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DOM JOSÉ FRANCISCO – Pandemia e Quaresma

Não deixa de ser interessante que os cuidados com a pandemia atravessem a quaresma. Há muita semelhança entre os cuidados que precisamos ter para nos mover nesse tempo de pandemia e para viver esse tempo da Quaresma. Primeiramente, ouvir uns aos outros. Conversar, escutar e descobrir o que a outra pessoa está sentindo. Reconectar-se. Em seguida, praticar empatia: colocar-se no lugar dos vizinhos de quarentena que compartilham o mesmo espaço. Ver as perspectivas deles. Cada um reage de forma diferente às situações. Num momento de estresse, é melhor fazer uma pausa por um momento e concentrar-se na respiração. Este exercício é simples e ajuda a diminuir o estresse. Use cinco minutos antes de dormir, concentre-se nas experiências positivas e anote: um filme engraçado, a conversa com um amigo, algo interessante que aprendeu. Lembre-se sempre que esse isolamento é um momento passageiro que durará algum tempo e você poderá retornar à sua vida normal. Seria bom aproveitar para refletir como podemos usar essa pausa da rotina para crescer. Muitos estaremos estressados ​​com as incertezas, preocupados com empregos e finanças: um estresse real e sem tamanho. Faça uma lista das despesas e concentre-se no essencial. Quanto você tem e que despesas você pode cortar? Esse é um momento de real aprendizado que não pode ser desperdiçado. Há coisas que escapam ao nosso controle. O fato de dar-se conta do que você pode modificar é um poderoso motivador: um impulso moral. Aceitar que você não pode influenciar tudo e que tudo nunca será perfeito. Passe algum tempo com os filhos. Relaxe sem se estressar com as notas dos seus filhos, com as aulas de esporte perdidas ou falhas no aprendizado. Use esse tempo para se conectar novamente com eles e permitir que sejam crianças.

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PE. DOUGLAS – Convertei-vos e crede no Evangelho

Se existe uma palavra que resuma todo o tempo da Quaresma e que poderia resumir também a nossa caminhada como cristãos, esta palavra é CONVERSÃO! Nós estamos, na verdade, iniciando esta caminhada, que é, pra todos nós, um tempo de conversão. É Deus que nos concede. novamente, uma chance de melhorarmos de vida, de sermos melhores, de sermos mais convertidos, de sermos mais fiéis a Ele, e assim, não deixarmos passar o tempo da graça, o tempo santo da Quaresma, como ocasião de conversão, para todos nós. Uma cena do evangelho de S. Marcos (Mc 1,12-15) talvez nos questione, profundamente, porque estamos diante daquele que é nosso Mestre e Senhor, tentado pelo demônio. Parece, de certa maneira, uma contradição… o nosso Mestre, o nosso Senhor, tentado, e tentado pelo demônio? Por isso, a primeira coisa que este evangelho faz conosco é nos consolar, ao reconhecermos que Ele, nosso Mestre e Senhor, passou por esta experiência, e todos nós também passamos, todos nós passaremos e, como Ele, todos nós podemos passar e superar tantas tentações, em nossa vida. Para que nós, então, vivamos esta proposta de conversão que o Senhor nos faz, é preciso que acolhamos em nossa vida, algumas lições desse evangelho. A primeira lição que ele nos dá é a de que, como o Espírito de Deus conduziu Jesus, também nos conduz muitas vezes para o deserto. Talvez, humanamente, não escolhessemos o deserto. Não escolheríamos o deserto, não queremos o deserto, nós corremos do deserto. Mas é preciso ser dócil e deixar que o Espírito nos leve a uma experiência de deserto, a uma experiência de parada, de escuta atenta à Palavra de Deus, deixarmos que o deserto também nos prepare para tantos desafios, para tantas missões, como fez com o próprio Senhor. De certa maneira, nós pensaríamos que o Espírito só nos levaria para planícies, para verdes pastagens, para a beira do mar da Galileia, mas o mesmo Espírito nos conduz ao deserto. É necessário parar e fazer uma experiência do deserto. De certa maneira, o Espírito está, há um ano, nos oferecendo esta experiência de deserto, com esta pandemia. Mas o que estamos fazendo? Correndo o tempo inteiro do deserto. Nós não queremos o deserto, nós fugimos do deserto… nós gostamos do alvoroço, do falatório, da aglomeração, da multidão! E o Espírito nos conduz a esta experiência de silêncio, de parada, de escuta, totalmente oposta à proposta que o mundo nos faz. Na verdade, o Espírito está, há muito tempo nos chamando a esta parada. Nós estamos correndo desta proposta que o Senhor nos faz. A segunda lição que o mesmo evangelho nos dá é quando relata que Jesus faz uma experiência de deserto, durante 40 dias. Não é um deserto de um dia, não é um deserto de um mês, não é um deserto qualquer, uma crise qualquer, mas é uma experiência demorada, e quando escutamos na escritura a imagem do número 40, é sinal desta plenitude, é o povo que passa pelo deserto 40 anos, é o profeta Elias, que faz também seu retiro de preparação para sua missão, durante 40 dias. E o Senhor, que passa pelo deserto 40 dias.  Na verdade, esta palavra nos ensina também, que os desertos, os desafios da nossa vida não passam no estalar dos dedos, demora… E nós precisamos aprender a ter paciência, nos desertos da vida. Porque nós somos agitados, gostamos das coisas rápidas. Na verdade, nós gostaríamos não das coisas pra ontem, nós gostaríamos das coisas pra anteontem. De tão rápidos que somos, de tão acelerados que somos, não aprendemos a esperar, a reconhecer que as coisas de Deus se dão aos poucos, devagar… até por isso, nós costumamos brincar, dizendo que “obra de igreja demora”! As coisas de Deus demoram, nosso caminho de conversão demora… Há quanto tempo estamos aqui, tentando nos converter. Já estamos? Não estamos. Estamos tentando. Como dizia um padre, amigo nosso, ‘nós vamos morrer, tentando’, porque todo dia é uma nova tentativa, uma nova oportunidade de conversão. E até o dia em que formos colocados dentro de um caixão, nós ainda podemos melhorar, ainda podemos nos converter. E a terceira lição que o evangelho nos dá é quando Jesus é tentado por Satanás. A imagem do diabo, que de fato nos ronda, nos acompanha, precisa ser entendida por nós não como uma criação da Igreja, não como uma invenção da Idade Média, não como uma imagem pra assustar nossas consciências ou as crianças, mas eu e você cremos na existência do diabo, cremos que ele, como diz S. Pedro em sua carta (1Pd 5,8), está procurando a quem devorar, esperando que nós viremos as costas para Deus, como ele o fez, uma vez por todas. É preciso que nós cuidemos, para não cairmos em dois opostos: ou não acreditamos no demônio, que parece uma invenção da cabeça de loucos, ou ao contrário, tudo é culpa do demônio. E dessa maneira, o que vamos fazendo? Tiramos a nossa culpa, tiramos a nossa responsabilidade, porque é mais fácil culpar o demônio. Deu problema em casa? É culpa do demônio! Deu problema no trabalho? É coisa do demônio! Onde fica a nossa responsabilidade? Onde ficam nossas escolhas, nossa liberdade? Quantas vezes, meus irmãos, nós não tentamos uns aos outros, quantas vezes, nós não agimos como o demônio, trabalhando pela divisão dentro da nossa casa, dentro da nossa igreja! Há momentos em que nós nem percebemos, e trabalhamos mais para o demônio do que pra Deus, e mesmo nós, cristãos católicos, que estamos na missa todos os domingos, muitas vezes, trabalhamos pela divisão e não pela unidade. E quem divide é ele, o pai da mentira. Por isso, seu nome é diabo, aquele que divide. Quando nós não trabalhamos pela unidade, quando não trabalhamos pela comunhão, não nos esqueçamos, estamos colaborando com a obra de Satanás. Depois, este mesmo evangelho nos dá outra lição: ao mesmo tempo em que uma criatura de Deus nos tenta, se opõe a nós, outras criaturas estão a nosso favor, […]

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São Porfírio

Nascido do ano de 353 em Tessalônica da Macedônia, Porfírio foi muito bem formado pelos seus pais, numa busca de piedade e vontade de Deus. Com 25 anos foi para o Egito, onde viveu a austeridade. Depois, seguiu para a Palestina, vivendo como eremita por 5 anos. Devido a uma enfermidade seguiu para Jerusalém, onde […]

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SEXTA-FEIRA DA 1ª SEMANA DA QUARESMA

(roxo – ofício do dia) Livrai-me, Senhor, das minhas aflições, vede minha miséria e minha dor; perdoai todos os meus pecados (Sl 24,17s). Quaresma é precioso tempo de renovação interior. Celebremos a Eucaristia, abertos aos apelos divinos de conversão. Primeira Leitura: Ezequiel 18,21-28 Leitura da profecia de Ezequiel – Assim fala o Senhor: 21“Se o ímpio se […]

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Santa Valburga

Santa Valburga nasceu no ano de 710. Era filha de São Ricardo, rei dos Saxões do Oeste. Santa Valburga tinha dois irmãos: o bispo Vilibaldo e o monge Vunibaldo. Durante uma peregrinação com seu pai, mãe e irmãos aos Lugares Santos, Santa Valburga retirou-se numa abadia. E foi ali que descobriu a beleza do chamado […]

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São Sérgio – Monge eremita

Celebramos neste dia a santidade de vida do monge Sérgio que chegou ao martírio devido seu grande amor a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. São Sérgio vivia no deserto enquanto os cristãos estavam sendo perseguidos e entregando a vida em sacrifício de louvor. Certa vez o santo monge e intercessor foi movido pelo Espírito […]

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QUARTA-FEIRA DA 1ª SEMANA DA QUARESMA

(roxo – ofício do dia) Lembrai-vos de vossa misericórdia e de vosso amor, pois são eternos. Nossos inimigos não triunfem sobre nós; libertai-nos, ó Deus, de toda angústia! (Sl 24,6.3.22) Deus está disposto a perdoar nossas faltas, porém espera que realizemos obras de conversão. Celebremos com a firme vontade de retomar os caminhos do Senhor. […]

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São Policarpo

O santo deste dia é um dos grandes Padres Apostólicos, ou seja, pertencia ao número daqueles que conviveram com os primeiros apóstolos e serviram de elo entre a Igreja primitiva e a Igreja do mundo greco-romano. São Policarpo foi ordenado Bispo de Esmirna pelo próprio São João, o Evangelista. De caráter reto, de elevado saber, […]

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TERÇA-FEIRA DA 1ª SEMANA DA QUARESMA

(roxo – ofício do dia) Vós fostes, Senhor, o refúgio para nós de geração em geração: desde sempre e para sempre, vós sois Deus (Sl 89,1s). De muitos modos, Deus cerca de predileção seus filhos e filhas: socorre-os com sua palavra eficaz, está perto dos corações atribulados… Exaltemos, todos juntos, o nome daquele que podemos […]

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