Atualidades

27ª Semana do Tempo Comum – Terça-feira

Primeira Leitura: Gálatas 1,13-24 Leitura da carta de São Paulo aos Gálatas – Irmãos,certamente ouvistes falar como foi outrora a minha conduta no judaísmo, com que excessos perseguia e devastava a Igreja de Deus e como progredia no judaísmo mais do que muitos judeus de minha idade, mostrando-me extremamente zeloso das tradições paternas. Quando, porém, aquele […]

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São Bruno

Hoje lembramos o santo que se tornou o fundador da Ordem dos Cartuxos, considerada a mais rígida de todas as Ordens da Igreja, e que atravessou a história sem reformas. Filho de família nobre de Colônia (Alemanha), nasceu em 1032. Quando alcançou idade foi chamado pelo Senhor ao sacerdócio, e se deixou seduzir. Amigo e […]

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Santa Maria Faustina Kowalska

A misericórdia divina revelou-se manifestamente na vida desta bem-aventurada, que nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira de dez filhos de um casal pobre. Por isso, após dois anos de estudos, teve de aplicar-se ao trabalho para ajudar a família. Com dezoito anos, a jovem […]

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27ª Semana do Tempo Comum – Segunda-feira

Primeira Leitura: Gálatas 1,6-12 Leitura da carta de São Paulo aos Gálatas – Irmãos, admiro-me de terdes abandonado tão depressa aquele que vos chamou, na graça de Cristo, e de terdes passado para um outro evangelho. Não que haja outro Evangelho, mas algumas pessoas vos estão perturbando e querendo mudar o Evangelho de Cristo. Pois bem, […]

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Pastoral da Saúde realiza evento de formação on-line

A Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Niterói promoveu no sábado, 03 de outubro, o evento presencial e on-line, para formação espiritual de seus membros, na Paróquia de Santo Antônio da Covanca, em São Gonçalo, de 9h às 12h. A Atividade contou com animação, palestra, partilha e Missa e foi acompanhada, presencialmente, pelos coordenadores dos vicariatos, cerca de 20 participantes, devidamente comprometidos com os protocolos de segurança contra o CoronaVirus, e também, foi acompanhada por outros membros, pela página da Pastoral da Saúde no Facebook. Padre Marcelo José, assessor da Pastoral da Saúde Arquidiocesana, destacou em sua palestra a questão das vidas perdidas por causa da pandemia e como costumam agir os sujeitos atingidos por esse flagelo. “Em tempos de COVID-19, estamos realizando processos de luto que, segundo Elizabeth Kubler-Ross, passam por cinco fases: a) Negação: quando não caiu a ficha ainda. Nesta fase do luto, a pandemia parecia uma realidade distante que era somente na China. Mas, após o anúncio da Organização Mundial de Saúde, ao se pronunciar sobre uma Pandemia, passamos a acreditar e a nos precaver. Porém, algumas pessoas vivem como se não tivesse nenhuma pandemia, negam em sua existência a situação presente, que estamos vivendo. Alguns, ainda, dão uma desculpa que é uma conspiração da China, para não ter responsabilidade em suas ações ou criam situações, em que a mídia está inventando essas mortes. É claro que devemos ter o discernimento de todo e qualquer exagero nos noticiários, para mantermos uma boa saúde psíquica. b) Ira: o porquê aconteceu isso, onde a pessoa culpa alguém, como por exemplo: Deus, parentes, a si mesmo, constituições, profissionais. Nesta segunda fase, pode vir a revolta, a indignação contra Deus e questionamentos, como por exemplo: “o porquê Deus permitiu tal castigo apocalíptico”. Há também a indignação contra o país da China, contra as autoridades que não fizeram nada, para combater o avanço da pandemia e as pessoas que não estão nem aí para a pandemia. E por fim, a indignação com a própria Igreja, por seguir os protocolos, proibindo os sacramentos, as ações pastorais. c) Barganha: a pessoa quer mudar de vida, fazer algum tipo de promessa a Deus, à Nossa Senhora Aparecida. A pessoa começa a realizar promessas, para que algo “mágico” possa acontecer na face da terra, principalmente, para o fim desta pandemia. Sabemos que os cientistas estão buscando uma vacina e que existem processos, para que essa vacina possa ser legitimada cientificamente. Neste momento, o que podemos fazer de concreto é a nossa responsabilidade, para que a doença não se alastre e com isso, possamos seguir os protocolos de saúde do COVID-19 e pedir a Deus que tenhamos sabedoria, para lidar com essa pandemia. d) Depressão: que não é patológica, mas algo que é normal no ser humano: a tristeza.  Esta fase pode apresentar ao sujeito sentimentos de desamparo, angústia, tristeza, principalmente, com o afastamento, ainda mais para nós, brasileiros, que somos muito afetuosos. Quanto mais a pessoa é afetuosa, maior ainda as angústias e tristezas. Não é somente pelas pessoas, mas daquilo que gostamos de realizar, como: o trabalho, a Igreja, as Pastorais (da Saúde), os doentes, os idosos, encontros sociais. Por fim, a última fase, a ressignificativa. e) Aceitação: quando o sujeito consegue realizar um ressignificado, um processo de resiliência, mesmo com as adversidades da vida. Possamos usar de criatividade, já que, não podemos visitar os doentes, mas podemos telefonar, marcando um horário com o profissionais de saúde de uma instituição (organizar com o coordenador); realizar cursos e encontros que estão na internet e perceber com flexibilidade o que se pode realizar em algumas instituições, com as nossas visitas físicas (veja com o responsável da instituição e sempre seguindo os protocolos). Portanto, podemos viver este “novo normal” e enfrentar esses dilemas, nesta pandemia, que também, são momentos de grandes oportunidades de crescimento humano e espiritual. Que Deus nos ilumine e guarde sempre a cada dia”, destacou o sacerdote. O Padre Marcelo apontou para todos, que nesse momento, o importante é ter fé em Deus, é saber que Ele está ao nosso lado, em qualquer momento de nossa vida, seja na saúde, na doença e até mesmo na hora da morte, que é o começo da minha vida eterna. Com informações da Pastoral da Saúde Por Pe. Ricardo Mota

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Confira o vídeo da nova encíclica do Papa Francisco – Fratelli tutti

O Papa Francisco lançou, no dia 03 outubro, na cidade de Assis, a nova carta encíclica, cujo tema trata da amizade e fraternidade na sociedade de hoje. Nossa redação separou o vídeo da mensagem do Santo Padre, para nos aprofundarmos nas palavras e sabedoria e espiritualidade do paladino da paz. A partir das 12h30m de Roma, do dia 04 de outubro, será possível consultar a Encíclica Fratelli tutti no website oficial da Santa Sé (www.vatican.va). A partir das 16h de Roma, do mesmo dia, será possível ver o vídeo on demand da conferência de apresentação da Encíclica (http://www.vaticannews.va). Confira: Com informações do Colégio Episcopal Por Pe. Ricardo Mota

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Fratelli tutti – Sobre a amizade e a fraternidade social

Fratelli tutti – Sobre a amizade e a fraternidade social O Papa Francisco lançou, no dia 02 outubro, na cidade de Assis, a nova carta encíclica,  cujo tema trata da amizade e fraternidade na sociedade de hoje. Nossa redação separou o resumo da mensagem do Santo Padre, para nos aprofundarmos nas palavras e sabedoria e espiritualidade do paladino da paz. Uma série de outros conteúdos serão liberados, durante a semana, para o maior aproveitamento dos fiéis no site do Vaticano, vatican.va. A partir das 12h30m de Roma, do dia 04 de outubro, será possível consultar a Encíclica Fratelli tutti no website oficial da Santa Sé (www.vatican.va). A partir das 16h de Roma, do mesmo dia, será possível ver o vídeo on demand da conferência de apresentação da Encíclica (http://www.vaticannews.va). Resumo Fratelli tutti As sombras de um mundo fechado (Cap. 1) propagam-se sobre o mundo, deixam feridos na margem da estrada, que são marginalizados, descartados. As sombras afundam a humanidade na confusão, solidão e vazio. Encontramos um estranho no caminho (Cap. 2), ferido. Perante esta realidade podemos tomar duas atitudes: seguir em frente, ou determo-nos; incluí-lo ou excluí-lo, definirá o tipo de pessoa ou projeto político, social e religioso que somos. Deus é amor universal, e dado que somos parte desse amor e o compartilhamos, somos chamados à fraternidade universal, que é abertura. Não há “outros”, nem “eles”, só há “nós”. Queremos, com Deus e em Deus, um mundo aberto (Cap. 3) sem muros, sem fronteiras, sem excluídos, sem estranhos, e para isso temos e queremos um coração aberto (Cap. 4). Vivemos uma amizade social, buscamos um bem moral, uma ética social, porque sabemos que somos parte de uma fraternidade universal. Somos chamados ao encontro, à solidariedade e à gratuidade. Para um mundo aberto com o coração aberto, devemos fazer a política melhor (Cap. 5). Política para o bem comum e universal, política para e com o povo, quer dizer, popular, com caridade social, que busca a dignidade humana e é executada por homens e mulheres, com amor político, que integram a economia num projeto social, cultural e popular. Saber dialogar é o caminho para abrir o mundo e construir a amizade social (Cap. 6); e é a base para uma política melhor. O diálogo respeita, traz um consenso e busca a verdade; o diálogo dá lugar à cultura do encontro, isto é, o encontro torna-se estilo de vida, paixão e desejo. Quem dialoga é amável, reconhece e respeita o outro, mas isto não basta, temos de enfrentar a realidade das feridas do desencontro e estabelecer e percorrer, em seu lugar, percursos dum novo encontro (Cap. 7). Temos de curar as feridas e restabelecer a paz; precisamos de audácia e de partir da verdade, partir do reconhecimento da verdade histórica, companheira inseparável da justiça e da misericórdia, que é indispensável, para se caminhar rumo ao perdão e à paz. Perdoar não é esquecer; o conflito no caminho rumo à paz é inevitável, mas não por isso a violência é aceitável. Por isso, a guerra é um recurso inaceitável e a pena de morte uma prática a erradicar. As várias religiões do mundo reconhecem o ser humano como criatura de Deus, como criaturas numa relação de fraternidade. As religiões são chamadas ao serviço da fraternidade no mundo (Cap. 8). A partir da abertura ao Pai de todos, reconhecemos a nossa condição universal de irmãos. Para os cristãos, o manancial de dignidade humana e de fraternidade está no Evangelho de Jesus Cristo: daí surgem as nossas ações e compromissos. Para nós, este caminho da fraternidade tem também uma Mãe chamada Maria. Perante os feridos pelas sombras de um mundo fechado, que jazem na beira da estrada, o Papa Francisco chama-nos a fazer nosso e atuar, o desejo mundial de fraternidade, que parte de reconhecer que somos Fratelli tutti, todos irmãs e irmãos. Com informações do Colégio Episcopal Por Pe. Ricardo Mota

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Publicada “Fratelli Tutti”, a Encíclica social do Papa Francisco

Assinada no sábado, dia 3 de outubro, em Assis, o Papa Francisco celebrou uma missa e assinou a sua terceira Encíclica, agradecendo a Primeira Seção da Secretaria de Estado pelo trabalho realizado na preparação do documento. Fraternidade e amizade social são os caminhos indicados pelo Pontífice para construir um mundo melhor, mais justo e pacífico, com o compromisso de todos: pessoas e instituições. Reafirmado com vigor o não à guerra e à globalização da indiferença. O documento publicado hoje, dia 4 de outubro destaca, quais são os grandes ideais, mas também os caminhos concretos para aqueles que querem construir um mundo mais justo e fraterno nas suas relações quotidianas, na vida social, na política e nas instituições? Esta é a pergunta à qual pretende responder, principalmente, “Fratelli tutti”: o Papa define-a como uma “Encíclica Social” (6) que toma o seu título das “Admoestações” de São Francisco de Assis, que usava essas palavras “para se dirigir a todos os irmãos e irmãs e lhes propor uma forma de vida com sabor do Evangelho” (1). A Encíclica tem como objetivo promover uma aspiração mundial à fraternidade e à amizade social. No pano de fundo, há a pandemia da Covid-19 que – revela Francisco – “irrompeu de forma inesperada quando eu estava escrevendo esta carta”. Mas a emergência sanitária global mostrou que “ninguém se salva sozinho” e que chegou realmente o momento de “sonhar como uma única humanidade”, na qual somos “todos irmãos”. (7-8). No primeiro de oito capítulos, intitulado “As sombras dum mundo fechado”, o documento debruça-se sobre as muitas distorções da época contemporânea: a manipulação e a deformação de conceitos como democracia, liberdade, justiça; o egoísmo e a falta de interesse pelo bem comum; a prevalência de uma lógica de mercado baseada no lucro e na cultura do descarte; o desemprego, o racismo, a pobreza; a desigualdade de direitos e as suas aberrações como a escravatura, o tráfico de pessoas, as mulheres subjugadas e depois forçadas a abortar, o tráfico de órgãos (10-24). Estes são problemas globais que requerem ações globais, sublinha o Papa, apontando o dedo também contra uma “cultura de muros” que favorece a proliferação de máfias, alimentadas pelo medo e pela solidão (27-28). A muitas sombras, porém, a Encíclica responde com um exemplo luminoso, o do bom samaritano, a quem é dedicado o segundo capítulo, “Um estranho no caminho”. Nele, o Papa assinala que, numa sociedade doente que vira as costas à dor e é “analfabeta” no cuidado dos mais frágeis e vulneráveis (64-65), somos todos chamados a estar próximos uns dos outros (81), superando preconceitos e interesses pessoais. De fato, todos nós somos corresponsáveis na construção de uma sociedade que saiba incluir, integrar e levantar aqueles que sofrem (77). O amor constrói pontes e nós “somos feitos para o amor” (88), acrescenta o Papa, exortando em particular os cristãos a reconhecerem Cristo no rosto de cada pessoa excluída (85). O princípio da capacidade de amar segundo “uma dimensão universal” (83) é também retomado no terceiro capítulo, “Pensar e gerar um mundo aberto”: nele, Francisco exorta cada um de nós a “sair de si mesmo” para encontrar nos outros “um acrescentamento de ser” (88), abrindo-nos ao próximo segundo o dinamismo da caridade que nos faz tender para a “comunhão universal” (95). Afinal – recorda a Encíclica – a estatura espiritual da vida humana é medida pelo amor que nos leva a procurar o melhor para a vida do outro (92-93). O sentido da solidariedade e da fraternidade nasce nas famílias que devem ser protegidas e respeitadas na sua “missão educativa primária e imprescindível” (114). O direito a viver com dignidade não pode ser negado a ninguém, afirma ainda o Papa, e uma vez que os direitos são sem fronteiras, ninguém pode ser excluído, independentemente do local onde nasceu (121). Deste ponto de vista, o Papa lembra também que é preciso pensar numa “ética das relações internacionais” (126), porque cada país é também do estrangeiro e os bens do território não podem ser negados àqueles que têm necessidade e vêm de outro lugar. O direito natural à propriedade privada será, portanto, secundário em relação ao princípio do destino universal dos bens criados (120). A Encíclica também coloca uma ênfase específica na questão da dívida externa: embora se mantenha o princípio de que toda a dívida legitimamente contraída deve ser paga, espera-se, no entanto, que isto não comprometa o crescimento e a subsistência dos países mais pobres (126). Ao tema das migrações é, ao invés, dedicado em parte o segundo e todo o quarto capítulo, “Um coração aberto ao mundo inteiro”: com as suas “vidas dilaceradas” (37), em fuga das guerras, perseguições, catástrofes naturais, traficantes sem escrúpulos, arrancados das suas comunidades de origem, os migrantes devem ser acolhidos, protegidos, promovidos e integrados. Nos países destinatários, o justo equilíbrio será entre a proteção dos direitos dos cidadãos e a garantia de acolhimento e assistência aos migrantes (38-40). Especificamente, o Papa aponta algumas “respostas indispensáveis” especialmente para aqueles que fogem de “graves crises humanitárias”: incrementar e simplificar a concessão de vistos; abrir corredores humanitários; oferecer alojamento, segurança e serviços essenciais; oferecer possibilidade de trabalho e formação; favorecer a reunificação familiar; proteger os menores; garantir a liberdade religiosa. O que é necessário acima de tudo” – lê-se no documento -, é uma legislação (go­vernance) global para as migrações que inicie projetos a longo prazo, indo além das emergências individuais, em nome de um desenvolvimento solidário de todos os povos (129-132). O tema do quinto capítulo é “A política melhor”, ou seja, a que representa uma das formas mais preciosas da caridade porque está ao serviço do bem comum (180) e conhece a importância do povo, entendido como uma categoria aberta, disponível ao confronto e ao diálogo (160). Este é o popularismo indicado por Francisco, que se contrapõe ao “populismo” que ignora a legitimidade da noção de “povo”, atraindo consensos a fim de instrumentalizar ao serviço do seu projeto pessoal (159). Mas a melhor política é também a que protege o trabalho, “uma dimensão indispensável da vida social” e […]

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27º Domingo do Tempo Comum

Primeira Leitura: Isaías 5,1-7 Leitura do livro do profeta Isaías – Vou cantar para o meu amado o cântico da vinha de um amigo meu: um amigo meu possuía uma vinha em fértil encosta. Cercou-a, limpou-a de pedras, plantou videiras escolhidas, edificou uma torre no meio e construiu um lagar; esperava que ela produzisse uvas boas, […]

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