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Missa em igreja histórica celebra 444 anos de Niterói

No aniversário da cidade de Niterói, Dom José Francisco, Arcebispo de Niterói, celebrou uma Santa Missa que foi concelebrada por Dom Luiz Antônio, Bispo Auxiliar de Niterói. A Santa Celebração aconteceu na primeira igreja histórica fundada na cidade, em 1573.  Na Missa estavam presentes o prefeito o Rodrigo Neves e demais autoridades do município. “…. É significativa a nossa presença aqui, nesta Igreja histórica onde nasceu a cidade de Niterói, com Dom José de Anchieta que evangelizou e anunciou a palavra de Deus.  No Evangelho de hoje, (Lucas 19,11-28) a palavra nos mostra um poder que deve se tornar serviço, multiplicando os dons recebidos de Deus.  O medo não pode nos paralisar, a exemplo do servo que com medo do patrão guarda as moedas e não faz nenhum investimento, não soube partilhar, arriscar, buscar a prática do bem. Porque nas coisas de Deus e do seu reino, quando nós dividimos elas aumentam…” disse Dom José Francisco que também agradeceu a Deus por todos os que fizeram e fazem  parte da cidade de Niterói. Ao final da celebração, Dom Luiz Antônio, agradeceu pela presença de todos na celebração, “iniciando um dia de festa na presença do Senhor é importante e agradeço também pela acolhida de todos que me receberam quando aqui fui apresentado”. Lembrou também da Encíclica Deus é amor, do Papa Bento XVI que fala: “a Igreja não pode colocar-se no lugar do estado, mas também não pode ficar a margem da luta pela justiça”, e conclui fazendo lembrança ao dia de Santa Cecília, que é comemorado neste dia 22, “a política constrói uma sinfonia, uma música mais justa para os necessitados. Pela política unindo as vozes podemos construir uma sociedade melhor principalmente para os mais necessitados.” Breve história da Cidade Sorriso A história de Niterói começa com a posse solene, do primeiro núcleo de povoamento, em 1573, da aldeia, fundada por Arariboia, que recebeu a denominação de São Lourenço dos Índios. Com a morte de Arariboia, em 1587, teve início o processo de declínio do aldeamento, justamente por localizar-se distante da “povoação maior”, Rio de Janeiro, e não oferecer condições para expansão. A chegada da Corte de D. João VI à Colônia Brasileira, em 1808, foi importante para o apogeu e progresso das freguesias do recôncavo, principalmente, a de São João de Icaraí. D. João  escolheu São Domingos, para localização de seu sitio para lazer. A estadia na Praia Grande, em comemoração às festividades de seu aniversário, foi responsável pelo aumento dos números de visitantes àquela localidade. O comércio e a navegação progrediram e se intensificaram, com o aparecimento  de vendedores ambulantes e mascates. A cidade se reestruturava gradativamente. Em 1841, é idealizado o Plano Taulois ou Plano da Cidade Nova, abrangendo o bairro de Icaraí e parte de Santa Rosa, constituindo-se num plano de arruamento de autoria do Engenheiro francês Pedro Taulois, organizado após a elevação da cidade à condição de capital. O traçado ortogonal da malha viária se iniciava na Praia de Icaraí e terminava na Rua Santa Rosa, duplicando a área urbanizada de Niterói. A condição de capital, estabelecida para a cidade, determinou uma série de desenvolvimentos urbanos, dentre os quais, a implantação de serviços básicos, como a barca a vapor (1835), pela Cantareira e Viação Fluminense, a iluminação publica a óleo de baleia (1837), os primeiros lampiões a gás (1847), abastecimento de água (1861), Companhia de Navegação de Nictheroy (1862), bonde de tração animal da Companhia de Ferro-Carril Nictheroyense (1871), Estrada de Ferro de Niterói, ligando a cidade a localidades do interior do Estado (1872), e bondes elétricos (1883), entre outros melhoramentos( fotos 08 e 14). No final do século XIX, a eclosão da revolta da armada (1893) destruiu vários prédios na zona urbana e bairros litorâneos, paralisando as atividades produtivas da cidade, o que fez com que divergências políticas internas interiorizassem a cidade-sede, principal causa da transferência da capital para Petrópolis. Esta condição permaneceu por quase 10 anos, possibilitando sua entrada no século XX com o projeto de reedificação da Capital. A cidade já havia sofrido fragmentação de seu território, em 1890, com a separação das freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiro e São Sebastião de Itaipu, que passaram a constituir o município de São Gonçalo. O retorno de Niterói à condição de Capital do Estado do Rio de Janeiro, em 1903 deu-se, principalmente, por sua proximidade com o Rio de Janeiro, o município  mais importante da rede urbana nacional (liderava as exportações de café, através do seu porto), e marcou um período de intervenções urbanas, provendo a cidade de qualificada infraestrutura, procurando organizar uma vida urbana condizente com sua condição, perante o estado fluminense. No final da década de 60, inicia-se a construção da Ponte Presidente Costa e Silva. Neste mesmo período, a cidade sofreu outro impacto em sua estrutura econômica. A Lei complementar n.º 20 de 1974, efetivaria a fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro, retirando de Niterói a condição de capital. A implantação do novo Estado do Rio de Janeiro ocorreu em 1975. A fusão trouxe o inevitável esvaziamento econômico da cidade, situação que se modificou, com a conclusão da Ponte Rio-Niterói, intensificando a produção imobiliária nas áreas centrais e bairros litorâneos, consolidados da Zona Sul (Icaraí e Santa Rosa), além de redirecionar a ocupação para áreas expansivas da cidade, como a região oceânica e a de Pendotiba. Formação Administrativa A freguesia foi criada com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 18-01-1696, por Deliberação Estadual de 15-08-1891, por Deliberação Estadual de 15-08-1891 e Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892. Pelo Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892, são criados os distritos de Barreto, Icaraí, São Domingos, São Lourenço e Jurujuba, anexados ao município de Niterói. Elevado à categoria de vila, com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 10-05-1819, foi desmembrado da Cidade do Rio de janeiro, com sede na Povoação de São Domingos da Praia Grande,  constituído do distrito Sede, instalado […] Leia Mais »

Coordenação Arquidiocesana do Terço dos Homens convida para reunião Vicarial

No dia 23 de novembro, a Paróquia São Judas Tadeu em Icaraí, Niterói, recebe a reunião vicarial do Terço dos Homens. A reunião terá início às 20h e tem como proposta a décima Romaria Nacional do Terço dos Homens ao Santuário Nacional de Aparecida, que acontece nos dias 16 e 17 de fevereiro de 2018. A Paróquia São Judas fica na Avenida Almirante Ari Parreiras, s/n – Icaraí – Niterói – RJ. Informações pelo telefone: (21) 2610-1232 ou pelo e-mail: paroquia@paroquiadesaojudastadeu.org.br. Leia Mais »

Missa na igreja São Lourenço dos índios celebra 444 anos de Niterói

O Arcebispo Dom José Francisco celebra amanhã, dia 22 de novembro, missa pelos 444 anos da cidade de Niterói, concelebrada pelo Bispo Auxiliar de Niterói, Dom Luiz Antônio. A celebração acontecerá na Igreja São Lourenço dos Índios, a mais antiga da cidade. Na Santa Missa que será transmitida pela rádio Anunciadora, estarão presentes o Prefeito, Rodrigo Neves e demais chefes do município. A Igreja São Lourenço dos índios fica na Travessa Ladeira de São Lourenço, nº 112, São Lourenço, Niterói. Breve história da Cidade Sorriso A história de Niterói começa em 1573, com a posse solene do primeiro núcleo de povoamento, da aldeia, fundada por Arariboia, que recebeu o nome de São Lourenço dos Índios. Com a morte de Arariboia, em 1587, teve início o processo de declínio do aldeamento, justamente por localizar-se distante da “povoação maior”, Rio de Janeiro, e não oferecer condições para expansão. A chegada da Corte de D. João VI à Colônia Brasileira, em 1808, foi importante para o apogeu e progresso das freguesias do recôncavo, principalmente, a de São João de Icaraí. D. João  escolheu São Domingos, para localização de seu sitio de lazer. A estadia na Praia Grande, em comemoração às festividades de seu aniversário, foi responsável pelo aumento do número de visitantes àquela localidade. O comércio e a navegação progrediram e se intensificaram, com o aparecimento  de vendedores ambulantes e mascates. A cidade se reestruturava, gradativamente. Em 1841, é idealizado o Plano Taulois, ou Plano da Cidade Nova, organizado após a elevação da cidade à condiçãp de capital, que abrangia o bairro de Icaraí e parte de Santa Rosa, constituindo-se num plano de arruamento de autoria do engenheiro francês, Pedro Taulois. O traçado ortogonal da malha viária se iniciava na Praia de Icaraí e terminava na Rua Santa Rosa, duplicando a área urbanizada de Niterói. A condição de capital, estabelecida para a cidade, determinou uma série de desenvolvimentos urbanos, dentre os quais a implantação de serviços básicos, como a barca a vapor (1835), pela Cantareira e Viação Fluminense, a iluminação pública a óleo de baleia (1837), os primeiros lampiões a gás (1847), o abastecimento de água (1861), a Companhia de Navegação de Nictheroy (1862), o bonde de tração animal da Companhia de Ferro-Carril Nictheroyense (1871), a Estrada de Ferro de Niterói, ligando a cidade a localidades do interior do Estado (1872), e bondes elétricos (1883), entre outros melhoramentos (fotos 08 e 14). No final do século XIX, a eclosão da Revolta da Armada (1893) destruiu vários prédios na zona urbana e bairros litorâneos, paralisando as atividades produtivas da cidade, o que fez com que divergências políticas internas interiorizassem a cidade-sede, principal causa da transferência da capital para Petrópolis. Esta condição permaneceu por quase 10 anos, possibilitando sua entrada no século XX, com o projeto de reedificação da Capital. A cidade já havia sofrido fragmentação de seu território, em 1890, com a separação das freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiro e São Sebastião de Itaipu, que passaram a constituir o município de São Gonçalo. O retorno de Niterói à condição de Capital do Estado do Rio de Janeiro, em 1903 deu-se, principalmente, por sua proximidade com o Rio de Janeiro, o município  mais importante da rede urbana nacional , que liderava as exportações de café, através do seu porto, e marcou um período de intervenções urbanas, provendo a cidade de qualificada infraestrutura, procurando organizar uma vida urbana condizente com sua condição, perante o estado fluminense. No final da década de 60, inicia-se a construção da Ponte Presidente Costa e Silva. Neste mesmo período, a cidade sofreu outro impacto em sua estrutura econômica. A Lei complementar n.º 20 de 1974, efetivaria a fusão dos Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, retirando de Niterói a condição de capital. A implantação do novo Estado do Rio de Janeiro ocorreu em 1975. A fusão trouxe o inevitável esvaziamento econômico da cidade, situação que se modificou, com a conclusão da Ponte Rio-Niterói, intensificando a produção imobiliária nas áreas centrais e bairros litorâneos, consolidados da Zona Sul (Icaraí e Santa Rosa), além de redirecionar a ocupação para áreas expansivas da cidade, como a região oceânica e a de Pendotiba. Formação Administrativa A freguesia foi criada com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 18-01-1696, por Deliberação Estadual de 15-08-1891, por Deliberação Estadual de 15-08-1891 e Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892. Pelo Decreto Estadual n.º 1, de 08-05-1892, são criados os distritos de Barreto, Icaraí, São Domingos, São Lourenço e Jurujuba, anexados ao município de Niterói. Elevado à categoria de vila, com a denominação de Vila Real da Praia Grande, por Alvará de 10-05-1819, foi desmembrado da Cidade do Rio de janeiro, com sede na Povoação de São Domingos da Praia Grande,  constituído do distrito Sede, instalado em 11-08-1819. Elevado à categoria de Capital do Estado, pela Lei Provincial n.º 2, de 26-03-1835, recebeu foros de Cidade, com a denominação de Niterói, pela Lei Provincial n.º 6, de 28-03-1835. Pelo Decreto Estadual n.º 124, de 22-09-1890, são desmembradas do município de Niterói as freguesias de São Gonçalo, Nossa Senhora da Conceição de Cordeiros e São Sebastião de Itaipu, para constituírem o novo município de São Gonçalo. Deixou provisoriamente de ser Capital do Estado, em decorrência das Leis Estaduais n.ºs 50, 30-01-1894 e 89, de 01-10-1894. Voltou a ser Capital do Estado, pela Lei Estadual n.º 542, de 04-08-1902, reinstalada em 20-06-1895. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município de Niterói é constituído de 6 distritos: Niterói, São Domingos, Icaraí, São Lourenço, Barreto e Jurujuba. Na divisão administrativa de 1933, aparece constituído de 6 distritos: os 5 primeiros denominados Niterói, identificados apenas numericamente (1.°, 2.°, 3.°, 4.°, 5.°) e Jurujuba. Em divisões territoriais, datadas de 1936 e 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual n.º 392-A, de 31-03-1938, o município de Niterói permanece como único termo judiciário da comarca de Niterói, e se compõe do distrito Sede, subdividido em 2 zonas: a […] Leia Mais »

Encontro de Lideranças 2017 acontecerá em Tanguá

O Encontro Arquidiocesano de Lideranças acontece, no próximo dia 11 de novembro, sábado, às 8h na Paróquia Nossa Senhora do Amparo, situada à Rua Terezinha Campins Gonçalves, 21 – Centro de TANGUÁ. De acordo com a solicitação do senhor Arcebispo Dom José Francisco, cada paróquia deverá enviar 3 leigos para a atividade, cujos nomes já foram previamente informados ao vigário episcopal de cada vicariato. A presença de cada paróquia é muito importante. O SECOM transmite pela LIVE do facebook: fb.com/arqnit todo o encontro. Foto: Arquivo Leia Mais »

Começa IV Seminário de Comunicação

Começou no dia 07 de novembro, no Centro de Estudos do Sumaré, Rio Comprido, o IV Seminário de Comunicação, que se encerra no dia 10 de novembro. O tema “Ser Igreja na rede: a cultura digital como um recurso” está sendo debatido por palestrantes do Brasil, da Itália (Roma) e dos Estados Unidos. Segundo o anfitrião, Arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, eles “são profissionais capacitados a proporcionar uma reflexão sobre temas que tocam, concretamente, o apostolado da Igreja, nestes tempos de uma cultura digital”. Um dos organizadores, Padre Arnaldo Rodrigues, disse que o objetivo do encontro é fazer um estudo da Igreja, no ambiente das redes sociais e novas tecnologias, nos dias atuais. “A Igreja está inserida nesse contexto. E quisemos fazer esse estudo, trazendo alguns profissionais dessa área. Esses encontros nos ajudam, inclusive, a nos prepararmos para os momentos que virão na era digital”, afirmou o sacerdote. Os conferencistas são: o secretário da Secretaria para a Comunicação da Santa Sé (Dicastério para a Comunicação), Monsenhor Lucio Ruiz; o Vice-presidente executivo da Qualcomm Technologies, Inc. e Presidente da Qualcomm CDMA Technologies (Califórnia, EUA), Cristiano Amon; o Jornalista e Professor das universidades Facha, Metropolitana do México, Escola Superior de Propaganda e Marketing e PUC-Rio, Fernando Morgado e o assessor da Comissão Episcopal para Comunicação da CNBB, Padre Antônio Xavier. Dentre as reflexões objetos do encontro, estarão: a construção da cultura digital; o meio digital como “liquidificador” de relações; o empoderamento das pessoas através do uso da rede; a rede entre conexão e solidão; a rede e o conceito de comunhão eclesial; o smartphone – maior plataforma de desenvolvimento e comunicações da Humanidade. O que esperar da próxima década, e como a tecnologia continuará a se desenvolver, também serão temas de explanação no encontro. “Desejo ressaltar a importância de continuarmos a preparação daqueles que colaboram com nosso pastoreio, para ajudar nossas dioceses, congregações e institutos. Somos, constantemente, chamados a olhar a realidade como se apresenta, a refletir e a dar uma resposta, sempre atual, com base no Evangelho, aplicando-a nas novas ‘praças de evangelização’ e com os novos meios disponíveis”, exortou Dom Orani. Segundo ele, o aumento do número de participantes do seminário pode ser observado ao longo dos anos. Na primeira edição do evento, foram 97 inscritos, enquanto no último em 2016, 106. Nesta edição, as inscrições foram encerradas e passam de 116. Segundo a organização, o evento foi pensado para ser único, ou seja, acontecer apenas uma vez. Mas devido ao sucesso e à necessidade, tornou-se um encontro anual. “Isto nos mostra uma busca pelo aperfeiçoamento e uma necessidade de ajudarmos nossos colaboradores mais diretos, na área da comunicação, a estar sempre mais preparados, também tecnicamente, para os desafios que temos diante de nós”, afirmou Dom Orani. Padre Arnaldo avisou que, além das palestras, haverá atividades culturais ligadas à área da comunicação. “Cada diocese, movimento ou grupo, que estiver presente, poderá levar para seu local de trabalho as ideias e partilhas que tiveram durante o seminário. Portanto, pedimos a Deus que nos auxilie e nos conduza, para que nos coloquemos a serviço da Palavra, a fim de comunicarmos aquilo que o Senhor Jesus Cristo nos pede, sempre com mais profissionalismo, zelo, atenção e fidelidade”, pontuou. Acompanhe as palestras, no Facebook do Niterói Católico: fb.com/niteroicatolico, cuja transmissão ocorre em parceria com a Web TV Redentor que, gentilmente, cede as imagens. Por João Dias com ArqRio Fotos: ArqRio Leia Mais »

Festa do Leigo na Arquidiocese de Niterói

O ano litúrgico se encerra no último domingo de novembro, dia 26, quando se  comemora a Festa de Cristo Rei e o Dia do Leigo. A Arquidiocese de Niterói convida  todos os fiéis, para, no próximo fim de semana, 11 e 12 de novembro,  participarem da “Festa do Leigo”, no Seminário São José, Rua Dr. Genserico Ribeiro, 59, São Lourenco-Niterói. Confira a programação No sábado, as 18:30, acontecerá a Santa Missa, celebrada por Dom José Francisco, seguida pela procissão luminosa, com a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, e louvor, com o Ministério São José. Domingo, a programação continua, com a Celebração da Missa, às 11:00 horas, por Dom Luiz Ricci, seguindo-se a procissão do adeus e bênção das rosas ,com as relíquias dos Santos Pastorinhos. Almoço e música ao vivo encerram a festividade. Por Íngrid Bianchini Foto: divulgação Leia Mais »

Terço na praia reúne muitos fiéis em Icaraí

Final de tarde de segunda-feira, sol, a brisa do mar e um cenário, na praia. Não haveria lugar mais inusitado e belo para encontrar Nossa Senhora, e rezar o terço mariano na praia. Este movimento já existe há 6 anos, mas agora está crescendo, com a adesão do Apostolado do Rosário e do Manto de Nossa Senhora de Guadalupe, a partir deste ano, e está unido a todos os Movimentos Marianos que existem na paróquia de São Judas Tadeu, em Icaraí. O Terço na Praia de Icaraí acontece todas as segundas-feiras, às 18h30 próximo à igreja de São Judas Tadeu, na Avenida Almirante Ari Parreiras, s/nº, Icaraí, Niterói. Durante o horário de verão, a organização do Terço na Praia, informa que o início será às 19h. Por João Dias Fotos: Rosa Nacif Leia Mais »

Dom Luiz Ricci participa de apresentação na PUC-RIO

No dia 7 de novembro, Dom Luiz Ricci, Bispo Auxiliar de Niterói, participou pela manhã, de uma mesa no Departamento de Teologia da PUC-RIO, em que apresentou o conceito de “mistanásia e bioética. Na apresentação, Dom Luiz Ricci, conceituou a  mistanásia (morte causada pela exclusão social) pelo viés da bioética social, cotidiana, crítica, latino-americana e integrativa. O autor explicou que o neologismo mistanásia foi cunhado por Márcio Fabri dos Anjos. “Trata-se de um conceito já coexistente e subjacente nas reflexões bioéticas, especialmente na América Latina, mas que ainda não aparece de forma clara e satisfatoriamente difusa. O viver sofrido quase sempre leva a morrer fora do tempo ou ‘antes da hora’. Mistanásia, como morte social, é um referencial que vem preencher uma lacuna sentida no habitual trio eutanásia, distanásia e ortotanásia, transformando-o em quarteto com a sua inserção.” Dom Ricci explicou que a bioética, como ética aplicada, situada num contexto social injusto e plural, visa contribuir para a defesa e a promoção da vida humana, sobretudo a vulnerada e exposta à possibilidade de morte mistanásica. O Bispo Auxiliar é autor do livro Morte Social mistanásia e bioética, resultado do pós-doutorado do Professor Doutor Dom Luiz Antônio Lopes Ricci, e encontra-se à venda nas livrarias. O livro é dividido em cinco capítulos, começando com o autor discorrendo sobre o modo de ser latino-americano, como ambiente favorável para o surgimento do conceito de mistanásia, seguido de uma proposta de mística para a bioética. Na sequência, são apresentados os cenários históricos que precederam o termo, e depois a apresentação do conceito, sua difusão e contribuição para o deslocamento do acento em bioética. Por João Dias Fotos: Padre Leandro Feire Leia Mais »

Celebração pelos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio 2017

Estudantes de todo o país  se dedicaram durante este ano com estudos diários, incluindo finais de semana, para a tão sonhada chance de entrar na Universidade, através do ENEM.  Sabe-se que às vésperas das provas, muitos especialistas, psicólogos, pedagogos aconselham o candidato a descansar ou fazer algo prazeroso, que não o deixe mais ansioso. Como diz essa canção “… Meu prazer é te louvar, meu prazer é estar nos átrios do Senhor…” A Paróquia Nossa Senhora da Assunção de Cabo Frio está preparando um momento especial, de encontro com o Senhor, Príncipe da Paz, a candidatos e seus familiares. Será no dia 03 de novembro, a  Santa Missa  pelo ENEM e após, Adoração com a bênção do Santíssimo Sacramento,  na Matriz histórica, rua 13 de Novembro, s/n – Centro, Cabo Frio, às 19:00 horas. Mais de 6 milhões de pessoas estão inscritas para esta edição do Exame Nacional, e as provas serão aplicadas nos próximos dias 05 e 12 de novembro, a partir das 13:00 horas, horário de Brasília. Por Ingrid Bianchini  Leia Mais »

Comunidade Católica em São Gonçalo se prepara para o Cerco de Jericó

“Dai volta à cidade, vós todos, homens de guerra; contornai toda a cidade uma vez. Assim farás durante seis dias. Sete sacerdotes, tocando sete trombetas, irão adiante da arca. No sétimo dia dareis sete vezes volta à cidade, tocando os sacerdotes a trombeta. Quando o som da trombeta for mais forte e ouvirdes a sua voz, todo o povo soltará um grande clamor e a muralha da cidade desabará. ” (Josué 6 , 3-5) A exemplo de Josué, a  Comunidade Anunciadores da Misericórdia convida a todos os fiéis para o Cerco de Jericó, onde  unidos como Igreja, será feito um grande clamor pelas famílias, pela cidade de São Gonçalo, pelos sacerdotes, pela construção da nova Catedral e as obras na casa comunitária. Perseverantes com orações e louvor diante do Santíssimo Sacramento, no decorrer de sete dias, o cerco terá início com a santa Missa, no dia 03 de novembro, às 18:00 horas, na Casa da Misericórdia, Rua Eduardo Vieira, 76, Centro -São Gonçalo. Por Ingrid Bianchini  Leia Mais »