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Missa na Igreja São Lourenço dos Índios celebra 443 anos de Niterói

O Arcebispo Emérito, Dom Frei Alano Maria Pena, celebrou, no dia 22 de novembro, missa em comemoração aos 443 anos da cidade de Niterói. A celebração aconteceu na Igreja São Lourenço dos Índios, a Igreja mais antiga da cidade. Na Santa Missa estava presente o prefeito, Rodrigo Neves. “… autoridades dos demais setores da sociedade, que possam cada vez mais suplicar ao Espírito Santo que a Luz seja dada exatamente na medida em que o Senhor Jesus quer, que o dever dos senhores seja cumprido para a glória dele e para o bem de toda a comunidade, e aqui não se distinguem pessoas, são todos, aqui são se distinguem religiões, são todas, todos fazemos parte desse povo da nossa cidade, então todos devemos conjugar, todos devemos somar…”, disse  Dom Alano em sua homilia. Breve história da Cidade Sorriso A história de Niterói começa com a posse solene, do primeiro núcleo de povoamento, em 1573, da aldeia, fundada por Arariboia, que recebeu a denominação de São Lourenço dos Índios. Com a morte de Arariboia, em 1587, teve início o processo de declínio do aldeamento, justamente por localizar-se distante da “povoação maior”, Rio de Janeiro, e não oferecer condições para expansão. A chegada da Corte de D. João VI à Colônia Brasileira, em 1808, foi importante para o apogeu e progresso das freguesias do recôncavo, principalmente, a de São João de Icaraí. D. João  escolheu São Domingos, para localização de seu sitio para lazer. A estadia na Praia Grande, em comemoração às festividades de seu aniversário, foi responsável pelo aumento dos números de visitantes àquela localidade. O comércio e a navegação progrediram e se intensificaram, com o aparecimento  de vendedores ambulantes e mascates. A cidade se reestruturava gradativamente. Em 1841, é idealizado o Plano Taulois ou Plano da Cidade Nova, abrangendo o bairro de Icaraí e parte de Santa Rosa, constituindo-se num plano de arruamento de autoria do Engenheiro francês Pedro Taulois, organizado após a elevação da cidade à condição de capital. O traçado ortogonal da malha viária se iniciava na Praia de Icaraí e terminava na Rua Santa Rosa, duplicando a área urbanizada de Niterói. A condição de capital, estabelecida para a cidade, determinou uma série de desenvolvimentos urbanos, dentre os quais, a implantação de serviços básicos, como a barca a vapor (1835), pela Cantareira e Viação Fluminense, a iluminação publica a óleo de baleia (1837), os primeiros lampiões a gás (1847), abastecimento de água (1861), Companhia de Navegação de Nictheroy (1862), bonde de tração animal da Companhia de Ferro-Carril Nictheroyense (1871), Estrada de Ferro de Niterói, ligando a cidade a localidades do interior do Estado (1872), e bondes elétricos (1883), entre outros melhoramentos( fotos 08 e 14). No final do século XIX, a eclosão da revolta da armada (1893) destruiu vários prédios na zona urbana e bairros litorâneos, paralisando as atividades produtivas da cidade, o que fez com que divergências políticas internas interiorizassem a cidade-sede, principal causa da transferência da capital para Petrópolis. Esta condição permaneceu por quase 10 anos, possibilitando sua entrada no século XX com o projeto de reedificação da Capital. A cidade já havia sofrido fragmentação de seu território, em 1890, com a separação das freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiro e São Sebastião de Itaipu, que passaram a constituir o município de São Gonçalo. O retorno de Niterói à condição de Capital do Estado do Rio de Janeiro, em 1903 deu-se, principalmente, por sua proximidade com o Rio de Janeiro, o município  mais importante da rede urbana nacional (liderava as exportações de café, através do seu porto), e marcou um período de intervenções urbanas, provendo a cidade de qualificada infraestrutura, procurando organizar uma vida urbana condizente com sua condição, perante o estado fluminense. No final da década de 60, inicia-se a construção da Ponte Presidente Costa e Silva. Neste mesmo período, a cidade sofreu outro impacto em sua estrutura econômica. A Lei complementar n.º 20 de 1974, efetivaria a fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro, retirando de Niterói a condição de capital. A implantação do novo Estado do Rio de Janeiro ocorreu em 1975. A fusão trouxe o inevitável esvaziamento econômico da cidade, situação que se modificou, com a conclusão da Ponte Rio-Niterói, intensificando a produção imobiliária nas áreas centrais e bairros litorâneos, consolidados da Zona Sul (Icaraí e Santa Rosa), além de redirecionar a ocupação para áreas expansivas da cidade, como a região oceânica e a de Pendotiba. Formação Administrativa A freguesia foi criada com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 18-01-1696, por Deliberação Estadual de 15-08-1891, por Deliberação Estadual de 15-08-1891 e Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892. Pelo Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892, são criados os distritos de Barreto, Icaraí, São Domingos, São Lourenço e Jurujuba, anexados ao município de Niterói. Elevado à categoria de vila, com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 10-05-1819, foi desmembrado da Cidade do Rio de janeiro, com sede na Povoação de São Domingos da Praia Grande,  constituído do distrito Sede, instalado em 11-08-1819. Elevado à categoria de Capital do Estado, pela Lei Provincial n.º 2, de 26-03-1835, recebeu foros de Cidade, com a denominação de Niterói, pela Lei Provincial n.º 6, de 28-03-1835. Pelo Decreto Estadual n.º 124, de 22-09-1890, são desmembradas do município de Niterói as freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiros e São Sebastião de Itaipu, para constituírem o novo município de São Gonçalo. Deixou provisoriamente de ser Capital do Estado, em decorrência das Leis Estaduais n.ºs 50, 30-01-1894 e 89, de 01-10-1894. Voltou a ser Capital do Estado, pela Lei Estadual n.º 542, de 04-08-1902, reinstalada em 20-06-1895. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Niterói é constituído de 6 distritos: Niterói, São Domingos, Icaraí, São Lourenço, Barreto e Jurujuba. Na divisão administrativa de 1933, aparece constituído de 6 distritos: os 5 primeiros denominados Niterói, identificados apenas numericamente (1.°, 2.°, 3.°, 4.°, 5.°) e Jurujuba. Em divisões […] Leia Mais »

4ª-feira da 34ª Semana Tempo Comum

1ª Leitura – Ap 15,1-4 Entoavam o cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro. Leitura do Livro do Apocalipse de São João 15,1-4 Eu, João, 1 vi no céu outro sinal, grande e admirável: sete anjos, com as sete últimas pragas. Com elas o furor de Deus ia-se consumar. 2 Vi também como que […] Leia Mais »

São Clemente I

Clemente foi o quarto Papa da Igreja de Roma, ainda no primeiro século. Vivia em Roma e foi contemporâneo de São João Evangelista, São Felipe e São Paulo. A antiga tradição cristã o apresenta como filho do senador Faustino da família Flavia, parente do imperador Domiciano. Governou a Igreja por longo período, do ano 88 […] Leia Mais »