verdade, da justiça e autenticidade. Esse é o alimento que nunca se corrompe”. O bispo ressalta que é preciso incentivar e apoiar as iniciativas do Ano Nacional do Laicato para que produza na consciência de todos dos cristãos a firmeza de buscar o Jesus de Nazaré que apresente o Reino de Deus, o Reino sem corrupção, um Reino de Justiça e de paz. “A espiritualidade Cristã sempre terá por fundamentos os mistérios da encarnação e da redenção de Jesus Cristo. Este enfoque deve permear a formação laical desde o processo da iniciação a vida cristã”, salientou. “Não existe fé cristã sem comunidade eclesial”, continuou dom Severino. Ele ensinou que o cristão se forma e se experimenta numa comunidade eclesial: “O testemunho de Santo Estevão que foi martirizado defendendo a comunidade de fé se repete nos mártires de ontem, de hoje e que sem dúvida teremos no amanhã”. Dom Severino lembrou que nos últimos anos tem aumentado o assassinato de muitas lideranças nas comunidades periféricas que não são notícias, ou que são desmoralizadas para que não sejam notícias. E completou: “A busca do pão vivo deve ser a maior preocupação dos cristãos leigos e leigas para que as estruturas sociais garantam o pão cotidiano, aquele pão que une e constrói segurança e sustentabilidade para toda a comunidade, humanidade, sobretudo aos pobres, abandonados, os sofridos de nossas cidades e metrópoles”. Dom Severino finaliza invocando o Espírito Santo que ilumine a todos para que a 56ª AG confirme o princípio da unidade, caridade, ternura. “Não nos deixemos desanimar pelos que que tentam destruir a alegria de sermos irmãos e de que nos queremos bem”, concluiu. Foto: Adielson Agrelos / CNBB Leste 1 Leia Mais »