Atualidades

Inscrições abertas para 3º Encontro Arquidiocesano de Comunicação

​O Encontro de Comunicação, está em sua 3° edição, e acontecerá no dia 03 março,​ promovendo palestras e oficinas. ​​ A atividade acontecerá na Paróquia Santíssima Trindade, em São Gonçalo – Vicariato Alcântara (Rua Cidade de Campos S/N – Bairro Trindade – São Gonçalo). O Encontro começa às 8h e términa às 16h.  Com presenças da Doutora em Comunicação Irmã Helena Corazza (Paulinas), Dom José Francisco e Dom Luiz Antônio. Os profissionais de jornalismo: Andreia Grip (Comunidade Shalom RJ) e João Dias (SECOM – Arquidiocese de Niterói). Loading… Leia Mais »

Papa: oração, esmola e jejum contra os falsos profetas

Oração, esmola e jejum: este é o convite do Papa Francisco contido na mensagem para a Quaresma deste ano. O texto, publicado esta terça-feira, foi inspirado no Evangelho de Mateus “Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos” (Mt 24, 12). Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos fiéis: diante de fenômenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho. Falsos profetas O Papa Francisco adverte para as inúmeras formas que os falsos profetas podem assumir. Podem ser “encantadores de serpentes”, ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde querem. “Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!” Outros falsos profetas são aqueles “charlatães” que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: droga, relações passageiras e virtuais, lucros fáceis mas desonestos. “Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar.” Por isso, escreve o Pontífice, cada um de nós é chamado a discernir e verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. Essas mentiras acabam apagando o amor. A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento: “a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são sulcados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte”. Mensagem do Papa para a Quaresma 2018 Que fazer? Neste tempo de Quaresma, diante desses sinais de resfriamento, a Igreja oferece o remédio da oração, da esmola e do jejum. Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas com que nos enganamos a nós mesmos para procurar finalmente a consolação em Deus. A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão. “Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos!” Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário. Na mensagem, o Papa expressa o desejo de que a sua voz ultrapasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando todos os homens e mulheres de boa vontade O fogo da Páscoa Por fim, Francisco cita a iniciativa “24 horas para o Senhor”, que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Em 2018, será celebrada nos dias 9 e 10 de março, inspirando -se nestas palavras do Salmo 130: “Em Ti, encontramos o perdão”. Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental. “Ouvir a palavra do Senhor e alimentar-nos do Pão Eucarístico permitirá que o nosso coração volte a inflamar-se de fé, esperança e amor.” Leia Mais »

Mensagem do Papa para a Quaresma 2018

 MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2018  «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (Mt 24, 12) Amados irmãos e irmãs! Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão»,[1] que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida. Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12). Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho. Os falsos profetas Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas? Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão! Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar. É o engano da vaidade, que nos leva a fazer a figura de pavões para, depois, nos precipitar no ridículo; e, do ridículo, não se volta atrás. Não nos admiremos! Desde sempre o demónio, que é «mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem. Por isso, cada um de nós é chamado a discernir, no seu coração, e verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem. Um coração frio Na Divina Comédia, ao descrever o Inferno, Dante Alighieri imagina o diabo sentado num trono de gelo;[2] habita no gelo do amor sufocado. Interroguemo-nos então: Como se resfria o amor em nós? Quais são os sinais indicadores de que o amor corre o risco de se apagar em nós? O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro, «raiz de todos os males» (1 Tm 6, 10); depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos.[3] Tudo isto se permuta em violência que se abate sobre quantos são considerados uma ameaça para as nossas «certezas»: o bebé nascituro, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro, mas também o próximo que não corresponde às nossas expetativas. A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento do amor: a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são sulcados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte. E o amor resfria-se também nas nossas comunidades: na Exortação apostólica Evangelii gaudium procurei descrever os sinais mais evidentes desta falta de amor. São eles a acédia egoísta, o pessimismo estéril, a tentação de se isolar empenhando-se em contínuas guerras fratricidas, a mentalidade mundana que induz a ocupar-se apenas do que dá nas vistas, reduzindo assim o ardor missionário.[4] Que fazer? Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum. Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos,[5] para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida. A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte […] Leia Mais »

Arquidiocese prepara Retiros de Carnaval 2018

O Brasil é conhecido internacionalmente pelo carnaval, festa que antecede a Quarta-feira de Cinzas. Nesses dias de “folga” para a maioria dos brasileiros, muitos gostam de cair na folia, indo ao sambódromo, aos tradicionais bailes de carnaval, ou ainda participando do chamado “carnaval de rua”, onde os blocos são a grande atração. Outros aproveitam para viajar ou simplesmente descansar. Para quem gosta de aproveitar esse período de festa para trabalhar a espiritualidade, também há diversas opções, entre retiros silenciosos ou atividades, em que a Palavra de Deus é o centro, mas a animação do período festivo também marca presença.   Como em todos os anos, a Arquidiocese de Niterói apresenta os Retiros Espirituais para aqueles que desejam passar os dias de carnaval com espiritualidade. Nos retiros de carnaval, o fiel pode participar de celebrações, momentos de reflexão, oração, fé e alegria. Confira abaixo alguns locais onde acontecerão os retiros na Arquidiocese, no período de 10 a 14 de fevereiro de 2018. Casa de Formação Cristã São Paulo da Cruz Comunidade Amor Infinito Local: CEMM – Centro de Espiritualidade Madre Marcelline De 10 a 14 de fevereiro Inscrições: https://www.comunidadeamorinfinito.com/retiro-de-carnaval Comunidade Dom de Deus De 10 a 14 de  fevereiro Informações e Inscrições: http://comunidadedomdedeus.com.br/index.php/2017/12/22/carnaval-e-na-dom-de-deus-acampamento-ou-retiro-esse-ano-voce-pode-escolher/ Comunidade Santos Anjos De 10 a 13 de fevereiro O retiro acontecerá na Estrada Francisco da Cruz Nunes,  7954, Itaipu Informações: http://comunidadesantosanjos.org.br ou (21) 2609-4782 Comunidade Shalom De 11 a 13 de fevereiro Local: Centro Cultural LaSalle Informações: fb.com/shalomniteroi ou @shalomniteroi Rua Doutor Paulo César, 107 – Santa Rosa – Niterói. Atrás do Instituto Abel.  Paróquia São Pedro de Alcântara – (Vicariato Alcântara – Alcântara) De 11 a 13 de fevereiro RCC – Renovação Carismática Católica Informações: https://www.facebook.com/events/266087977255043 Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora (Vicariato Alcântara – Laranjal) De 10 a 13 de fevereiro Comunidade Católica Cristo Crucificado Entrada franca Informações: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1992410957684905&set=a.1390736464519027.1073741835.100007480594427&type=3&theater Paróquia Nossa Senhora da Assunção – (Vicariato Lagos – Cabo Frio) De 10 a 14 de fevereiro Informações: http://www.pnsassuncao.org.br/ Telefone: (22) 2643-0082 Por João Dias (com informações das comunidades e paróquias) Foto: Divulgação Leia Mais »

Como surgiu a Campanha da Fraternidade e seu objetivo

A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica no Brasil, sempre no período da Quaresma.  A Campanha tem início na quarta-feira de cinzas, e seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade, em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica, na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária. O gesto concreto se expressa na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos. É realizada em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas. A arrecadação compõe o Fundo Nacional de Solidariedade e os Fundos Diocesanos de Solidariedade; 60% dos recursos são destinados ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana. Os 40% dos recursos restantes compõem o FNS que são revertidos para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país. O tema será Fraternidade e superação da violência, tendo como lema Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8). Devido ao seu alto grau de complexidade, o tema violência foi discutido, refletido e aprofundado em um seminário, que aconteceu no dia 09 de dezembro de 2016, na sede da CNBB em Brasília. Por João Dias Foto: Divulgação Leia Mais »

Missas terão Oração da Nova Catedral São João Batista

A Arquidiocese de Niterói convida todos a participarem da oração em favor da Construção da Nova Catedral São João Batista. Todas as Missas das Paróquias e Capelas, realizadas nos dias 27 e 28 de janeiro, são convidadas a rezarem a Oração da Nova Catedral São João Batista. Oração da Nova Catedral São João Batista Senhor, Que a construção de nossa Nova Catedral seja para Vossa honra e glória. Que todo o trabalho realizado e todo o recurso doado sejam expressão de comunhão e corresponsabilidade. A Catedral se torne um espaço de oração, um testemunho de fé e de unidade em torno de nosso pastor, Igreja-Mãe a congregar as comunidades da Arquidiocese e sinal Vosso, o Belo Puro, em meio à paisagem por Vós criada, que brotou da inteligência humana. A Catedral será Vossa, Senhor, e nela nos reuniremos porque somos Igreja, Vosso povo, família que se reúne em torno do altar e, alimentando-se de Vós, quer transformar o mundo conduzindo-o a Vós! Nesta certeza de fé trabalharemos com coragem para tornar realidade este projeto abençoado por São João Paulo II e pelo Papa Francisco. Ajudai-nos, Senhor, na construção desta obra de fé! AMÉM O projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer foi planejado para acolher cinco mil pessoas em seu interior e, aproximadamente, 15 mil em sua esplanada. Situada às margens da Baía de Guanabara, num local privilegiado pela beleza, a cúpula terá 60 metros de diâmetro e a nave central, 80 metros. No dia 10 março, de 2017, teve início mais uma etapa da construção, com a presença de fiéis, padres e membros da equipe de gestão. O Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco, abençoou o início de mais uma etapa das obras, que consiste na terraplanagem do terreno e na construção das fundações, devendo estar concluída até o final deste ano. Dom José Francisco disse: “A hora é agora! Faça a sua oração e doação! Não perca esta chance de fazer história! Você também é chamado a participar dessa verdadeira obra de fé!”. Para contribuir com esta “Obra de Fé”, basta ligar para 3602-1700, acessar o site: novacatedral.com, dirigir-se à secretaria de sua Paróquia ou através do caminho da Gratidão no site: caminhodagratidao.com.br. Por João Dias Foto: Divulgação Leia Mais »

Campanha da Fraternidade será aberta em nível estadual

O Regional Leste 1 da CNBB, que é composto pelas Arquidioceses do Rio de Janeiro e de Niterói, das Dioceses de Duque de Caxias, Barra do Piraí-Volta Redonda, Itaguaí, Nova Iguaçu, Valença, Campos dos Goytacazes, Petrópolis, Nova Friburgo e a Administração Apostólica São João Maria Vianney, se reunirão para a abertura da Campanha da Fraternidade no Estado do Rio de Janeiro, no dia 17 de fevereiro, a partir das 8h, na Catedral de São Sebastião, situada na Avenida Chile. A Campanha da Fraternidade é realizada todos os anos pela Igreja Católica do Brasil, durante o período da Quaresma, e é coordenada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O principal objetivo é despertar a solidariedade de todos os fiéis e também da sociedade brasileira, para um problema que envolve a todos, buscando assim, uma solução para resolver determinados problemas. A cada ano é escolhido um tema, e o de 2918 é: “Fraternidade e superação da violência”, tendo como lema: “Em Cristo somos todos irmãos’’ (Mt 23,8). Durante a celebração do dia 17 de fevereiro, os Bispos do Regional Leste 1 celebrarão a Santa Missa, com representantes da sociedade e da igreja, em sinal de compromisso com o bem comum. Após a Santa celebração haverá apresentações culturais. A Catedral de São Sebastião fica na Avenida Chile, 245, no Centro do Rio de Janeiro. Toda a Sociedade é convidada a participar desse momento. Confira a programação: Programação do dia 17 de fevereiro 08h – Chegada 08h30 – Entrada das Dioceses com faixas, cartazes e bandeirolas brancas 09h – Celebração presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, com os Bispos e Clero. (Transmitida pela Rádio Anunciadora e LIVE do Facebook da Arquidiocese). 10h15 – Coletiva com a imprensa na Sacristia (Bispos). Parte Cultural 10h – Na praça (no mesmo momento da coletiva): Banda da Pastoral da Juventude – Niterói – acolhida e nos intervalos; Coral População de Rua – Arquidiocese do Rio de Janeiro; Grupo Luar – Duque de Caxias; Casa Menor – Nova Iguaçu; Grupo Pastoral Afro – Volta Redonda. 11h – Leitura de uma carta-mensagem. 12h – Encerramento com soltura de 500 balões brancos. Por João Dias com informações do Regional Leste 1 Arte: Divulgação Leia Mais »

Mons. Vigano: Qual o antídoto para o veneno das fake news?

Foi divulgada hoje, como é tradição, a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, intitulada «“A verdade vos tornará livres”. (Jo 8,32) Fake News e jornalismo de paz». Pedimos a Mons. Dario Edoardo Viganò, prefeito da Secretaria para a Comunicação, uma primeira reflexão sobre o texto. Mons. Viganó, a deste ano é a segunda mensagem do Santo Padre desde quando é “atuante” a Secretaria para a Comunicação. O que os dois textos têm em comum é o horizonte bíblico, já lembrado pelo título: “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5), em 2017; “A verdade vos tornará livres”. (Jo 8,32), em 2018. Não é uma escolha casual. De fato, toda a mensagem, mesmo em suas notas de atualidade, é baseada em uma forte raiz bíblica, bem como a do ano passado. O Santo Padre, desde o início do texto, lembra os episódios de Caim e Abel e da Torre de Babel (Gen 4: 1-16; 11: 1-9), precisamente para explicar que quando “o homem segue o seu próprio orgulhoso egoísmo, também pode fazer um uso distorcido da faculdade de comunicar”. Como podemos esquecer a Carta aos Hebreus? “Muitas vezes e de muitos modos, Deus falou outrora aos nossos pais, pelos profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também criou o universo” (Heb, 1: 1-2). Toda a história da salvação, isto é, da aliança renovada continuamente por Deus fiel ao povo muitas vezes infiel, é um diálogo interligado com chamadas, chamadas e bençãos. Até a manifestação de Jesus que, como o texto diz, é a Verdade. Esta é a pedra angular da mensagem, sobre a qual se baseiam depois as reflexões e o convite final do Papa para “promover um jornalismo de paz”. “Eu sou a verdade” (Jo 14, 6) não é uma afirmação conceitual ou um conhecimento abstrato. Em Cristo, as duas naturezas, a humana e a divina, não se confundem, mas se co-pertencem em uma unidade pessoal. A revelação de Deus em Cristo conserva a alteridade, tornando assim a verdade marcada pelo relacionamento. Somente isso liberta o homem: “A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). Portanto, uma forte referência à qualidade das relações que vem do cenário bíblico. Na perspectiva relacional, fica claro o quanto a comunicação possa construir e quanto possa matar. Cain e Abel, bem como a Torre de Babel, são a prova clara disso. Não só … Há um belo texto de Dostoevskij, que o Santo Padre cita na mensagem: «Quem mente a si mesmo e escuta as próprias mentiras, chega a pontos de já não poder distinguir a verdade dentro de si mesmo nem ao seu redor, e assim começa a deixar de ter estima de si mesmo e dos outros. Depois, dado que já não tem estima de ninguém, cessa também de amar, e então na falta de amor, para se sentir ocupado e distrair, abandona-se às paixões e aos prazeres triviais e, por culpa dos seus vícios, torna-se como uma besta; e tudo isso deriva do mentir contínuo aos outros e a si mesmo» (Os irmãos Karamazov, II, 2). Interroguemo-nos, portanto sobre a qualidade do nosso relacionamento com os outros e conosco mesmo. “A comunicação humana – recorda o Papa – é uma modalidade essencial de viver a comunhão”. Mas se nossos relacionamentos são envenenados, de que comunhão poderíamos viver? Para complicar as coisas, então, há falsas notícias, as chamadas fake news. Não são também elas essa causa desse envenenamento? As fake news são um dos elementos que envenenam as relações. São notícias com sabor de verdade, mas de fato infundadas, parciais, ou até mesmo falsas. Nas fake news o problema não é a não veracidade, que é muito evidente, mas a verossimilhança. Na mensagem, o Santo Padre fala muito disso, lembrando a estratégia usada pela “serpente astuta”, da qual o Livro do Gênesis fala, “a qual, nos primórdios da humanidade, tornou-se a autora da “primeira fake news” (cfr Gn. 3,1-15), o que levou às trágicas consequências do pecado, concretizando-se depois no primeiro fratricídio (cfr Gn 4) e em outras formas inumeráveis forma de mal contra Deus, o próximo, a sociedade e a criação”. É difícil reconhecer as fake news porque tem uma fisionomia mimética: é a dinâmica do mal que sempre se apresenta como um bem facilmente alcançável. A eficácia dramática deste gênero de conteúdos está precisamente no mascarar a própria falsidade, na capacidade de se apresentar como plausíveis para alguns agindo sobre competências, expectativas, preconceitos enraizados dentro de grupos sociais mais ou menos amplos. Por esta razão, as fake news são particularmente insidiosas, dotadas de uma capacidade de capturar a atenção dos destinatários de modo notável. Aspectos acentuados pelo papel das redes sociais na iniciação e propagação, que, unidos a um uso manipulador, acabam levando a formas de intolerância e ódio. Qual o antídoto para o veneno das fake news?  As falsas notícias, de fato, surgem do preconceito e da incapacidade de ouvir. “O melhor antídoto contra as falsidades – escreve o Santo Padre na mensagem – é deixar-se purificar pela verdade”. Só assim podemos contrastar, desde o seu surgimento, preconceitos e surdez, que não fazem nada senão interromper toda forma de comunicação, fechando tudo em um círculo vicioso. A capacidade de ouvir e, portanto, de diálogo exige uma maturidade humana que favoreça adaptações às diversas e inesperadas circunstâncias. A comunicação não é apenas transmissão de notícias: é disponibilidade, enriquecimento mútuo, relacionamento. Somente com um coração livre e capaz de escuta atenta e respeitosa, a comunicação pode construir pontes, oportunidades de paz sem fingimentos. Tudo isso nos exorta a não desistir na busca e na propagação da verdade, especialmente na educação dos jovens. Como recordava Paulo VI (cfr. Mensagem 1972: “As Comunicações sociais a serviço da verdade”): “O homem, e mais ainda o cristão, nunca abdicará jamais de sua capacidade de contribuir para a conquista da verdade: não só aquela abstracta ou filosófica, mas também aquela concreta e cotidiana de cada acontecimento: se […] Leia Mais »

Mensagem Papa Dia das Comunicações Sociais

Mensagem do Papa Francisco para o LII Dia Mundial das Comunicações Sociais (13 de maio de 2018) Tema: «“A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). Fake news e jornalismo de paz» Queridos irmãos e irmãs! No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9). Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI (cf. Mensagem de 1972: «Os instrumentos de comunicação social ao serviço da Verdade»). Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade. 1.     Que há de falso nas «notícias falsas»? A expressão fake news é objeto de discussão e debate. Geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais. Assim, a referida expressão alude a informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros económicos. A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis. Falsas mas verosímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio dum certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração. A sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos. A dificuldade em desvendar e erradicar as fake news é devida também ao facto de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogéneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes. Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas. O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade. 2.     Como podemos reconhecê-las? Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades. Não é tarefa fácil, porque a desinformação se baseia muitas vezes sobre discursos variegados, deliberadamente evasivos e subtilmente enganadores, valendo-se por vezes de mecanismos refinados. Por isso, são louváveis as iniciativas educativas que permitem apreender como ler e avaliar o contexto comunicativo, ensinando a não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento. Igualmente louváveis são as iniciativas institucionais e jurídicas empenhadas na definição de normativas que visam circunscrever o fenómeno, e ainda iniciativas, como as empreendidas pelas tech e media company, idóneas para definir novos critérios capazes de verificar as identidades pessoais que se escondem por detrás de milhões de perfis digitais. Mas a prevenção e identificação dos mecanismos da desinformação requerem também um discernimento profundo e cuidadoso. Com efeito, é preciso desmascarar uma lógica, que se poderia definir como a «lógica da serpente», capaz de se camuflar e morder em qualquer lugar. Trata-se da estratégia utilizada pela serpente – «o mais astuto de todos os animais», como diz o livro do Génesis (cf. 3, 1-15) – a qual se tornou, nos primórdios da humanidade, artífice da primeira fake news, que levou às trágicas consequências do pecado, concretizadas depois no primeiro fratricídio (cf. Gn 4) e em inúmeras outras formas de mal contra Deus, o próximo, a sociedade e a criação. A estratégia deste habilidoso «pai da mentira» (Jo 8, 44) é precisamente a mimese, uma rastejante e perigosa sedução que abre caminho no coração do homem com argumentações falsas e aliciantes. De facto, na narração do pecado original, o tentador aproxima-se da mulher, fingindo ser seu amigo e interessar-se pelo seu bem. Começa o diálogo com uma afirmação verdadeira, mas só em parte: «É verdade ter-vos Deus proibido comer o fruto de alguma árvore do jardim?» (Gn 3, 1). Na realidade, o que Deus dissera a Adão não foi que não comesse de nenhuma árvore, mas apenas de uma árvore: «Não comas o [fruto] da árvore do conhecimento do bem e do mal» (Gn 2, 17). Retorquindo, a mulher explica isso mesmo à serpente, mas deixa-se atrair pela sua provocação: «Podemos comer o fruto das árvores do jardim; mas, quanto ao fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: “Nunca o deveis comer nem sequer tocar nele, pois, se o fizerdes, morrereis”» (Gn 3, 2-3). Esta resposta tem sabor a legalismo e pessimismo: dando crédito ao falsário e deixando-se atrair pela sua apresentação dos factos, a mulher extravia-se. Em primeiro lugar, dá ouvidos à sua réplica tranquilizadora: «Não, não morrereis» (3, 4). Depois a argumentação do tentador assume uma aparência credível: «Deus sabe […] Leia Mais »

A busca da verdade é o mais radical antídoto ao vírus da falsidade

Nesta quarta-feira, 24 de janeiro, memória de São Francisco de Sales, padroeiro da imprensa católica, foi divulgada por ocasião do Dia Mundial das Comunicações Sociais a mensagem do Papa Francisco aos comunicadores de todo o mundo. O tema é: “A verdade vos tornará livres (Jo 8,32). Fake News e jornalismo de paz”. Numa mensagem articulada em 4 pontos, o Papa Francisco pede aos homens da comunicação que voltem aos fundamentos de sua profissão, ou melhor, à sua “missão”: “ser guardiões das notícias”. O tema da mensagem é de grande atualidade, no entanto, o Papa recorda que já em 1972 o seu predecessor Paulo VI escolhera para o Dia das Comunicações Sociais o tema da informação “a serviço da verdade”. Precisamos de um jornalismo que “não queime as notícias”, mas busque sempre a verdade e seja sempre “comprometido a indicar soluções alternativas às “escalation” do clamor e da violência verbal”. A desinformação desacredita as pessoas e fomenta conflitos Na primeira parte da Mensagem, o Papa analisa o fenômeno das “fake news”. As falsas notícias, observa, visam “enganar e até mesmo manipular o destinatário”. Observa que às vezes sua difusão visa “influenciar as escolhas políticas e favorecer os lucros económicos”. Hoje em dia, sua difusão “pode contar com um uso manipulador das redes sociais” que tornam “virais” as notícias falsas. O drama da desinformação, adverte Francesco, é “o descrédito do outro, a sua representação como inimigo” que pode até mesmo “fomentar conflitos”. Francisco destaca que muitas vezes afunda suas raízes “na sede de poder” que “se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração”. Fake news baseiam-se na “lógica da serpente”, nunca são inofensivas Todos, exorta a Mensagem, somos chamados a contrastar essas falsidades e chamar a atenção para as “iniciativas educativas” que ajudam a “não ser divulgadores inconscientes de desinformação, mas atores do seu desvendamento”. E aqui o Papa, voltando ao Livro do Gênesis, observa que, na base das notícias falas, há a “lógica da serpente” que, de alguma forma, tornou-se “artífice da primeira fake news”. O tentador, lê-se na Mensagem, “assume uma aparência credível” e concentra-se “na sedução que abre caminho no coração do homem com argumentos falsos e sedutores”. Precisamente como as notícias falsas. Este episódio bíblico mostra que “nenhuma desinformação é inofensiva; antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas”, já que também “uma distorção da verdade aparentemente leve pode ter efeitos perigosos”. A busca da verdade é o mais radical antídoto ao vírus da falsidade “Quem mente a si mesmo e escuta as próprias mentiras – escreve Francisco citando Dostoevskij, autor que muito aprecia – chega ao ponto de já não poder distinguir a verdade”. E precisamente a verdade, sublinha a Mensagem, é o antídoto mais radical ao “vírus da falsidade”. Portanto, ampliando o horizonte, o Papa enfatiza que a “libertação da falsidade e a busca do relacionamento” são os “dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis”. O jornalista seja “guardião das notícias”, vencendo a lógica do scoop As pessoas e não as estratégias, sublinha o Papa, são o melhor “antídoto contra falsidades”. As pessoas, acrescenta, que “livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga dum diálogo sincero, deixam emergir a verdade”. Evidencia assim a responsabilidade dos jornalistas ao informar. O jornalista, observa a Mensagem, é o “guardião das notícias” e tem a tarefa, “no frenesi das notícias e na voragem dos “scoop”, de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem o impacto sobre a “audience”, mas as pessoas”. Promover um jornalismo de paz que cria comunhão A Mensagem de Francisco termina com um forte apelo para um “jornalismo da paz”. Não se trata, adverte, de um “jornalismo «bonzinho», que negue a existência de problemas graves”, mas de um jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a “slogans” sensacionais e a declarações bombásticas”. Serve, escreve o Papa, um jornalismo “feito por pessoas para as pessoas, um jornalismo como “serviço”, que dê voz a quem não tem voz. O documento se conclui com uma oração inspirada em São Francisco. Fazei-nos reconhecer o mal que se insinua em uma comunicação que não cria comunhão, é a invocação do Papa, “onde houver sensacionalismo, fazei que usemos sobriedade; e onde houver falsidade, fazei que levemos verdade”. Leia íntegra da mensagem clicando aqui Por Alessandro Gisotti e Silvonei José Foto: Divulgação Leia Mais »