Atualidades

Vacina anti-Covid: Apelo da Santa Sé e Caritas à Onu

Apelo da Santa Sé e Caritas à Onu: ninguém seja excluído da vacina anti-Covid Numa declaração conjunta, o prefeito do Dicastério vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral e o presidente da Caritas Internacional pedem o direito de vacinação para todos nesta pandemia. Os cardeais Turkson e Tagle fazem um apelo ao Conselho de …

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“Sem fraternidade humana não vamos avançar”

Presidente da CNBB participou da live “Ciência e fé católica: Universalização do acesso à vacina e amizade social”. A conversa tratou da universalização do acesso à vacina contra a covid-19, no objetivo de superar a pandemia, em consonância com a proposta da Igreja de uma Fraternidade Social, apresentada pelo Papa Francisco na encíclica Fratelli Tutti

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7ª edição do Dia Mundial de Oração contra o Tráfico de Seres Humanos

No Brasil, nos próximos 7 e 8 de fevereiro, a Comissão Especial Pastoral para o Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB se une como parceira da Rede "Um Grito pela Vida" na preparação e organização de eventos como lives, debates sobre o tema e celebrações eucarísticas

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DOM JOSÉ FRANCISCO – O desafio de manter-se são

Tem-se falado que a Pandemia de COVID-19 é um fenômeno mundial de características únicas na extensão, velocidade de crescimento, impacto geral na população e nos serviços de saúde. Além disso, ocorre em um contexto de acesso a muita informação e em tempo muito curto. Os impactos já atingiram a saúde mental. Cada um reage de maneira diferente a situações estressantes: o modo como cada um responde à pandemia depende da sua história de vida, das características particulares e da comunidade em que vive. Entre os que respondem mais intensamente, ao estresse do momento, estão os idosos ou portadores de doenças; os profissionais de saúde, sobretudo, os que trabalham no atendimento à pandemia; pessoas com transtornos mentais, incluindo os relacionados ao uso de substâncias químicas. O distanciamento social, a redução de estímulos, a perda de renda e alterações significativas na rotina trazem suas reações: 1) medo de ficar doente, perder a fonte de renda, morrer; 2) todo tipo de evitação, até de procurar um serviço de saúde, por receio da contaminação; 3) preocupação real na obtenção de alimentos, remédios e suprimentos pessoais; 4) alterações do sono e da concentração ocasionados por pensamentos intrusivos; 5) sentimentos de desesperança, tédio, solidão e depressão devido ao isolamento; 6) irritabilidade pela perda de autonomia; 7) medo de ser socialmente excluído por ter ficado doente; 8) preocupação com a possibilidade de membros da família contraírem e transmitirem o vírus; 9) receio de as crianças não receberem cuidados adequados; 10) risco do desencadeamento de transtornos mentais; 11) risco de perder a pessoa amada sem poder se despedir;  12) reações de estresse ligadas a notícias falsas e sensacionalistas. O que fazer é a grande pergunta do momento. Vamos nos deter nela nos próximos artigos.

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PE. DOUGLAS – “Corramos… com os olhos fixos em Jesus” (Hb 12,1-2)

Se existe uma meta concreta para nossa vida, particularmente para os que vivem a vocação sacerdotal, essa meta é correr ao encontro de Jesus. De fato, nosso coração anseia por Ele. Assim, encontramos um impulso a correr ao Seu encontro! Contudo, como nos lembra a Carta aos Hebreus (12, 1-14), estamos cercados por uma nuvem de testemunhas, que já fizeram esse caminho e nos motivam e ensinam a seguir em frente. Da mesma maneira, precisamos deixar de lado tudo o que nos atrapalha, quase como um excesso de bagagem da viagem da vida. Sobretudo, é preciso deixar o pecado! Para que essa corrida seja vitoriosa, é preciso que tenhamos foco, olhos fixos em Jesus, e não nos esqueçamos da meta. É Ele o iniciador e o consumador da nossa fé e, somos nós, os responsáveis por esse ínterim, do início ao fim. Cabe a nós o empenho necessário para que essa obra de fé seja frutífera. Ao mesmo tempo, se faz necessária uma resistência constante ao pecado. Não uma oposição constante, mas, como diz a epístola, uma “resistência até o sangue”, ou seja, um enfrentamento radical! A vida cristã não é uma brincadeira! O Evangelho de Mc 5, 21-43 nos coloca diante de três atitudes/virtudes, que devem marcar nosso caminhar de fé: perseverança, humildade e fé. A hemorroíssa e Jairo nos indicam três atitudes que devem marcar nossa vida de crentes. Primeiro, vemos a fé desses dois personagens. Jairo acreditava que Jesus podia fazer alguma coisa por sua filha. Sabia que apesar de tudo o que possuía, tinha algo que não era comprado com o dinheiro. Por outro lado, aquela mulher acredita que Aquele Homem é a salvação para seu problema, que ninguém conseguia resolver. Toda tentativa humana já tinha sido colocada em jogo. Agora, faltava aos dois um salto no escuro: a fé naquele Homem especial, diante dos  seus olhos: Jesus de Nazaré.   Ao mesmo tempo, encontramos uma lição de humildade. Essa mulher é tão humilde, que só sabemos de sua doença. Nem seu nome ficou na história! Mas sua humildade nos bastou! Essa humilde serva sabia que bastava tocar na orla do manto daquele Homem-Deus, que surgiu na história de seu povo. Ela não precisava de nada: orações, imposição de mãos, toques, olhares… Ela só queria “tocar na orla do Seu manto”! Que mulher crente e humilde! Por outro lado, Jairo tem consciência de que, apesar de tudo, a obra de Deus seria realizada. Por último, contemplamos uma profunda lição de perseverança! Jairo e a hemorroíssa não desistem facilmente. Ao contrário, persistem, resistem, diante de todo e qualquer empecilho. Jairo, apesar da preocupação com sua filha, não desiste. Segue o Senhor e O acompanha numa verdadeira peregrinação, no meio da multidão. Ele persevera e, curiosamente, parece que nem tem pressa, porque confia. Já a mulher enferma enfrenta a multidão e toda dificuldade. Vai em frente! Inclusive, ela resiste à possibilidade de ter atendimento exclusivo. Perseverou até a última chance! Já tinha feito de tudo, mas continuou resistindo, até chegar em sua meta. Enfim, o início de um novo ano nos pede novas metas, propostas, planos… Contemplando a Virgem Maria, nossa pedagoga, Jairo e a hemorroíssa, façamos o propósito de viver 2021 na fé, na humildade e na perseverança. Que 2021, Ano de São José, que se iniciou com tantos desafios, seja vivido na fé, humildade e perseverança! Não deixemos que nada, nem ninguém nos roube a fé, a humildade e a perseverança! Ao contrário, que tudo que vivermos nessa nova página que Deus nos ofertou, que se chama 2021,  seja marcado por essas três atitudes vitais, para qualquer pessoa de fé! Maria e José passam a nossa frente e nos ensinam, sem palavras, mas com atitudes, a vivermos na fé, na humildade e na perseverança!  

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Santa Águeda

Virgem e mártir, Santa Águeda nasceu no século III numa família muito conhecida, em Catânia, na Sicília. Muito cedo, ela discerniu um chamado a Deus consagrando a sua virgindade ao Senhor, seu amado e esposo. A grande santa italiana foi uma jovem de muita coragem vivendo o Santo Evangelho na radicalidade num tempo em que […]

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MEMÓRIA SANTA ÁGUEDA, VIRGEM E MÁRTIR

(vermelho, pref. dos mártires ou das virgens, – ofício da memória) Esta é uma virgem sábia, do número das prudentes, que foi ao encontro de Cristo com sua lâmpada acesa. Águeda, cujo nome está inscrito do Cânon Romano, nasceu na Itália, no século 3º. Tendo-se consagrado a Cristo pelo voto de virgindade, ainda muito jovem […]

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Aniversariantes de Fevereiro

1 – Frei Amilton Nascimento Salles, OFMCap. (Rel.) – nat. Frei José Diniz dos Reis, OFMCap. – nat. Frei Luiz Colossi, OFM – ord. sac. 1992 Pe. Robson de Oliveira Magalhães – nat. 2 – Pe. Ângelo de Carvalho Silva – ord. sac. 2004 Pe. Mário Cezar da Costa – ord. sac. 2004 3 – Pe. João Ednalvo Carneiro – ord. sac. 1985 4 – Diác. Adilson de Souza Barreiros – nat. Pe. José (Jozef) Stepinski, SAC – nat. Pe. Cristóvão (Krzyztof) Sopicki, SAC – nat. 5 – Mons. José Geraldo da Silva Pinto Souza – nat. Diác. Luiz Alberto da Costa Lima – nat. 6 – Pe. Wilson Ramos da Silva, CP – ord. sac. 2010 Virgem Consagrada Jociane Soares Apicelo – nat. 10- Diác. Francisco Rufino de Lima – nat. Pe. Renato Cabral de Holanda – ord. sac. 2007 Pe. Roberto de Assis Almeida Conceição – ord. sac. 2007 11 – Diác. Arilson Ramos da Silva – nat. Frei Ilson Fontenele Júnior, OFMConv. – ord. sac. 2012 Pe. Jadilson Martins – nat. Pe. Willians Mar da Silva Paulo – nat. 12 – Ir. Olir Facchinello, FSC – prof. rel. 1968 13 – Pe. Átila Latini Ribeiro, MSC – nat. 14 – Pe. Ronald Batista da Silva – nat Pe. Siro da Silva Chaves, CP – ord. sac. 2002 15 – Diác. Alex Coutinho de Abreu – nat. Pe. André Luís Bastos Siqueira – nat. 16 – Pe. Leandro de Azevedo Freire – nat. 18 – Diác. Evilez José da Penha – nat. 22 – Pe. Júlio César Trindade Veríssimo – nat. 24 – Pe. Celso Luiz Enetério da Silva – nat. Pe. Nelson Siqueira Neves – nat. 25 – Diác. Elson Gomes dos Reis – nat. 26 – Pe. Adenilson Gomes Moreira, SAC – ord. sac. 2011 Pe. José Otácio Oliveira Guedes – nat. Diác. Márcio Costa Ferreira – nat. 27 – Diác. Alberto Araujo dos Santos – nat. Ir. Jardelino Menegat, FSC – prof. rel. 1977 Virgem Consagrada Elza Aparecida Feliciano – nat.

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Lançado o livro sobre o Sacramento da Reconciliação

O livro, destinado a líderes de comunidade, animadores e catequistas, oferece roteiros que ajudam na compreensão e na vivência do perdão e da misericórdia na vida eclesial. Para o seu autor, dom Armando Bucciol, apesar dos avanços, sobretudo após o Concílio Vaticano II, a Igreja ainda está, em certas práticas, parada nas propostas do Quarto Concílio de Latrão de 1.215

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