Atualidades

Problema em Servidor deixa o site da Arquidiocese fora do ar

O site da Arquidiocese de Niterói (ArqNit) esteve fora do ar, ainda sem causas definidas. O problema foi resolvido às 9h30 do dia 29 de dezembro, com a substituição da plataforma digital. O problema, que deixou o site da Arquidiocese desabilitado, do dia 26 ao dia 29 de dezembro, ainda não foi identificado pelo provedor VIVO Cloud.  O usuário que tentava acessar o site recebia uma mensagem, informando que o site se encontrava com o erro 500. O Setor de Comunicação vem cobrando solução junto à empresa VIVO Cloud, e até o momento não obteve resposta. Após a solução do problema, com a troca de plataforma, o Setor de Comunicação pede desculpas pelo ocorrido. Leia o comunicado: Leia Mais »

Dom José Francisco anuncia transferência de padres

O Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, comunica mudanças no Clero da Arquidiocese de Niterói, observando as necessidades pastorais da Igreja, e para o bem do povo de Deus. Alguns padres foram remanejados de paróquias e outros assumiram novas funções. O Arcebispo é sempre aquele que, como pai, acompanha e pode decidir junto ao seu conselho presbiteral as mudanças de caráter administrativo, pastoral, espiritual e missionária, podendo acontecer periodicamente, tanto em relação ao clero, quanto em relação às comunidades. TRANSFERÊNCIAS DE PADRES Padre Adriano Cézar da Conceição Pinheiro Administrador Paroquial da Paróquia São Vicente de Paulo, Araruama Padre Alexandre Filipe Rocha da Matta Administrador da Quase Paróquia São João Batista de La Salle, Niterói Padre André Oliveira Teixeira Vigário Paroquial na Catedral de São João Batista, Niterói. Padre Bruno de Sousa Marinelli Vigário Paroquial na Paróquia de São Pedro Apóstolo, Venda das Pedras, Itaboraí. Padre Jorge Ignaczuk Pároco da Paróquia Santo Antônio, Bacaxá e Administrador Paroquial da Paróquia N. Sra de Nazaré, Saquarema. Padre José Elias Fiúza Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Mutuá, São Gonçalo. Padre José Osmar de Medeiros Reitor da Capela de São José e a serviço no Rincão. Padre Leonardo de Oliveira Gonçalves Vigário Paroquial na Paróquia de São João Batista, Itaboraí. Padre Marcelo Froes de Matos Vigário Paroquial na Paróquia de São Lourenço, Niterói. Padre Marcos Vinícius Santana Vigário Paroquial da Paróquia N. Sra da Assunção, Cabo Frio. Padre Mário Cezar da Costa Pároco da Paróquia São José Operário, Jardim Catarina, São Gonçalo. Padre Matheus de Barros Pigozzo Administrador Paroquial da Paróquia N. Sra do Pilar, Boaçu, São Gonçalo. Padre Robson de Oliveira Magalhães Administrador Paroquial da Paróquia São Judas, Rocha, São Gonçalo. Padre Rodrigo Marques Gomes Vigário Paroquial das Paróquias de N. Sra de Nazaré em Saquarema e Santo Antônio em Bacaxá. Padre William Lucena de Oliveira Vigário Paroquial na Paróquia de São Gonçalo, São Gonçalo.   Leia Mais »

Esta é a noite em que o Céu encontra-se na terra, diz Dom José

O Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco, celebrou na noite de domingo, 24 de dezembro, a Missa do Galo, na Catedral de São João Batista, no Centro de Niterói. A Santa Missa foi concelebrada pelo Bispo Auxiliar, Dom Luiz Antonio, pelo Arcebispo Emérito de Niterói, Dom Frei Alano Maria Pena, OP. e pelos Padres Wallace, André e Juvaldes. Centenas de fiéis estiveram no local para a cerimônia, transmitida pela Rádio Anunciadora. Na homilia, o Arcebispo de Niterói destacou: “Não há nesse mundo nada que se iguale à beleza e à ternura da noite de Natal, nada há nesse mundo que supere a graça de acolher entre nós a sublime visita, a sublime presença, a criança Deus, que nos leva a crescer e a ser adultos na Fé. Não tenhais medo, destas simples palavras emanam um encanto, do qual é difícil o nosso coração ficar indiferente, mesmo entre aqueles que têm uma Fé diferente, ou nenhuma, para os quais a criança de Belém nada significa, mesmo esses se preparam para esta festa, e pensam como acender um raio de alegria em toda parte.   O Natal é isso, é tempo de acender a luz de dentro, e de dentro iluminar tudo ao redor. Esta é a noite da luz. Esta é a noite em que o Céu encontra a terra. Esta é a noite em que o Céu encontra-se na terra. Está é a noite em que a terra se transforma em Céu.” E concluiu: “Não tenhais medo. Quando for possível olhar o irmão de frente, sem medo e sem ressentimento, então é que a luz do Natal nos alcançou, e a noite foi afugentada de nossas almas. Não tenhais medo. Que São José, pai adotivo de Deus filho e filho de Deus Pai, nos conduza nessa direção; que a Virgem Santa, Mãe dos que creem e esperam, nos conduza por caminhos planos e estradas sem perigo e sobretudo, sem medo, ao encontro de seu Filho, em quem e por quem vivemos hoje e sempre. Feliz e Santo Natal! …”, concluiu o Arcebispo de Niterói, aplaudido pelos fiéis. Ouça a íntegra da homilia: Assista a homilia:   Após a Eucaristia, o Padre Wallace agradeceu a presença do senhor Arcebispo, em mais uma celebração de Natal, na Catedral São João Batista. Dom Luiz Antônio leu uma mensagem de Natal aos presentes.  Dom José Francisco levou a imagem do Menino Jesus, em procissão, até o presépio, abençoando os fiéis, em seguida. História Para celebrar o nascimento de Jesus, a Missa do Galo foi instituída no século V, após o Concílio de Éfeso (431 d.C.), começando a ser celebrada, oficialmente, na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, pelo o Papa Sisto III. É celebrada à meia-noite do dia 24 de dezembro. O galo foi escolhido como símbolo desta celebração porque, histórica e tradicionalmente, representa vigilância, fidelidade e testemunho cristão. Nos primeiros séculos, as vigílias festivas eram dias de jejum. Os fiéis reuniam-se na igreja e passavam a noite rezando e cantando. A Igreja era toda iluminada com lâmpadas de azeite e com tochas. Na tradição católica cristã, todas as velas do Advento são acesas na Missa do Galo, para celebrar solenemente o nascimento do Messias, Jesus Cristo: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”! O Natal é a única celebração do calendário litúrgico que contempla três celebrações Eucarísticas, mas a da noite reúne os aspectos históricos e humanos do nascimento de Cristo. Hoje, tradicionalmente, depois da missa, as famílias voltam para suas casas, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, realizam cânticos e orações em memória do Messias, filho de Deus, confraternizam-se e compartilham a Ceia de Natal, com eventual distribuição de presentes. Tradições populares A expressão “Missa do Galo” é específica dos países latinos, e deriva da tradição ancestral, segundo a qual, à meia-noite do dia 24 de dezembro, um galo teria cantado fortemente, como nunca ouvido, anunciando a vinda do Messias, filho de Deus vivo, Jesus Cristo. Outra tradição, de origem espanhola, narra que, antes das 12 badaladas dos sinos, à meia- noite de 24 de dezembro, os lavradores da província de Toledo, Espanha, matavam um galo, em memória daquele que cantou três vezes, quando São Pedro negou Jesus, por ocasião da sua morte. Depois, o galo era levado à igreja para ser oferecido aos pobres, a fim de que seu Natal fosse melhor. Outro costume, em algumas aldeias espanholas, era levar o galo à igreja, para que ele cantasse durante a Missa, como uma espécie de prenúncio de boas colheitas. Outra origem da expressão vem do fato de a Missa da Noite de Natal terminar muito tarde. “Quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando”. O galo também anuncia o nascer do sol, e o seu canto simboliza o amanhecer, comemorado pelos pagãos, como forma de agradecer o surgimento do Sol após o longo período de inverno. Mas, o nome Missa do Galo é usado somente em países de línguas portuguesa e espanhola. Teria sido Sisto III, no ano 400, a instituir uma Missa, para celebrar o nascimento de Cristo ‘ad galli cantus’, isto é, na hora em que o galo canta, para indicar o início do novo dia, após a meia-noite. Há quem diga, ainda, que a origem deste nome incomum remonta aos primórdios do cristianismo, quando os cristãos iam em peregrinação a Belém, onde celebravam a hora do primeiro canto do galo. Finalmente, dizem que um galo teria assistido ao nascimento do Menino Jesus, na gruta de Belém, além de outros animais, como o burro e a vaca. Assim, o galo teve a tarefa de festejar e anunciar, para sempre, a data do nascimento do Salvador do mundo. Por João Dias com Rádio Vaticano Fotos e Imagens: João Dias Leia Mais »

NOS BRAÇOS DO PAI: falece senhora Maria da Conceição Pereira

Faleceu a senhora Maria da Conceição Pereira, mãe do Adigar Pereira, motorista de Dom José Francisco. O Arcebispo de Niterói, Dom José Francisco,  enviou a seguinte nota ontem: Com pesar comunico o falecimento da senhora Maria da Conceição, Mãe do Adigar nesta noite. Rezemos pelo descanso eterno de sua mãe e pelo conforto dos familiares. Com o abraço e a bênção  + José Francisco A senhora Maria da Conceição faleceu ontem a noite, dia 22 de dezembro e o velório está acontecendo na capela mortuária 1 do Cemitério Municipal, que fica na Rua Soares de Souza, s/n,  em Maricá.  O corpo será sepultado às 15h. Na certeza de que Deus a receberá em seu Reino, expressamos nossa gratidão, com a frase de São João da Cruz: “No entardecer da vida seremos julgados pelo Amor”. Deus seja Louvado! Estamos certos de que todo o amor devotado ao Cristo, à Igreja e ao Povo de Deus lhe concederá, como recompensa, o repouso nos braços do Pai. Leia Mais »

Missa de Confraternização de Natal para os funcionários da Mitra

Na tarde desta quinta-feira, 21 de dezembro, o Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, presidiu a Santa Missa, no salão da sede da Arquidiocese, em Icaraí – Niterói, por ocasião da Confraternização de Natal dos funcionários. Para o Arcebispo, a ocasião é importante, por destacar que o Natal não pode ser esquecido, enquanto celebração da vinda de Deus ao nosso meio: “com esta proximidade do Natal devemos, acima de tudo, alegrarmos o coração, encher-nos de esperança, porque o Senhor Deus está no meio de nós!” O Arcebispo lembrou aos funcionários a responsabilidade pessoal, mostrando a todos que, além da capacitação para o trabalho, do profissionalismo, é importante lembrar a função de cada um no serviço do Evangelho, e concluiu, lembrando que Jesus vem ao nosso encontro neste Natal, mas espera também que possamos ir ao Seu encontro, com a disposição de Adoração e reconhecimento do seu Amor e Sua presença em nossa vida. Ao final o Bispo auxiliar de Niterói, Dom Luis Antônio, destacou que o trabalho dos funcionários é a extensão do Altar. A Santa Celebração teve concelebração de Dom Luiz Antonio, Dom Frei Alano Maria Pena, Padre Carmine Pascale, Padre Marcos André e o Diácono Nélio do Amparo. Por João Dias e Íngrid Bianchini Fotos: Thiago Maia Leia Mais »

Arquidiocese de Niterói renova Projeto Igrejas Irmãs até 2020

No dia 20 de dezembro, o Arcebispo de Porto Velho, Dom Roque Paloschi e o Bispo emérito, Dom Moacyr Grechi, receberam a visita de Dom José Francisco, Arcebispo de Niterói e Dom Luiz Antonio, Bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói, para a renovação do convênio do Projeto Igrejas Irmãs Niterói-Porto Velho até janeiro de 2020. Visto como uma das maiores forças missionárias da Igreja no Brasil, o Projeto Igrejas-Irmãs, fundado em 1972, que tem sido desenvolvido ininterruptamente, até hoje, identificou alguns desafios que devem ser incorporados ao novo programa de atuação que será revitalizado, com a revisão e atualização de suas perspectivas. Dentre as propostas apresentadas, no encontro realizado em Belém (PA), em novembro do ano passado, está a necessidade de envio de missionários não só para Amazônia, mas também para o norte de Minas Gerais, como destaca o Bispo auxiliar de São Luís do Maranhão (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Esmeraldo Barreto de Farias. “O projeto Igrejas Irmãs foi criado pela CNBB, em fevereiro de 1972, depois que a sua presidência visitou várias dioceses e prelazias da Amazônia. Nesse mesmo ano, os bispos da Amazônia estiveram reunidos em Santarém (PA) e elaboraram um documento, que ainda hoje é marca importante para o trabalho de evangelização na Amazônia”, conta o Bispo auxiliar de São Luís e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária da CNBB, Dom Esmeraldo Barreto de Farias. O objetivo do Projeto Igrejas-irmãs é partilhar a fé, os dons da graça, as experiências pastorais, pessoas e recursos financeiros, como gestos de caridade cristã para com as Igrejas da Amazônia e outras, também necessitadas. “A Igreja que envia missionários também é beneficiada pelas experiências que vê e das quais participa, através dos missionários que foram enviados”, sublinha Dom Esmeraldo. Atualmente, o Projeto Igrejas Irmãs Niterói-Porto Velho, que teve início em 22 de fevereiro de 2007, é composto por uma equipe missionária, e tem como padres: João Batista Toledo da Silveira, Miguel Fernandes Ramos de Moura e José Otácio Oliveira Guedes. O trabalho missionário da Arquidiocese A Arquidiocese de Niterói completou, no dia 22 de fevereiro, 10 anos de presença missionária em Porto Velho – RO, e 18 anos atuando na região Amazônica (1999 – 2017). Durante esses 18 anos de partilha, colhemos muitos frutos, sabendo que o primeiro beneficiado neste projeto, Igrejas Irmãs, é sempre a Igreja que envia, pois tem a graça de partilhar os dons recebidos de Deus. O Projeto Igrejas Irmãs de Niterói teve inicio no dia 2  de janeiro de 1999, com o envio do Padre João Batista Toledo da Silveira para a diocese de Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó – PA, posteriormente para a Diocese de Barra do Garças – MT e desde 2007 para Porto Velho – RO. Ao longo destes 18 anos de Missão, centenas de missionários, e missionárias foram enviados pela nossa arquidiocese, em número bastante expressivo, como se pode perceber.  Desde 2001, a nossa Igreja tem enviado, anualmente, um ônibus com  seminaristas e jovens em missão, primeiramente para Barra do Garças – MT,  e agora, mais recentemente, (2016-2017), 70 jovens do setor Juventude, seminaristas e padres, que têm ido em missão a Porto Velho, para experimentar esta realidade missionária, partilhar os seus dons e enriquecer-se com a cultura, religiosidade e acolhida carinhosa do povo querido da Amazônia. Atualmente, a equipe é composta pelos Padres Genecy Gomes Rodrigues, Miguel Fernandes Ramos de Moura e  João Batista Toledo da Silveira.  Ao completar 10 anos de presença em Porto Velho, seremos agraciados pelo envio do Padre José Otácio Guedes. Não cessamos de bendizer e louvar a Deus pelas maravilhas realizadas ao longo destes 18 anos de Missão, período com que se alcança a maioridade civil. Estes 18 anos de presença missionária da Arquidiocese de Niterói, na Amazônia, é uma data muito significativa, pois expressa a nossa vitalidade, com uma caminhada da Igreja comprometida, que corresponde ao apelo do Papa Francisco, para sermos uma “Igreja em Saída”, solidária e missionária, buscando cada vez mais fazer a vontade de Deus. É este o melhor momento para manifestar a nossa imensa gratidão aos pastores, que permitiram a implantação deste projeto. Inicialmente, teve ele a bênção de Dom Carlos Alberto Navarro, o primeiro a enviar missionários; em seguida, contou com o apoio de Dom Frei Alano, e agora com o do nosso querido Dom José Francisco, que além de manter e ampliar o alcance da Missão, procura acompanhar de perto o trabalho que nela se desenvolve,  proporcionando-nos, inclusive, a grata satisfação de visitar, em três ocasiões, a sede do Bispado, em Porto Velho, o que tem sido  gratificante para os missionários, como meio de renovar o nosso ardor missionário. É o momento de, em nome de todos os missionários que compõem a equipe de Porto Velho, também agradecer a todos aqueles que, na Arquidiocese de Niterói, tendo conhecimento do que está sendo feito em Rondônia, para atender às carências, reconhecem com palavras e gestos de estima e apreço, as três dimensões que sustentam a nossa missão. Por João Dias com Arquidiocese de Porto Velho e POM* Fotos: Pascom Arquidiocese de Porto Velho e Arquivo *Pontifícias Obras Missionárias Leia Mais »

Monsenhor Guedes convida para a EFCBC

Segue a íntegra do convite: Estamos encerrando o primeiro ano letivo da EFCBC (Escola de Formação para a Cidadania e o Bem Comum), que funciona às quartas-feiras das 19h às 21h30m. Neste ano recebemos alunos somente do Vicariato Niterói. Em 2018 a escola receberá alunos de todos os vicariatos. Início das aulas em 2018: 7 de março As inscrições já estão abertas e terminam em 20 de fevereiro de 2018 nas respectivas Paróquias ou pelo e-mail mons.guedes@ig.com.br. As disciplinas são: Introdução à Doutrina Social da Igreja, A Pessoa Humana e seus Direitos, Elementos da Filosofia Social e Política, Instituições Políticas Brasileiras e Bioética. Diretor: Monsenhor João Alves Guedes Supervisor Acadêmico: Prof. Dr. André Marcelo Machado Soarez Secretário Executivo: A ser convidado Leia Mais »

Rádio Anunciadora terá programação especial de fim de ano

A Rádio Anunciadora, em comunhão com o toda a Igreja, festeja o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos levar para você uma programação especial, nos dias 24 e 25 dezembro, com o objetivo de festejar com os ouvintes o nascimento do Salvador, iremos transmitir a missa do Galo diretamente da Catedral, às 20h e, em seguida, a Cantata de Natal da Nova Catedral. Em destaque, na programação do dia 31 de dezembro, está a Santa Missa, às 20h, diretamente Catedral de São João Batista. Confira abaixo a grade: DOMINGO (24/12) 20h – Santa Missa, ao vivo, da Catedral Após a Missa – Cantata de Natal SEGUNDA (25/12) 12h – Oração do Ângelus 12h05 – Reapresentação da Cantata de Natal DOMINGO (31/12) 20h – Missa, ao vivo, da Catedral Após a Missa – Especial de Ano Novo SEGUNDA (01/01) 12h – Oração do Ângelus 12h05 – Reapresentação do Especial de Ano Novo  Por João Dias Arte: Thiago Maia Leia Mais »

As Pastorais Sociais construindo um mundo melhor

“Amar e servir com alegria”, esse deve ser o sentimento de todas as pessoas que aceitam contribuir com seus dons para as mais diversas pastorais da Igreja católica, que buscam através de suas ações, atenderem determinadas situações em uma realidade específica, tendo como foco principal difundir os ensinamentos deixados por Jesus nos evangelhos. As Pastorais Sociais da Arquidiocese de Niterói são: Carcerária, Criança, População em situação de Rua, da AIDS, Saúde, Sobriedade, dos Pobres e  Pastoral Social da Igreja, com atendimentos de vários profissionais, cursos e o movimento da obra do berço. Com a proximidade do Natal, essas pastorais, que ao longo do ano atendem aos mais necessitados e marginalizados, fazem uma programação especial, com missas em presídios e hospitais, almoço e ceias de Natal para a população, em situação de rua. Um dos exemplos desse serviço de amor é o que a Pastoral da Ronda da Paróquia São José, no bairro Estrela do Norte, preparou, na noite do dia 17 de dezembro, onde foi servida uma ceia de Natal para os moradores de rua da Alameda PIO XII, Bairro Zé Garoto, no mesmo local onde se faz a distribuição das refeições, e onde a maioria deles dorme e guarda suas coisas. A Pastoral, além de oferecer refeições, roupas e artigos de higiene pessoal aos moradores em estado de rua, busca levar uma boa conversa, oração, alegria, ajuda, e o que mais for necessário, pois “o importante não é só levar a alimentação, mas uma palavra, além de tentar restaurar a dignidade deles”, falou o coordenador da Pastoral Cleber Rodrigues. O coordenador também conta da surpresa com o número de participantes, engajados ou não em outros movimentos, que vêm colaborando com a Pastoral da Ronda, além da expressiva participação da comunidade, nas doações. Para este jantar, mais de 150 pessoas estavam presentes, entre paroquianos, membros de pastorais e moradores em situação de rua. Os assistidos relataram estarem vivendo um momento único de comunhão. O Diácono Elson abençoou os alimentos,  todos os presentes, e conduziu a oração. Após a refeição, foram distribuídas roupas, e cada um pôde escolher o que queria. Durante todo o período, o Grupo Jovem fez a animação, com vozes e violões. As Pastorais Sociais testemunham o serviço da Caridade na sociedade, através de ações sócio- transformadoras, inspiradas pela caridade cristã, como lembra Bento XVI, na Encíclica Deus caritas Est. Presentes no mundo, e muitas vezes em situação de fronteira social, as Pastorais são parceiras das diversas organizações da sociedade, especialmente dos movimentos populares, na luta pela justiça e pelo bem comum. Precisam, por isto, de formação metodológica e política, para que essa ação em conjunto seja uma presença aberta ao diálogo, à construção coletiva e à prática da democracia participativa. Evangelizadores pela palavra vivem o desafio de serem fermento, sal e luz nas relações e nas estruturas da sociedade humana. Para a Igreja, o serviço da caridade “é expressão irrenunciável à sua própria essência”. A Pastoral Social é expressão desta caridade e da solicitude da Igreja com as situações nas quais a vida está ameaçada. Expressão que renova, a cada dia, a lição da Gauium Et Spes: “As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e das mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles e aquelas que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos e discípulas de Cristo”. Os diferentes serviços das Pastorais Sociais colocam-se na dinâmica do Seguimento de Jesus Cristo, para que nele, os marginalizados e excluídos tenham vida e a tenham num ambiente preservado. Em maio de 2007, na continuidade do Rio de Janeiro (1955), Medellín (1968), Puebla (1979) e Santo Domingo (1992), reuniu-se em Aparecida (SP) a Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho. Cerca de 160 bispos elaboraram e aprovaram um documento que alegrou a muitos. Não mencionada nos Documentos das quatro primeiras Conferências Gerais, a Pastoral Social é plenamente reconhecida e encorajada no Documento de Aparecida. A mudança é importante. No capítulo VIII, “Reino de Deus e Promoção da dignidade humana”, há uma parte inteira sobre a Pastoral Social: “Uma renovada Pastoral Social para uma promoção humana integral”. A Conferência de Aparecida não define o que é ‘Pastoral Social’, mas a expressão ‘Serviço da Caridade’ é a que, no Documento mais corresponde a ela. Os bispos renovam com força seu compromisso com os pobres. Reconhecem que “todo o processo evangelizador envolve a promoção humana e a autêntica libertação”, e ainda que “para a Igreja, o Serviço da Caridade… é expressão irrenunciável da sua própria essência”. A Conferência de Aparecida quer, portanto, estimular o evangelho da vida e da solidariedade, nos Planos de Pastorais. “As Conferências Episcopais e as Igrejas Locais têm a missão de promover renovados esforços para fortalecer uma Pastoral Social estruturada, orgânica e integral”. A diretriz é clara e firme. Sinal da importância da tarefa, “na atividade a favor da vida, a Igreja se junta a outras comunidades cristãs”. Seguindo as orientações do Documento de Aparecida, espera-se que as Pastorais Sociais sejam encorajadas e apoiadas em todas as Igrejas locais – também com recursos financeiros – para que o grito dos pobres e marginalizados seja ouvido e encontre nas comunidades uma resposta de justiça e solidariedade concretas. Voz profética numa sociedade sem horizonte, materializada, atomizada pelo individualismo, elas são hoje, na Igreja, um dos caminhos mais seguros de Evangelização. Quando interrogado pelo Prefeito de Roma sobre os tesouros da Igreja, o Diácono São Lourenço, então ecônomo da Igreja da mesma cidade, foi buscar os pobres, mendigos, doentes e órfãos, e os apresentou ao Prefeito, dizendo: “estes são o nosso tesouro”. Por João Dias com CNBB Texto da Pastoral Ronda por Íngrid Bianchini com Cléber Rodrigues (Pastoral da Ronda) Foto: Pastoral Ronda Leia Mais »