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Santo Antônio Maria Claret

O santo lembrado hoje foi de muita importância para a Igreja que guarda o testemunho de sua santidade, que mereceu a frase do Papa Pio XI que disse: “Antônio Maria Claret é uma figura verdadeiramente grande, como apóstolo infatigável”. Nasceu em 1807 em Sallent (Província de Barcelona – Espanha), ao ser batizado recebeu o nome […]

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29ª Semana do Tempo Comum – Sábado

Primeira Leitura: Efésios 4,7-16 Leitura da carta de São Paulo aos Efésios – Irmãos, cada um de nós recebeu a graça na medida em que Cristo lha deu. Daí esta palavra: “Tendo subido às alturas, ele capturou prisioneiros e distribuiu dons aos homens”. “Ele subiu”! Que significa isso, senão que ele desceu também às profundezas da […]

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Dom José Francisco – OUTUBRO DOS SANTOS

Outubro é o mês de grandes santos, e ainda que o mês passe, rapidamente, os santos ficam, como sinais luminosos de uma realidade maior do que aquela em que a realidade se apoia. No dia 1º, Santa Teresinha do Menino Jesus. Dia 2, o Santo Anjo da Guarda. Dia 4, São Francisco de Assis. Dia 5, São Benedito, Santa Maria Faustina Kowalska. Dia 7, Nossa Senhora do Rosário. Dia 11, o Papa São João XXIII.  Dia 12, Nossa Senhora Aparecida, nossa rainha e padroeira. Dia 15, Santa Teresa d’Ávila. Dia 16, Santa Margarida Maria Alacoque e Santa Edwiges. Dia 17, Santo Inácio de Antioquia. Dia 18, São Lucas – patrono dos médicos. Dia 25, Santo Antônio de Sant’ Anna Galvão. Dia 28, São Judas Tadeu e São Simão Apóstolos. Conheci uma senhora, que dizia que, quando chegava outubro, “era como se entrasse no Céu”. Nossos santos são guerreiros a nosso favor, iluminadores da escuridão da noite, irmãos confortadores em todos os momentos, esteios da fé. Quem nunca precisou dessa presença constante e discreta, cuja voz grita no silêncio e em silêncio, só para quem consegue e quer ouvir? Quem nunca se amparou no manto da Virgem, em seus muitos títulos de Mãe e Rainha, ela que nos dirige no caminho com uma luz que não conhece o ocaso? Os santos são nossos protetores nas horas difíceis, são os fiadores da nossa angústia, nossos garantidores. Eles nos emprestam as asas com que voaram sobre as pontes quebradas da condição humana. E sustentam o nosso voo, porque também voaram, a seu tempo e do seu modo. E não nos deixam esquecer que nada é pesado para quem tem asas. Existem muitos santos e santas andando por nossas ruas: anjos sem asas aparentes e santos sem auréolas brilhantes. Mas estão em todo canto, perfumando o ambiente onde nós estamos, tornando esse mundo um lugar mais habitável, cheio de esperança, luz e paz. + Dom José Francisco Arcebispo Metropolitano de Niterói

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Padre Douglas – Na casa do Senhor habitarei eternamente…

O que dizemos, no Salmo 22, não pode ser apenas uma palavra, que repetimos, quase como uma criança, que aprende a falar alguma coisa e repete. Mas precisa ser, para cada um de nós, uma profissão de fé. Todos nós desejamos, ardentemente, habitar na casa do Pai, porque eu e você fomos criados para essa casa. Por isso,  Jesus   nos lembra, no evangelho, “na casa do meu Pai há muitas moradas e eu vou preparar para vós um lugar” (Jo 14,2). Na casa de Deus tem um lugar reservado, pra mim e pra você.             Todos nós estamos vivenciando um tempo desafiador, um tempo questionador, que mexe com cada um de nós, que nos incomoda e que muitas vezes nos faz até refletir mais profundamente sobre a nossa fé.             O Sl 22 no faz proclamar: “O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.” Nós cremos, de fato,  nessa palavra? Será que nós cremos, que de fato, o Senhor cuida de nós, apesar de tudo o que estamos vivenciando? Ele é ou não é o nosso Pastor? Você agora, tem certeza de que Ele é o pastor que conduz a sua vida? Essa palavra nos conduz a um ato de fé, pra reconhecermos que, mesmo que passemos por vales tenebrosos, o Senhor continua nos conduzindo, e não importa se estamos mergulhados em tantos problemas, tantas dificuldades, o Senhor continua nos conduzindo, o Senhor continua nos pastoreando, o Senhor nos convida a entrarmos na sua casa e fazermos parte da festa que Ele preparou para nós. Curiosamente, a Palavra nos revela a face de um Deus que faz festa, que prepara festa pra nós… Contudo, nem sempre é esse Deus que nos é apresentado. Vejam o que o profeta Isaías nos mostra: “O Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos.” (Is 25,6)             É esse Deus que nós seguimos, é esse Deus que nos pastoreia, que cuida de nós, e por isso o profeta continuava dizendo: ”O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra”. É nesse Deus em que nós cremos, meus irmãos, é esse Deus que é nosso pastor, e é esse Deus que faz hoje pra nós, a festa do banquete do seu filho, banquete nupcial do cordeiro. Banquete este do qual todos nós fazemos parte, somos todos convidados.                        Todos somos convidados. Não nos esqueçamos de que esta Palavra não é só pra mim ou pra você. Esta palavra é para todo homem, para toda mulher, é para a humanidade inteira, somos todos convidados a fazer parte deste banquete. Mas o evangelho é claro, muitos não deram ouvidos a este convite. Ainda hoje, eu e você testemunhamos a mesma coisa. Tanta pessoas convidadas, tantas pessoas que gostaríamos, que estivessem aqui e não estão. Muitos ocuparam-se em fazer outras coisas, ou servir a outros senhores… E o que nós vamos fazer, meus irmãos? Vamos ficar desesperados, preocupados? Não! Vamos aproveitar a festa. Eu e você estamos na festa! Eu e você estamos na casa do Senhor, vamos aproveitar!             Aprendamos a respeitar a liberdade da nossa família, a liberdade dos outros. Quantas vezes, encontramos maridos e esposas incomodados, porque o seu cônjuge não quer  participar da igreja com eles. Padre, meus filhos não querem vir à igreja! Ir à igreja é escolha, ninguém é obrigado! Na igreja sempre vai valer aquele ditado: “porta da rua, serventia da casa”! Ninguém, nem eu nem você somos obrigados a fazer parte deste convite. É e será sempre, um convite.             Aprendamos a respeitar a nossa liberdade e a liberdade dos outros, como Deus faz conosco. Deixemos, deixemos os outros seguirem outros caminhos, é a liberdade que Deus nos dá. Isso nos incomoda, porque muitas vezes queremos todos num cabresto, queremos todos debaixo de nossas asas, queremos todos controlados… Deus não faz isto, nem comigo nem com você! Deus nos faz um convite, não uma imposição!             E por isto, o evangelho (Mt 22,1-14) nos mostra, que o Senhor resolve, então, chamar mais gente, alargar o seu convite. E pra esta festa são convidados maus e bons. Como essa palavra nos consola, porque do seu lado, do meu lado, tem gente boa, mas também tem gente má. Porque na verdade, eu e você somos bons, mas também, muitas vezes somos maus. Não pensemos que nós somos os bons e os que estão fora da igreja são os maus. Porque dentro da igreja tem gente boa, mas também tem gente má.             Não nos esqueçamos, meus irmãos, de que o pecado ainda existe. Não nos esqueçamos de que somos livres para escolher, e por isso podemos errar, e muitas vezes erramos. Esta palavra nos consola, porque muitas vezes nós queremos uma igreja perfeita, uma paróquia santa, a começar pelo padre. E nos esquecemos de que somos todos pecadores. Só Deus é santo, só Ele é três vezes santo. Eu e você somos pessoas falhas. Isso nos consola, mas ao mesmo tempo, isso nos motiva a sermos melhores, a nos empenharmos para vivermos, verdadeiramente, o que Deus nos pede.             Por isso o dono da festa questiona um homem que está na festa, sem a veste da festa, sem a veste nupcial. O que esta parábola nos faz lembrar? Nos remete, diretamente, ao dia do nosso batismo, quando nossos pais e padrinhos fizeram questão de nos vestir da melhor maneira possível. E naquele dia, mesmo sem saber, ouvimos uma palavra que estávamos sendo revestidos de Cristo, recebendo a veste de Cristo, como lembra Paulo (Gl 3,27). Aquela veste, que eu e você recebemos, no dia do nosso batismo, é a veste que nos acompanha, é a veste do filho e da filha de Deus, que muitas vezes é manchada, de fato, mas pode ser purificada, e é purificada, […]

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Francisco: ecologia integral, necessária uma profunda conversão interior

A Mensagem do Papa aos participantes do Encontro Internacional EcoOne, iniciativa ecológica do Movimento dos Focolares. O Papa chama a atenção para “a necessidade urgente de um novo paradigma socioeconômico mais inclusivo”. O Papa Francisco enviou uma mensagem, nesta sexta-feira (23/10) aos participantes do Encontro Internacional EcoOne, iniciativa ecológica do Movimento dos Focolares, que se realiza em Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma, até 25 de outubro, no âmbito do Ano Especial dedicado ao quinto aniversário da Carta Encíclica Laudato si’. O encontro envolve uma rede de professores, acadêmicos, pesquisadores e profissionais das ciências ambientais e tem como tema «Novos caminhos para a ecologia integral: cinco anos depois da Laudato si’». O objetivo do evento é examinar o impacto desse documento no mundo contemporâneo, analisando o papel que indivíduos e organismos sociais podem desempenhar no cuidado da Casa comum. Tudo está interligado No início de seu discurso, Francisco agradeceu a EcoOne e aos representantes do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral e do Movimento Católico Global pelo Clima, que colaboraram para tornar possível este evento que “analisa uma visão relacional da humanidade e do cuidado do nosso mundo a partir de uma variedade de perspectivas: ética, científica, social e teológica”. “Recordando a convicção de Chiara Lubich de que o mundo criado traz em si mesmo um carisma de unidade, confio que a sua perspectiva possa guiar o seu trabalho no reconhecimento de que «tudo está interligado» e que «se exige uma preocupação pelo meio ambiente, unida ao amor sincero pelos seres humanos e a um compromisso constante com os problemas da sociedade»”, ressalta o Papa no texto. Francisco chama a atenção para a “necessidade urgente de um novo paradigma socioeconômico mais inclusivo que reflita a verdade de que somos «uma única humanidade, como caminhantes da mesma carne humana, como filhos desta mesma terra que nos alberga a todos». Esta solidariedade recíproca e com o mundo que nos rodeia, requer uma vontade firme de desenvolver e implementar medidas concretas que favoreçam a dignidade de toda a pessoa em suas relações humanas, familiares e trabalhistas, combatendo ao mesmo tempo as causas estruturais da pobreza e empenhando-se por proteger o ambiente natural”. Profunda conversão interior Segundo o Pontífice, “para alcançar uma ecologia integral, é necessária uma profunda conversão interior quer a nível pessoal quer comunitário”. Lembrando os grandes desafios que temos de enfrentar neste momento, como as mudanças climáticas, a necessidade de um desenvolvimento sustentável e a contribuição que a religião pode dar para a superação da crise ambiental, Francisco afirma que “é essencial romper com a lógica da exploração e do egoísmo e promover a prática de um estilo de vida sóbrio, simples e humilde”. O Papa espera que esta iniciativa ecológica dos Focolarinos possa “cultivar uma corresponsabilidade de uns pelos outros como filhos de Deus e um renovado compromisso de bons administradores do seu dom da criação”, e conduzir a “novos caminhos que levem a uma ecologia integral em prol do bem comum da família humana e do mundo”. Por Mariangela Jaguraba – Vatican News Foto: Vatican Media – publicação autorizada

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Indulgências Plenárias prorrogadas para todo o mês de novembro

O Decreto sobre as Indulgências Plenárias é válido para todo o mês de novembro, dedicado aos defuntos. O documento responde aos pedidos dos bispos a fim de evitar aglomerações por causa da pandemia de coronavírus. “Este ano, nas atuais contingências devidas à pandemia da “Covid-19”, as Indulgências Plenárias para os fiéis defuntos serão prorrogadas para todo o mês de novembro, adequando as obras e condições a fim de garantir a incolumidade dos fiéis.” É o que afirma o Decreto da Penitenciaria Apostólica sobre as Indulgências Plenárias publicado, nesta sexta-feira (23/10), assinado pelo penitencieiro-mor, cardeal Mauro Piacenza, e pelo regente do dicastério, mons. Krzysztof Nykiel, válido para todo o mês de novembro, dedicado aos defuntos. O documento responde às súplicas dos bispos que, por causa do coronavírus, pediram para “comutar as obras piedosas a fim de alcançar as Indulgências Plenárias aplicadas às almas do Purgatório, de acordo com o Manual de Indulgências”. Rezar pelos falecidos  O organismo vaticano, por mandato especial do Papa Francisco, estabeleceu e decidiu que, este ano, para evitar aglomerações onde forem proibidas, a Indulgência Plenária para aqueles que visitam um cemitério e rezam pelos defuntos, ainda que apenas mentalmente, de norma estabelecida apenas de 1° a 8 de novembro, pode ser transferida para outros dias do mesmo mês até seu término. Tais dias, escolhidos livremente pelo fiel, também podem ser separados uns dos outros. A Penitenciaria Apostólica decretou que a Indulgência Plenária de 2 de novembro, estabelecida por ocasião da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos para aqueles que visitam piedosamente uma igreja ou um oratório e ali rezam o “Pai-Nosso” e o “Credo”, pode ser transferida não apenas para o domingo precedente ou seguinte ou para o dia da Solenidade de Todos os Santos, mas também para outro dia do mês de novembro, à livre escolha de cada fiel. Os idosos, os doentes e todos aqueles que por motivos graves não podem sair de casa, por exemplo, por causa das restrições impostas pela autoridade competente para o tempo de pandemia, a fim de evitar que um grande número de fiéis se aglomere nos lugares sagrados, poderão obter a Indulgência Plenária desde que, unindo-se espiritualmente a todos os outros fiéis, completamente distantes do pecado e com a intenção de cumprir o mais rápido possível as três condições habituais (confissão sacramental, Comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Santo Padre), rezem orações piedosas pelos falecidos diante de uma imagem de Jesus ou da Bem-aventurada Virgem Maria, como por exemplo, Laudes e Vésperas do Ofício dos Defuntos, o Rosário Mariano, o Terço da Divina Misericórdia, outras orações pelos mortos queridos dos fiéis, façam a leitura meditada de uma das passagens evangélicas propostas pela liturgia dos defuntos ou uma obra de misericórdia oferecendo a Deus as dores e dificuldades da própria vida.  Celebrar a missa três vezes no Dia de Finados Segundo o Decreto, para obter mais facilmente a graça divina através da caridade pastoral, a Penitenciaria pede fervorosamente a todos os sacerdotes, dotados das faculdades oportunas, para se oferecerem generosamente para a celebração do Sacramento da Penitência e administrarem a Sagrada Comunhão aos enfermos. Com relação às condições espirituais para obter plenamente a Indulgência, o organismo vaticano lembra que é preciso recorrer às indicações já emitidas na nota “Sobre o Sacramento da Penitência na atual situação de pandemia”, emitida pela Penitenciaria Apostólica em 19 de março de 2020. Como as almas do Purgatório são ajudadas pelos sufrágios dos fiéis e especialmente pelo sacrifício do Altar agradável a Deus, todos os sacerdotes são fortemente convidados a celebrar a missa três vezes no dia da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, de acordo com a Constituição Apostólica “Incruentum Altaris”, emitida pelo Papa Bento XV, em 10 de agosto de 1915. Piacenza: com a morte, a vida não é tirada, mas transformada Entrevista de Gabriella Ceraso ao penitencieiro-mor, cardeal Mauro Piacenza, a propósito do Decreto da Penitenciaria Apostólica sobre as Indulgências Plenárias. Em entrevista ao Vatican News, o penitencieiro-mor, cardeal Mauro Piacenza, se detém nos detalhes das novidades introduzidas pelo novo Decreto “a fim de evitar aglomerações onde são proibidas” e sobre as referências particulares contidas no documento em relação aos doentes e idosos, mas também aos sacerdotes, todos protagonistas, de formas diferentes, deste período extremamente difícil. Cardeal Piacenza: A tradição codificada é a da indulgência plenária em cada dia do Oitavário de 1° a 8 de novembro, para todos aqueles que visitam os cemitérios, rezando pelos defuntos, e em 2 de novembro, a visita a uma igreja ou oratório recitando o Pai-Nosso e o Credo. Este é o padrão. A partir daí, levamos em consideração as normas emitidas pelas diversas autoridades civis dos vários Estados, a fim de limitar aglomerações neste tempo de pandemia. Muitos presidentes das Conferências Episcopais nos perguntaram o que fazer para atender às necessidades dos países onde esta devoção é muito vivida, na verdade, é talvez aquela com o maior número de confissões e comunhões durante o ano. Então, o que fazer se não podemos sair de casa ou se a saída é fortemente limitada? Por esta razão, considerando que em muitos lugares a comemoração dos defuntos é muito sentida e se expressa sobretudo na Santa Missa e na visita aos cemitérios, pensou-se em diluir no tempo a possibilidade de usufruir das indulgências e assim, durante todo o mês de novembro, será possível adquirir o que era previsto para os primeiros 8 dias de novembro. Então, as pessoas poderão adiar as visitas sem criar uma multidão. Recordamos que a indulgência lucrativa no dia 2 de novembro na igreja pode ser adquirida em qualquer dia do mês, e esta é a segunda nova possibilidade, a segunda abertura que introduzimos, com a oração do Pai-Nosso e do Credo, deixando a livre escolha do dia aos fiéis. Um pensamento especial no Decreto dirige-se aos doentes e aos idosos, em que termos? Cardeal Piacenza: Quem não pode sair, talvez porque está em isolamento ou porque está doente, poderá obter a indulgência rezando diante de uma imagem de Nosso Senhor ou […]

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Confirmado para novembro “Economia de Francisco”. Encontro será virtual

Dada a emergência sanitária em nível mundial provocada pela Covid-19, a Comissão organizadora decidiu celebrar o evento internacional totalmente online. Um posterior encontro, presencial, será realizado em Assis e está previsto para o outono de 2021, quando as condições de saúde permitirão a participação de todos. O evento “Economia de Francisco” – o encontro com jovens economistas desejado pelo Santo Padre – está confirmado e será realizado de 19 a 21 de novembro de 2020. O anúncio é do diretor responsável pela comunicação do encontro, padre Enzo Fortunato OFM. Dada a emergência sanitária em nível mundial provocada pela Covid-19, a Comissão organizadora decidiu celebrar o evento internacional totalmente online, com eventos ao vivo e em streaming com todos os inscritos e palestrantes. Também está confirmada a participação do Papa Francisco na modalidade virtual. Um posterior encontro, presencial, será realizado em Assis e está previsto para o outono de 2021, quando as condições de saúde permitirem a participação de todos. A organização do evento The Economy of Francesco 2020 em versão online permitirá que todos os jovens inscritos participem do encontro nas mesmas condições, compartilhem suas experiências, trabalhos, propostas e reflexões amadurecidas nestes meses nas “12 aldeias”. O Comitê está trabalhando para realizar um programa inovador, participativo e global que conserve os elementos peculiares da Economy of Francesco  – trabalho em grupo, sessões plenárias e paralelas com palestrantes, espiritualidade franciscana, apresentações artísticas, exposições – enriquecendo-o com as oportunidades e idiomas que a modalidade digital do evento oferece. A “Economia de Francisco” é um movimento de jovens com rostos, personalidades, ideias que se move e vive em todo o mundo por uma economia mais justa, inclusiva e sustentável e para dar uma alma à economia de amanhã. O mundo tem necessidade da criatividade e do amor dos participantes que, como artesãos do futuro, estão tecendo a “Economia de Francisco”, entre o “já” e o “ainda não”. Para outras informações e para acompanhar eventos em streaming: www.francescoeconomy.org. Íntegra Vatican News Foto: Vatican Media – publicação autorizada

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Renovado por dois anos o Acordo Provisório entre Santa Sé e China

O Acordo Provisório entre a Santa Sé e a República Popular da China sobre a nomeação de bispos foi prorrogado “por mais dois anos”. Este foi o anúncio em uma declaração emitida pela Sala de Imprensa da Santa Sé nesta quinta-feira (22), dia em que deveria expirar o prazo: “A Santa Sé, acreditando que o início da aplicação do Acordo mencionado – de valor eclesial e pastoral fundamental – foi positivo, graças à boa comunicação e colaboração entre as Partes no assunto acordado, e está intencionada em continuar o diálogo aberto e construtivo para promover a vida da Igreja Católica e o bem do povo chinês”. O comunicado é acompanhado por um longo artigo do jornal L’Osservatore Romano, no qual são explicadas as razões desta escolha. “As duas Partes – lê-se no artigo – avaliaram vários aspectos de sua aplicação, e concordaram, através da troca oficial de Notas Verbais, em prorrogar sua validade por mais dois anos, até 22 de outubro de 2022”. O objetivo principal do Acordo “é apoiar e promover a proclamação do Evangelho” na China “reconstituindo a unidade plena e visível da Igreja”. A questão da nomeação de bispos e da unidade dos bispos com o Sucessor de Pedro “é de vital importância para a vida da Igreja, tanto em nível local quanto universal”. Precisamente este elemento “inspirou as negociações e foi de referência na elaboração do texto do Acordo”, para assegurar “pouco a pouco tanto a unidade de fé e comunhão entre os bispos quanto o serviço integral em favor da comunidade católica na China”. Atualmente, pela primeira vez em muitas décadas, todos os bispos da China estão em comunhão com o bispo de Roma e, graças à implementação do Acordo, não haverá mais ordenações ilegítimas”. O artigo explica que com o Acordo “não foram tratadas todas as questões ou situações em aberto que ainda suscitam preocupação para a Igreja”, mas “exclusivamente o tema das nomeações episcopais”. Citando o recente discurso do Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin na conferência do PIME em Milão, o artigo lembra que “surgiram alguns mal-entendidos”. Muitos deles surgiram da atribuição ao Acordo “de objetivos que ele não tem” ou de ligá-lo “a questões políticas que não têm nada a ver com o próprio Acordo”. A assinatura em Pequim em setembro de 2018 “foi o ponto de chegada de um longo caminho”, mas “foi também e acima de tudo o ponto de partida para acordos mais amplos e mais previdentes”. O Acordo Provisório, cujo texto, “dado seu caráter experimental, foi consensualmente mantido confidencial, é o resultado de um diálogo aberto e construtivo”. Esta “atitude de diálogo, alimentada pelo respeito e pela amizade, é fortemente desejada e promovida” pelo Papa Francisco, que “está bem consciente das feridas trazidas à comunhão da Igreja no passado, e após anos de longas negociações, iniciadas e continuadas por seus antecessores e em uma indubitável continuidade de pensamento com eles, restabeleceu a plena comunhão com os bispos chineses ordenados sem mandato pontifício e autorizou a assinatura do Acordo sobre a nomeação dos bispos, cujo projeto já havia sido aprovado pelo Papa Bento XVI”. “Por parte de alguns setores da política internacional – lê-se ainda no artigo – foi feita uma tentativa de analisar o trabalho da Santa Sé principalmente de acordo com uma hermenêutica geopolítica. Porém, no caso da estipulação do Acordo Provisório para a Santa Sé esta é uma questão profundamente eclesiológica”. Além disso, “há a plena consciência” de que este diálogo “favorece uma busca mais frutífera do bem comum em benefício de toda a comunidade internacional”. Quanto aos resultados alcançados até agora, foram nomeados dois novos bispos, “enquanto vários outros processos para novas nomeações episcopais” estão em andamento. Embora, “estatisticamente, possa não parecer um grande resultado, ele representa, entretanto, um bom começo, na esperança de alcançar progressivamente outros objetivos positivos”. Mesmo porque a emergência sanitária causada pela pandemia afetou os contatos entre as duas partes e a aplicação do Acordo. “A aplicação do Acordo, com a participação efetiva e cada vez mais ativa do Episcopado chinês, está tendo, portanto, grande importância para a vida da Igreja Católica na China e, como resultado, para a Igreja universal. Neste contexto, existe também o objetivo pastoral da Santa Sé, de ajudar os católicos chineses, há muito divididos, a dar sinais de reconciliação, de colaboração e de unidade para uma proclamação renovada e mais eficaz do Evangelho na China”. “Devemos reconhecer – conclui o artigo – que ainda existem muitas situações de grande sofrimento. A Santa Sé está profundamente consciente disso, leva isso em conta e não deixa de chamar a atenção do governo chinês para encorajar um exercício mais frutífero da liberdade religiosa. O caminho ainda é longo e com muitas dificuldades”. A Santa Sé espera que o Acordo Provisório e a prorrogação “contribuam para a solução das questões de interesse comum ainda em aberto, com particular referência à vida das comunidades católicas na China, assim como para a promoção de um horizonte internacional de paz, em um momento em que vivemos numerosas tensões em nível mundial”. Íntegra do Vatican News

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Setor de Comunicação comunica mudanças na publicação de imagens no portal

Para facilitar as Pastorais de Comunicação das Paróquias e comunidades que compõem a Arquidiocese de Niterói, o Setor de Comunicação da Arquidiocese de Niterói, passa a monitorar as imagens publicadas no portal ArqNit. A decisão foi tomada com base no material formativo sobre direitos autorais e de imagem da Pascom Brasil. Quem acessou o site a partir de hoje, 23 de outubro, já começa a ver a mudança. Na apresentação do mesmo, o grupo destaca que “uma das principais dificuldades encontradas na prática pastoral refere-se ao uso de imagens (que foto é permitida? como dar os créditos? todas as fotos podem ser usadas?) ou até mesmo o uso de um texto autoral. Pensando nisso, um grupo de trabalho se reuniu, discutiu e propôs a elaboração deste subsídio. Sem pretensão de esgotar o assunto, mas de dar dicas simples e orientações precisas sobre um tema tão importante, esta é a primeira de outras temáticas a serem abordadas numa perspectiva pastoral”, destacou o site da Pascom Brasil. O Setor de comunicação da Arquidiocese de Niterói irá publicar uma indicação, nas imagens que poderão ser utilizadas por todas as Pascom’s da Arquidiocese. Esta é uma iniciativa inédita em todas as dioceses do Brasil, pois irá facilitar o trabalho dos agentes, que muitas vezes são voluntários.  Veja o exemplo de como irão aparecer as imagens autorizadas para publicação: Por João Dias

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Nos braços do Pai: falece a senhora Mariana Chelles, mãe do Pe. Marcelo Cheles

Faleceu a senhora Mariana Chelles Moraes, mãe do Padre Marcelo Chelles Moraes, que exerce seu ministério na Paróquia Nossa Senhora Assunção, no centro de Cabo Frio. A senhora Mariana faleceu no início da noite de ontem, dia 22 de outubro, aos 96 anos. Ela era benfeitora do Seminário Arquidiocesano São José. Esta mulher, que tanto amou e foi amada, confiamos a Deus, através de nossas preces e a certeza da fé, expressa na bela frase de São João da Cruz: “No entardecer da vida, seremos julgados pelo Amor”, crentes de que todo o amor devotado ao Cristo, à Igreja e ao Povo de Deus lhe concederá, como recompensa, o repouso nos braços do Pai.

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