Atualidades

Santo Narciso

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Acredita-se que o episcopado médio de um bispo de Jerusalém era curto, como se vê pelos governos episcopais dos que se seguiram Simeão de Jerusalém, o segundo bispo da cidade, que foi martirizado em 117 d.C. pelo imperador romano Trajano. Diz a tradição que Narciso nasceu na Grécia por volta do ano 99 d.C. e […]

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Missas de finados nos cemitérios da Arquidiocese

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No dia 2 de novembro, celebramos de modo especial à memória dos nossos irmãos já falecidos, rogando a Deus por eles. O Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco, celebrará Missa pela manhã às 9 horas no Cemitério Parque da Paz, no bairro Pacheco. São João Paulo II por ocasião do Dia de Finados do ano de 2002 disse: “…que este dia seja uma ocasião para invocar, em coro, a paz: ‘paz para quem viveu, paz para quem vive, paz para quem viverá’”. A liturgia realça a ressurreição e a vida, tendo como referência a própria ressurreição de Cristo. Embora sintamos a morte de alguém, acreditamos na vida eterna. Por isso Santo Agostinho nos recomenda: “Saudade sim, tristeza não”. Confira os horários das Missas nos Cemitérios dos municípios de Niterói, São Gonçalo, Rio Bonito e Maricá: Município de Niterói Vicariato Niterói Cemitério Maruí no Barreto às 8h, 9h30min, 11h, 13h, 14h30min, e 16h. Vicariato Oceânico Parque da Colina – Pendotiba: 10h e 16h Cemitério São Lázaro (Itaipu): 9h Município de São Gonçalo Vicariato São Gonçalo Cemitérios São Gonçalo: 8h, 10h e 16h São Miguel: 8h, 10h e 16h Vicariato Alcântara Cemitério Parque da Paz: 9h e 15h Cemitério Pacheco: 10h Cemitério Santa Isabel: 11h Cemitério Parque Nictheroy: 9h e 15h   Município de Maricá Vicariato Oceânico Cemitério de Maricá: 10h Município de Rio Bonito Vicariato Rural Cemitério Boa Esperança: 9h Município de Itaboraí Vicariato Rural Cemitério São João Batista: 8h Cemitério Parque da Paz: 9h DIA DE FINADOS – A lembrança dos fieis defuntos à luz da ressurreição O dia de Finados oferece-nos oportunidades diversas, tanto no campo das virtudes da fé e da esperança, como num profundo mergulho na nossa condição de seres transitórios, limitados no tempo e no espaço da história em curso. Debruçamos sobre a tirania da morte, mas sentindo e celebrando a magnífica suavidade da Ressurreição de Jesus. Afinal, a morte termina com o nosso peregrinar terreno e nos projeta e nos conduz à esplêndida e aguardada residência definitiva, o céu. Os limites humanos não existirão mais e nas mãos do Pai do céu serão colocados os bens que praticamos. A riqueza da Sagrada Liturgia das Santas Missas com as diversas opções de leituras e textos eucológicos utilizados em nossas igrejas e nos cemitérios, conduz-nos a momentos de luz e vida, embora esteja presente o desconforto da certeza de nossa transitoriedade. “A Igreja, diz-nos o Missal Romano, oferece o sacrifício eucarístico da Páscoa de Cristo pelos defuntos, a fim de que, pela comunhão de todos os membros de Cristo entre si, o que obtém para uns o socorro espiritual traga aos outros a consolação da esperança”. A força da sagrada Eucaristia invade a nossa pobre miséria e nos faz perceber e sentir que já somos vitoriosos na derrota que a morte sofreu pela morte de Jesus Cristo. No momento em que Jesus morria a poderosa morte era vencida e, naquela sepultura de Jesus, ela foi depositada e desapareceu. “A morte foi tragada pela vitória. Ó morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu aguilhão?” (1Cor 15,55). A certeza da morte e a lembrança dos mortos presentes e colocados nas missas exéquias evocam nossas limitações humanas, mas dimensionam nossa existência na certeza de que no canteiro de nossas ações vamos semeando e cultivando a semente do Reino que já está entre nós. Quem sabe, no palco de nossas possíveis tristezas onde a poderosa morte está em cena, ha de reacender, ainda com mais força, a presença do Senhor vivo e ressuscitado. Neste dia, não deve estar ausente nossa madura comunhão com nossos irmãos falecidos, padecentes e os triunfantes, bem como com a Igreja, povo de Deus a caminho da celeste Jerusalém. Esta verdade está muito presente nas três santas missas que os sacerdotes podem celebrar, das quais uma será por todos os defuntos e uma, nas intenções do Papa. Celebrar o dia de Finados na dimensão da fé e da esperança, na maturidade da caridade sem medida é um momento fecundo para se adubar com carinho o canteiro de nossa vida com as boas obras, regá-lo com nossas lágrimas, esperando que a colheita não deva, necessariamente, acontecer aqui, mas na glória do céu. Até lá! Mons. João Alves Guedes

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