Atualidades

São Zacarias e Santa Isabel

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“Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, às pressas, a uma cidade da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.  Com um grande grito exclamou: “Você é bendita entre as […]

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Abertura do Jubileu da Misericórdia na Arquidiocese

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O Jubileu da Misericórdia terá início no dia 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. A abertura da Porta Santa da Basílica de São João em Latrão e nas Catedrais do Mundo será feita alguns dias depois, em 13 de dezembro.  Já a abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior, ocorrerá no primeiro dia do ano de 2016, único evento previsto para o mês de janeiro. Em novembro de 2016, no dia 13, haverá o fechamento da Porta Santa nas Basílicas de Roma e nas Dioceses. E no dia 20, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, o fechamento da Porta Santa na Basílica de São Pedro e o final do Jubileu da Misericórdia. A Carta, publicada pelo Papa Francisco, no dia 1º de setembro, endereçada ao Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, D. Rino Fisichella, concede a indulgência, por ocasião do jubileu extraordinário da misericórdia, aos fiéis peregrinos que visitarem a Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelos Bispos diocesanos, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Igualmente, pode-se obter a indulgência, nos Santuários em que se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que, tradicionalmente, são identificadas como Jubilares. O Santo Padre decide também, para o Ano Jubilar, conceder a todos os sacerdotes a faculdade de absolver do pecado do aborto aqueles que o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem perdão. O Jubileu na Arquidiocese de Niterói A abertura da porta da Catedral de São João Batista, ocorrerá no dia 19 de dezembro. Neste dia haverá uma programação especial, com início às 9h. Confira a programação: 19 de dezembro 9h – Adoração ao Santíssimo 14h – Concentração 15h – Terço da Misericórdia 15h30 – Pregação 15h50 – Preparação para a Santa Missa 16h – Santa Missa e abertura da Porta da Misericórdia 17h30 – Show e pregação Confissões ao longo do dia Paróquias para receber indulgências no Jubileu da Misericórdia O dom da indulgência manifesta a plenitude da Misericórdia de Deus, que é expressa em primeiro lugar no sacramento da Penitência e da Reconciliação. Confira as Paróquias por vicariatos: Vicariato Niterói – Catedral de São João Batista. Vicariato Oceânico – Paróquia Santa Terezinha em Rio do Ouro. Vicariato Lagos – Paróquia de São Pedro em São Pedro da Aldeia. Vicariato Rural – Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado em Porto das Caixas – Itaboraí. Vicariato Alcântara – Paróquia São Pedro de Alcântara em São Gonçalo. Vicariato São Gonçalo – Paróquia São Gonçalo do Amarante. Conhecendo um pouco sobre as indulgências A reconciliação com Deus, embora seja dom da Sua misericórdia, implica um processo em que o homem está envolvido no seu empenho pessoal, e a Igreja, na sua missão sacramental. O caminho de reconciliação tem o seu centro no sacramento da Penitência. Depois do perdão do pecado, obtido mediante este sacramento, o ser humano permanece marcado por aqueles “resíduos”, que não o deixam totalmente aberto à graça. Precisa de purificação, e daquela renovação total, em virtude da graça de Cristo, para cuja obtenção o dom da indulgência lhe é de grande ajuda. Apelos de índole geral sobre as Indulgências 1. A Indulgência é assim definida no Código de Direito Canónico (cf. cân. 992) e no Catecismo da Igreja Católica (n. 1471): “A indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições pela ação da Igreja que, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”. 2. Em geral, a obtenção das Indulgências exige determinadas condições (ver abaixo nn. 3-4) e o cumprimento de certas obras (ver nn. 8-10, onde se indicam as que são próprias do Ano Santo). 3. Para obter as Indulgências, tanto plenárias como parciais, é preciso que, pelo menos antes de cumprir as últimas disposições da obra indulgenciada, o fiel esteja em estado de graça. 4. A Indulgência plenária só pode ser obtida uma vez por dia. Mas para a conseguir, além do estado de graça, é necessário que o fiel: — tenha a disposição interior do completo afastamento do pecado, mesmo que só venial; — se confesse sacramentalmente dos seus pecados; — receba a Santíssima Eucaristia (certamente, é melhor recebê-la participando da Santa Missa, mas para a Indulgência só é necessária a sagrada Comunhão); — ore segundo as intenções do Sumo Pontífice. 5. É conveniente, mas não necessário, que a Confissão sacramental e, em especial, a sagrada Comunhão e a oração pelas intenções do Papa sejam no mesmo dia em que se cumpre a obra indulgenciada. Estes ritos sagrados e orações devem ser cumpridos dentro de alguns dias (cerca de 20), antes ou depois do acto indulgenciado. A oração, segundo a intenção do Papa, é deixada à escolha do fiel, mas sugere-se um Pai Nosso e uma Ave Maria. Para diversas Indulgências plenárias, é suficiente uma Confissão sacramental, mas requer-se uma distinta sagrada Comunhão e uma distinta prece, segundo a intenção do Santo Padre, para cada Indulgência plenária. 6. Os confessores podem comutar, em favor daqueles que estão legitimamente impedidos, quer a obra prescrita quer as condições requeridas (exceto, obviamente, a separação do pecado, mesmo venial). 7. As Indulgências são sempre aplicáveis à própria pessoa ou às almas dos defuntos, mas não a outras pessoas vivas sobre a terra. Aspectos próprios do Ano jubilar Tendo em vista as necessárias condições, de que se fala nos números 3-4, os fiéis podem obter a indulgência jubilar cumprindo uma das seguintes obras, expressas a seguir em três categorias. 8. Obra de piedade ou religião: — fazer uma piedosa peregrinação a um Santuário ou lugar jubilar (em Roma: uma das 4 Basílicas patriarcais – São Pedro, São João de Latrão, Santa Maria Maior, São Paulo fora dos Muros – ou a Basílica da […]

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