Atualidades

Santo Virgílio

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São Virgílio nasceu no ano 700, na Irlanda, onde abraçou com sua juventude e ardor a vida monástica e sacerdotal. Foi batizado com o nome de Fergal, depois traduzido para o latim como Virgílio. Católico, na juventude voltou-se para a vida religiosa, tornou-se monge e, a seguir, abade do Mosteiro de Aghaboe, na Irlanda, onde […]

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Campanha da água para cidades atingidas pelo rompimento da barragem

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A Arquidiocese de Niterói iniciou uma campanha de arrecadação de água para as cidades abastecidas pelo Rio Doce. Dom José Francisco, Arcebispo Metropolitano de Niterói, fez seu pedido de ajuda: “Devido ao lamentável fato do rompimento da barragem no município de Mariana e conscientes das dificuldades de tantos irmãos necessitados de água, nossa Arquidiocese também está realizando uma campanha.”, disse o Arcebispo em carta. As doações poderão ser feitas de duas formas: – doação de garrafas de água (de um litro e meio ou galões), que poderão ser entregues nas Paróquias. – doação em dinheiro na conta do banco Bradesco – Agência 2510, Conta Corrente 9378-5. A própria Arquidiocese irá monitorar essa conta que será utilizada para compra de água. Mais informações pelo telefone (21) 3602-1700 com Rosa. Entenda a maior tragédia Ambiental do Brasil O rompimento da Barragem de rejeitos aconteceu na quinta-feira, 5 de novembro e causou uma enxurrada de lama no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. A lama também chegou ao Espírito Santo e afetou o abastecimento de água de Baixo Guandu, Colatina e Linhares. O rompimento de barragem em Minas é considerada o maior desastre ambiental do país. Pelos cálculos do Ibama, a avalanche de lama que apagou do mapa o distrito de Bento Rodrigues depois do rompimento da barragem da Samarco na cidade mineira de Mariana terminou seu percurso, no mar do Espírito Santo. Com a chegada dos rejeitos de mineração ao Oceano Atlântico os prejuízos ambientais são incalculáveis na vida marítima. Segundo especialistas os segmentos de lama já estão afetando duas formas do ecossistema marinho, sufocando os organismos que formam a base da cadeia alimentar, como os mexilhões, ou impedindo a penetração da luz solar, essencial para a fotossíntese de organismos como os fitoplânctons, que servem de alimento para os animais. O mesmo aconteceu ao longo do leito do Rio Doce – dezenas de espécies morreram asfixiadas pela lama. Mais grave: como a tragédia aconteceu justamente na época de reprodução dos peixes, as espécies mortas estavam com muitos ovos. Isso pode provocar desequilíbrio na natureza em longo prazo, já que algumas espécies podem ser extintas. Outro temor dos ambientalistas é o que essa lama chegue ao recife de corais de Abrolhos, a 250 quilômetros da costa do Espírito Santo. Se isso ocorrer, os rejeitos vão arrasar a fauna e a flora da região, que possui a maior biodiversidade do Brasil. Contudo, estudos do Ibama descartam esse risco até o momento. Para conter os danos e evitar que uma grande quantidade de rejeitos contamine o Atlântico, o Ibama informou que adotou três medidas: utilização de floculantes, para fazer com que os sedimentos que estão na superfície afundem, de forma a permitir a passagem de água limpa; a instalação de diques na barragem de Santarém, para evitar que as águas das nascentes fiquem sujas, e o uso de barreiras de contenção das áreas de estuário, ambiente de transição entre mar e rio, para fazer com que o material que fica na superfície não atinja os manguezais. Se a correnteza do mar estiver mais forte do que a onda do Rio Doce, ele mesmo pode se limpar dos rejeitos de minério. Caso contrário, eles ficarão concentrados próximos à costa. No verão, a tendência é o mar jogar os rejeitos para a praia. Até agora, a Samarco firmou um acordo com o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Minas Gerais que estabelece o pagamento de 1 bilhão de reais para o custeio de medidas preventivas emergenciais, de contenção de danos e também para o pagamento de indenizações. A empresa também foi multada em 112 milhões de reais pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) de Mariana e em 250 milhões de reais pelo Ibama. Por João Dias Com informações do Ibama/Arquidiocese de Mariana/G1/ Estação de Biologia Marinha Augusto Ruschi/UERJ/UFMG/ UFES

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Arquidiocese de Niterói recebe IIº Encontro de Corais

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No sábado, dia 29 de novembro, a Paróquia São Judas Tadeu em Icaraí, Niterói, recebe o IIº encontro de Corais da Arquidiocese de Niterói. O evento começa às 15h com entrada franca. A organização do evento é da Paróquia de São Judas Tadeu e do Coral Arquidiocesano de Niterói. Segundo a organização, o encontro terá a participação do Coral São João Paulo II, Coral Arquidiocesano de Niterói, Coral do IBGE e o Coral Harte Vocal. A Paróquia São Judas Tadeu fica na Avenida Ari Parreiras, s/nº, Praia de Icaraí, Niterói.

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Em Mariana (MG) atingidos vivenciam etapas de negociação

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Mais uma reunião da mesa de negociação, intermediada pelo Governo do Estado, foi realizada nessa quarta-feira, 26 de novembro, em Mariana. Durante a conversa o representante da Samarco, José Luiz Santiago, disse que a meta da empresa é fazer a mudança de 25 famílias por semana. Atualmente, a empresa calcula cerca de 300 famílias aguardando para serem transferidas de hotéis e pousadas para casas alugadas pela empresa. As famílias devem viver nessas moradias provisórias até que seja reconstruída uma nova comunidade. O coordenador arquidiocesano de pastoral, padre Geraldo Martins, fez um apelo durante a reunião para que as famílias não passem tanto tempo nos hotéis. “A Arquidiocese entende que quanto mais rápido as famílias saírem dos hotéis melhor. Estamos próximos de uma data muito significativa para todos, o Natal, e o sofrimento dessas famílias seria ainda mais intenso, mas agudo, se tiverem que passar o Natal nesses hotéis. Isso significa que não poderão receber seus famílias e amigos, que não poderão fazer a ceia como tem costume de fazer, não poderão, portanto, celebrar o Natal do seu jeito, da sua fé. Então o nosso apelo a empresa é nessa direção, para que a empresa repense o seu cronograma, para que até o Natal todas as famílias, que assim desejarem, já estejam nas casas provisorias”. Participam dessa mesa de negociação representantes do atingidos, da Arquidiocese de Mariana, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a empresa, entidades do poder público e sociedade civil. “Estamos aqui para ajudar” A Arquidiocese de Mariana e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) se reuniu na terça-feira, 24 de novembro, com os atingidos de Bento Rodrigues e Paracatu para tirar dúvidas e explicar melhor as propostas que estão sendo apresentadas a empresa. Durante a conversa o coordenador arquidiocesano de pastoral, padre Geraldo Martins, reforçou que a Arquidiocese e o MAB só tem o objetivo de ajudar. “Nosso papel é ajudar. Vocês é que tem que falar por vocês”. Durante a conversa, o representante do MAB, Joceli Andrioli, ressaltou a experiência e história do movimento. “O MAB foi uma construção de pessoas atingidas. O movimento foi construído para os atingidos terem voz”. Propostas Uma conversa sobre as pautas de exigência dos moradores das áreas atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão foi realizada na terça-feira, 24 de novembro, no Centro de Convenções de Mariana. O debate contou com a presença de representantes da Samarco e das comissões representativas de Bento Rodrigues, Paracatu, Barra longa e outros lugares afetados. Na oportunidade, a empresa expôs alguns pontos que foram demandados na última reunião com as comissões. Entre esses pontos, a proposta de remuneração mensal no valor de um salário mínimo por grupo familiar mais 20% do salário para cada dependente, o início das instalações de sirenes móveis como estratégia de alerta para as áreas que podem ser atingidas caso outra barragem rompa, cadastro dos profissionais em um banco de dados na busca por empregar esse trabalhadores foram colocados pela empresa. Além disso, a inclusão do valor da cesta básica na remuneração mensal também foi mencionada juntamente com a restruturação de estabelecimentos, como salão de beleza e comércio. O promotor de justiça, Guilherme Meneguim, ressaltou na reunião que os moradores atingidos não são obrigados a aceitar a proposta oferecida pela Samarco. “Eles possuem o direito de entregar a proposta deles e esperar a resposta.  Caso a empresa não aceite a pauta entregue pelos moradores teremos que tomar providências jurídicas no Ministério Público”, completa. Outro encontro foi marcado para próximo sábado, 28 de novembro, às 9h, no espaço Coliseu. Nessa assembleia, as comissões vão ser legitimadas e poderão entregar a pauta de reivindicações dos atingidos para a mineradora. Com informações do MAB

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