Atualidades

Missa Dominical com Dom José Francisco será 18h

O Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, a cada domingo irá visitar uma comunidade diferente, da Arquidiocese, para a celebração dominical. O anúncio foi feito ao término da Santa Missa do dia 05 de julho. A segunda comunidade a receber a visita do senhor Arcebispo será a Paróquia Santíssima Trindade, na Trindade, município de São Gonçalo. A Santa Missa do 16º Domingo Comum, com Dom José Francisco, Arcebispo de Niterói, será transmitida, ao vivo, pelo Facebook, YouTube e a Rádio oficial da Arquidiocese, às 18h. Participe da Santa Celebração, com Dom José Francisco, no dia 19 de julho, através do site: https://arqnit.org.br, https://fb.com/arqnit, https://fb.com/radioanunciadora ou https://youtube.com/arqnit. Acompanhe em Full HD aqui: Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Rádio e Redes Socias da Arquidiocese têm programação especial sábado

O Setor de Comunicação da Arquidiocese de Niterói preparou uma programação especial, para o final da noite de sábado, dia 18 de julho. Com autorização do Arcebispo Metropolitano, Dom José Francisco, do coordenador do SECOM, Padre Ricardo Mota, e do responsável pela rádio arquidiocesana, Diácono Nélio do Amparo, a rádio e as Rede Sociais da Arquidiocese estarão retransmitindo, diretamente de Cachoeira Paulista, o luau com Cristo, com Brais Oss, a partir das 20h55. O luau com Brais Oss é uma tradição, no Acampamento PHN da Comunidade Canção Nova, e neste ano completa 13 anos, com seus “lueiros”, de maneira diferente, pois devido à pandemia, o Brais  irá fazer o luau em forma de Live. O evento, com uma programação musical regada à oração e escuta da Palavra de Deus, tem início às 20h55, com apresentação de Íngrid Bianchini, Luis Marcelo e do diácono Nélio do Amparo, em arqnit.org.br, radioanunciadora.org.br, fb.com/arqnit, fb.com/radioanunciadora, YouTube.com/arqnit ou acompanhe aqui:  Sobre Brais Oss Brais Oss é músico desde os 14 anos. Natural de Capixaba (ES), aos 28 anos ele se encontrou com Cristo na Canção Nova, onde é consagrado desde 2002. A partir desse encontro, começou a “cristificar” sua música, dando a ela um sentindo contrário ao dos bares e barzinhos, dos vícios das drogas. Seu pai, sanfoneiro, inspirou e cultivou a música na vida e no coração do missionário, dando a ele os primeiros toques como músico. Por isso, sua gaita tem um grau de “parentesco” com a sanfona. Ele  dedica sua vida à evangelização, através de eventos e dos meios de comunicação Social na TV e Comunidade Canção Nova. É produtor musical e cultural, cantor, compositor, escritor e idealizador do projeto Luau com Cristo, que divulga, em diversas viagens pelo Brasil e exterior. Para Brais, é uma alegria fazer um show cristão, com um trabalho de qualidade e honestidade para a evangelização. Por João Dias/Íngrid Bianchini Foto: WesleyAlmeida/cancaonova.com (publicação autorizada) Arte: divulgação

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Dom Luiz Ricci completa 3 anos de Ordenação Episcopal

Dom Luiz Antonio Lopes Ricci, Bispo de Nova Friburgo, completa hoje, dia 16 de julho, 3 anos de sua Ordenação Episcopal. Rogamos a Deus por sua saúde, sabedoria e força, na entrega a Deus e nos trabalhos pastorais. Que Jesus e Maria o abençoem! Dom Antônio Lopes Ricci foi ordenado Bispo em 16 de julho de 2017, em Bauru, São Paulo. Nascido para servir, Dom Luiz Antonio professou seus votos e, através deles, seguiu sua busca, pautado sempre pelo amor de Deus, farol a guiá-lo por mar aberto, sem a preocupação de perder de vista o ponto de partida, o porto-seguro, o lugar onde sempre teve a certeza de poder ancorar e descansar, quando necessário. “Os Bispos sucessores dos Apóstolos assumem, na liberdade, a responsabilidade plena de se entregarem ao serviço do Evangelho, sabedores de que carregam um tesouro em vasos de barro (cf. II Cor 4,7). Eles são constituídos Pastores da Igreja, com a missão de ensinar, santificar e guiar, em comunhão hierárquica com o Sucessor de Pedro, e com os outros membros do Colégio Episcopal” (Apostolorum Successores, Introdução). Nos quase 3 anos de muito trabalho, em prol da Arquidiocese de Niterói, o povo da Arquidiocese se sente cada vez mais honrado e grato, por ter tido como Bispo Auxiliar, conselheiro e, sobretudo, como amigo/irmão, quem nunca deixou a comunidade, principalmente, os mais necessitados. No dia 4 de julho, Dom Luiz Ricci, foi empossado como 5º Bispo diocesano. Aproveitando essa data muito importante, seu terceiro aniversário episcopal, queremos desejar, em nome dos fiéis da Arquidiocese de Niterói, um pastoreio de Paz, Amor e sobretudo, na graça do Espirito Santo. Que Nosso Senhor Jesus Cristo o abençoe a cada dia do seu pastoreio à frente da Diocese de Nova Friburgo, Dom Luiz Ricci. Parabéns, Dom Luiz Ricci, que Deus o abençoe e conduza seus passos rumo à santidade almejada. Deus o escolheu! Por João Dias  

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Igrejas cristãs: é preciso reformar as finanças mundiais

Igrejas cristãs: é preciso reformar as finanças mundiais para sair da crise O objetivo deve ser “disponibilizar recursos financeiros adequados para a saúde pública e a proteção social a centenas de milhões de pessoas cujos meios de subsistência foram drasticamente reduzidos pela pandemia e pelas medidas para combatê-la”, afirmam. Isto significa exames em larga escala, fornecendo equipamento de proteção, cobertura sanitária para todos, uma vacina acessível, benefícios garantidos para rendimentos mais baixos e fundos de desemprego O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), a Comunhão Mundial de Igrejas Reformadas (CMIR), a Federação Luterana Mundial (FLM) e o Conselho Missionário Mundial (CMM) dirigem aos líderes do G-20 um apelo a mudar radicalmente as finanças globais atuais e a promover uma recuperação econômica justa e sustentável no período pós-Covid-19. Numa carta conjunta, os quatro órgãos, que representam cerca de 500 milhões de cristãos no mundo inteiro, manifestam “profunda preocupação” com a saúde e o impacto econômico da pandemia da Covid-19 que está ceifando vidas em todos os lugares, como também comprometendo a subsistência de milhões de pessoas. As pessoas não querem voltar à “velha normalidade” “Até o momento há meio milhão de mortes, desemprego maciço, aumento da dívida, pobreza e desigualdade em muitas partes do mundo”, enquanto a difusão do contágio continua crescendo, lê-se na missiva. “Este momento nos oferece uma oportunidade sem precedentes para analisar a atual ordem mundial e reconstruir melhor um sistema diferente que sustente a saúde, o bem-estar e a resiliência das comunidades e do planeta para as futuras gerações”, exortam as Igrejas Cristãs, ressaltando “que as medidas e políticas de recuperação no período pós-Covid-19 devem ser compatíveis com ações urgentes e ambiciosas contra a crise climática”.  As pessoas não querem voltar à “velha normalidade”, evidencia a carta. Discussões sob a égide das Nações Unidas Segundo os líderes cristãos, “para que estas mudanças sejam viáveis e sustentáveis, as discussões também devem ocorrer sob a égide das Nações Unidas, onde há uma ampla participação dos países e da sociedade civil”. O objetivo deve ser “disponibilizar recursos financeiros adequados para a saúde pública e a proteção social a centenas de milhões de pessoas cujos meios de subsistência foram drasticamente reduzidos pela pandemia e pelas medidas para combatê-la”. A curto prazo, isto significa exames em larga escala, fornecendo equipamento de proteção, cobertura sanitária para todos, uma vacina acessível, benefícios garantidos para rendimentos mais baixos, fundos de desemprego e apoio às pequenas empresas. Eliminar a dívida externa dos países pobres Sobretudo, segundo as Igrejas cristãs, é necessário eliminar a dívida externa de países com renda média baixa, que já antes da crise sanitária estavam em níveis de alerta. Isso permitiria aos governos liberar os recursos necessários para enfrentar a pandemia eficazmente e, assim, favoreceria a resiliência das comunidades locais. É também necessária uma reforma do sistema tributário global para permitir um novo começo tendo subjacente novas bases, ressalta ainda carta. E também os bispos do Reino Unido fizeram um forte apelo em favor da eliminação da dívida dos países pobres dirigido ao G-20, ao Banco Mundial, ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e aos credores privados. A carta aberta foi assinada junto com vários outros líderes religiosos britânicos e publicada na segunda-feira (13/07) no site da Conferência Episcopal da Inglaterra e País de Gales (Cbcew). Perdão da dívida é “questão moral” global O Banco Mundial estima que entre 71 e 100 milhões de pessoas no mundo hoje correm o risco de cair na pobreza absoluta como consequência da pandemia, enquanto que, de acordo com o Programa mundial de alimentação (Pma), daqui até o final do ano cerca de 270 milhões de pessoas enfrentarão grave insegurança alimentar. “Insistir em pagar a dívida diante do sofrimento causado por esta pandemia seria uma afronta às tradições religiosas que representamos”, afirmam os 77 signatários da carta, evidenciando que a eliminação da dívida é uma “questão moral” global para seus respectivos credos. Por Vatican News Service – LZ/RL Foto: Quentinha do bem

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Conferência Eclesial da Amazônia: voz profética contra projetos de morte

A situação de vulnerabilidade dos indígenas e povos originários tem se agravado com a pandemia de Covid-19. Irmã Laura Vicuña Pereira, catequista franciscana de origem indígena Kariri e que integra a Conferência Eclesial da Amazônia, acredita que a força das experiências ancestrais até hoje pode ajudar a potencializar a ação do organismo para “ser voz profética contra os projetos de morte que pesam sobre a Amazônia”. A própria sinodalidade da região, “da periferia que fala ao centro”, pode ser “uma luz para as Igrejas do mundo todo”. A Irmã Laura Vicuña Pereira, catequista franciscana de origem indígena Kariri, mora hoje em Porto Velho, Rondônia, depois que os pais tiveram que migrar do nordeste para a Amazônia na déc. 60. A experiência de aldeia, então, foi sendo adquirida com a dedicação da missionária na vida religiosa e junto ao trabalho realizado no Cimi, o Conselho Indigenista Missionário. Com nomeação pontifícia, ela representa os povos indígenas junto ao Conselho Pós-sinodal do Sínodo Amazônico que tem a tarefa de aplicar as indicações da Assembleia dos Bispos realizada no ano passado. Atualmente, faz o mesmo papel junto à recém-criada Conferência Eclesial da Amazônia que continua o caminho sinodal: “O que nós temos aqui é uma Conferência Eclesial da Amazônia, uma conferência que congrega, que une, que articula as Igrejas na Amazônia para cada qual não ficar tomando decisões isoladas com relação aos encaminhamentos do Sínodo, mas pra gente ter uma ação, como fala o próprio Papa Francisco desde o início do seu papado, na questão da sinodalidade: que a gente possa realmente caminhar juntos e formar esse rosto da Igreja na Amazônia.” O avanço da sinodalidade a partir da Amazônia Dos 5 anos que viveu na Amazônia peruana, a religiosa brasileira trouxe a experiência de uma Igreja com expressão “totalmente laical”. Irmã Laura conta que, no Vicariato de Puerto Maldonado, os leigos “assumem as frentes das comunidades para que a fé não morra” por lá. Esse é um exemplo da vivência da sinodalidade, explica a religiosa, que também se insere no contexto amazônico brasileiro que precisa “construir processos locais a partir da realidade”: “A Conferência, com esse objetivo também da sinodalidade, pode potencializar essas experiências que já existem na Amazônia, tanto peruana, quanto brasileira, como nos demais países. Como a gente vem de uma tradição aqui na Amazônia, em que a gente não tem às vezes o padre, a religiosa, mas a gente tem pessoas, líderes, que levam adiante toda a ação evangelizadora da Igreja. Potencializar isso que já existe e, claro, ampliar dentro de um chamado a ser Igreja samaritana, em saída, serva, mas, sobretudo, uma Igreja Madalena, que anuncia o Ressuscitado, que é capaz de, nas situações de morte, ter uma ação profética para que a vida possa existir. Eu vejo assim essa sinodalidade: vamos potencializar essas experiências e articular mais essas ações entre as Igrejas na Amazônia. Claro, a gente não tem uma luz para colocar em baixo da mesa. Uma luz, quando ela começa irradiar, ela começa iluminar várias outras realidades. Quem sabe, a Amazônia não será essa luz para as Igrejas do mundo todo. A periferia fala ao centro, a periferia expressa uma possibilidade de bem viver a partir da proposta dos povos originários e amazônicos.” A inspiração, a esperança, o Papa Francisco A Conferência Eclesial da Amazônia, assim, se apresenta como uma grande novidade para a Igreja por reunir, além de bispos e cardeais, a vida consagrada, os leigos e, sobretudo, os representantes dos povos originários. O organismo para promover a sinodalidade entre as Igrejas da região é também uma resposta ao Papa Francisco, uma referência mundial em defesa da Amazônia: “A gente vê que, em nível mundial, a gente tem o Papa Francisco como um líder no sentido genuíno da palavra, daquele que traz uma voz de esperança, mas sem deixar de fazer a denúncia de todo esse modelo que produz a morte. Quando na festa do Espírito Santo, quando ele se referia à Amazônia que precisava cuidar da vida dos povos da Amazônia e que a vida está acima da economia, é uma grande voz em defesa dos povos que estão aqui. Ele cumpre aquilo que foi pedido para ele lá em Puerto Maldonado, que a Igreja possa fazer ouvir a nossa voz, que a Igreja defenda a nossa vida. E ele levou isso muito a sério pela sua disponibilidade e pela sua trajetória de vida em defesa dos menos favorecidos, em defesa dos pobres.” A pandemia precisa ser resistência Atualmente, a situação de vulnerabilidade dos indígenas e povos originários da Amazônia se agravou diante da pandemia da Covid-19 e do descaso das políticas públicas, acrescenta a religiosa, apesar, inclusive, de praticar o isolamento social dentro dos territórios e de suspender a prática dos rituais por causa das normas sanitárias. Mesmo assim, Ir. Laura motiva a resistir e a superar mais esta provação: “Os povos originários, os povos amazônicos, têm uma sabedoria milenar, ancestral, que pode responder e contribuir nessa grande crise planetária que a gente vive. Porque os povos originários têm uma vivência com a mãe Terra que ultrapassa qualquer projeto econômico. No Sínodo, a Igreja na Amazônia assumiu ser aliada dos povos originários e amazônicos. Essa aliança é de compromisso na defesa da vida, da terra e dos direitos. A Conferência Eclesial da Amazônia vem interligar essas diversas experiências ancestrais, mas também vem ser uma voz profética contra todos esses projetos de morte que pesam sobre a Amazônia, sobretudo neste momento que a gente vive agora. Iniciamos o verão amazônico, as queimadas já ultrapassam a média de outros anos e a gente vive uma pandemia que ataca justamente todo o sistema respiratório. A gente precisa gritar para o mundo todo, a gente precisa da ajuda de todo mundo para que a gente possa realmente defender a Amazônia, defender os povos que aqui vivem.” Por Andressa Collet, Pe. Luis Miguel Modino – via Vatican News Foto: Arquivo

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Já fez o download do Jornal Niterói Católico deste mês?

O Setor de Comunicação da Arquidiocese de Niterói (SECOM-ArqNit) disponibilizou, dia 8 de julho, a publicação do Niterói Católico de julho de 2020, online, em face da pandemia da Covid-19. Esta é a quarta edição em que o Jornal Niterói Católico é publicado online, e está disponível, inclusive para download. A Arquidiocese tem uma forte presença nos meios de comunicação, a começar pelo seu próprio site, oferecendo conteúdos referentes aos acontecimentos arquidiocesanos. Além disso, o jornal impresso, Niterói Católico contribui para a transmissão de notícias da Igreja niteroiense. A versão online, assim como a edição física, proporciona ao leitor a experiência de folhear as páginas, em versão para a internet, com interatividade, ou seja, todas as páginas completas, com anúncios, fotos e matérias. O Niterói Católico tem 55 anos de existência, com publicações ininterruptas. Fundado em 1964, voltado para o público católico, é um dos mais antigos em sua categoria. Sua história está diretamente ligada ao crescimento e desenvolvimento da Diocese de Niterói, hoje Arquidiocese. De suas origens, conservou a faculdade de ser porta-voz legítimo e reconhecido da Igreja de Niterói, testemunha fiel da história, tornando-se formador isento da opinião pública cristã. LEIA A VERSÃO ON LINE: BAIXE O ARQUIVO PDF Por João Dias Arte: Thiago Maia

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Seminário Arquidiocesano São José precisa de sua ajuda

Você sabia que existem várias formas de colaborar com o Seminário São José? Há o  projeto “Deus Proverá” através do qual o Seminário recebe recursos para continuar com a formação dos futuros sacerdotes. Existe também o Movimento Serra, que contribui para a formação desses jovens. Através do Projeto “Deus Proverá”, os fiéis da Arquidiocese de Niterói ajudam o Seminário Arquidiocesano São José, contribuindo de várias maneiras, e uma delas é pelo boleto bancário que, em virtude da pandemia Covid-19, não está sendo possível o envio para os benfeitores. As outras modalidades de ajuda ao Seminário, são através das contas, vinculadas ao CNPJ: 30.147.995/0002-60, Santander, Agência 3399, Conta Corrente 13.000786-9 ou Bradesco, Agência  2807, Conta Corrente 0013960-2”. Além das destas formas, recentemente,  foi agregada uma nova, através do cartão de crédito, para que o benfeitor do Seminário Arquidiocesano tenha mais comodidade e não precise sair de casa, neste momento de isolamento social. Para contribuir através do cartão de crédito, acesse o site: http://bit.ly/cartaodeusprovera e preencha o formulário. O Movimento Serra, que existe há muitos anos, é outra forma de ajuda ao Seminário. Os membros deste movimento, anualmente, fazem uma confraternização, em dezembro, encerrando as atividades do ano, e não foi diferente, em 2019. O Assessor Eclesiástico do Movimento, Reitor do Seminário, Padre Douglas Alves Fontes, lembrou a importância deste movimento: “O movimento sempre teve uma presença muito forte na nossa vida no Seminário, porque eles não só acompanham todo o processo de formação dos seminaristas, mas estão presentes ali, de fato, uma presença física dos membros do movimento. Também ajudam muito nas despesas, na manutenção, dando uma ajuda financeira, e é um movimento que trabalha muito a intercessão pelas vocações sacerdotais e religiosas. São membros que rezam pelos seminaristas, pelos padres, e têm uma atuação muito forte e de muitos anos. O movimento já está na Arquidiocese há muitos anos, tem esta atuação muito forte, e vem sendo renovado.  Novos membros têm entrado no grupo, e vamos conseguindo fazer um trabalho muito bom com eles.” O Seminário São José tem 111 anos, formando sacerdotes e, para ajudar nas despesas, como dissemos, um dos projetos é o “Deus Proverá”. Padre Douglas, Reitor do Seminário, em entrevista à SECOM, no ano passado, disse: “A providência divina nunca nos faltou e temos plena confiança de que nunca nos faltará! Ela vem de diferentes formas, seja com auxílio financeiro da Mitra Arquidiocesana, doação de mantimentos das paróquias ou até mesmo, com a ajuda de movimentos religiosos presentes em nossa Arquidiocese”. E concluiu: “Para auxiliar essas despesas, também temos o nosso Projeto Deus Proverá. Seu funcionamento é bem simples: aquele que deseja ser um benfeitor do nosso Seminário, colaborando, mensalmente, para a formação dos futuros padres, basta efetuar um cadastro. A partir daí, você se torna, oficialmente, um benfeitor e poderá nos ajudar da maneira que preferir: boleto bancário via Correios, boleto bancário via e-mail, depósitos ou carnês”, destacou o sacerdote. Para informações do Seminário: WhatsApp: (21) 98679-3022 ou (21) 2717-1855”. Por João Dias Foto: reprodução Arte: divulgação

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Ordenação diaconal reservada em agosto na Arquidiocese

O Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, ordenará no 29 de agosto, sábado, às 9h30, em cerimônia reservada, os seminaristas: Alex Coutinho de Abreu (“Senhor, eu estou pronto para ir contigo até mesmo à prisão e à morte!” Lc 22,33), João Paulo Machado da Costa (“Fazei tudo o que Ele vos disser.” Jo 2,5), Júlio César Bastos Machado (“Eis que venho fazer com prazer a vossa vontade, Senhor.” Sl 39,9), Ricardo Mariano Monteiro da Silva (“Fiz-me tudo para todos, afim de salvar todos.” 1Cor 9,22) e Tiago Rocha da Cruz (Humilde Cf. Lc 18,13). Dentre as funções do ministério do diácono, que recebe a imposição das mãos, “não para o sacerdócio, mas para o serviço” (LG 29), está a de proclamar e pregar a Palavra de Deus, ministrar o sacramento do batismo, assistir matrimônios, distribuir a sagrada comunhão, levar o viático aos enfermos e idosos e servir ao sacerdote no altar. A Celebração Eucarística, na qual serão ordenados os cincos novos diáconos para a Arquidiocese de Niterói, deverá reunir muitos fiéis, online. Após a homilia, Dom José Francisco, faz a oração consecratória diaconal, sempre lembrando que esta “talvez seja a mais bonita das três que conferem os graus do sacramento da Ordem”. Todos os fiéis da Arquidiocese de Niterói estão convidados a acompanhar, pela Rádio Anunciadora e Redes Sociais da Arquidiocese, a Ordenação Diaconal no dia 29 de agosto, a partir das 9h20. As transmissões estarão disponíveis em arqnit.org.br, radioanunciadora.org.br, fb.com/arqnit, fb.com/radioanunciadora ou youtube.com/arqnit. A redação do jornal Niterói Católico, conversou com os seminaristas que serão ordenados. Reveja aqui essa reportagem especial. O Diaconato O diácono é ícone de Jesus Cristo servidor: o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida como resgate por muitos (Mt 20,28). Jesus nos ensinou que quem quiser ser o maior deve ser o servo de todos (cf. Mc 10,42-45) e esteve entre nós como aquele que serve: “Eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve!” (Lc 22,27). As mais recentes Diretrizes para o Diaconato Permanente da Igreja no Brasil, Documento 96 da CNBB (2012), assim se expressam: “No contexto da ministerialidade da Igreja e, mais especificamente, no âmbito do ministério ordenado, o diácono define-se como sacramento de Cristo Servo e como expressão da Igreja servidora” (CNBB, Doc. 96, n.28). O tema do serviço está bastante presente no Novo Testamento: o verbo diakonêin aparece 36 vezes, o substantivo diakonía 30 vezes e, com significados diferenciados, a expressão diákonos ocorre 34 vezes. O diaconato é ministério presente desde o início da Igreja, e o Magistério da Igreja vê a sua origem na escolha dos sete homens dos Atos dos Apóstolos 6, 1-11. Os Doze convocaram então a multidão dos discípulos e disseram: “Não é conveniente que abandonemos a Palavra de Deus para servir às mesas. Procurai, antes, entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, repletos do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos desta tarefa. Quanto a nós, permaneceremos assíduos à oração e ao ministério da Palavra”. (…) “Apresentaram-nos aos apóstolos e, tendo orado, impuseram-lhes as mãos” (At 6,2-4.6). Há referências explícitas aos diáconos, nas cartas de Paulo: Fl 1,1; 1 Tm 3,8-13. O diaconato estabeleceu-se na Igreja, como ministério estável, entre os séculos II e V, o que é amplamente documentado: Didaqué, Santo Inácio de Antioquia, Hermas, Didascalia Apostolorum, São Clemente de Roma, Hipólito de Roma, O Testamento do Senhor. No primeiro momento, o ministério diaconal cuidou, particularmente, da caridade, depois vieram os serviços do culto e da pastoral. Por vários motivos, o diaconato permanente entrou em decadência no Ocidente e tornou-se apenas etapa transitória, em vista da ordenação presbiteral. O Concílio de Trento quis restaurar o diaconato permanente no Ocidente e o Concílio Ecumênico Vaticano II, efetivamente, restabeleceu o diaconato permanente (cf. Lumen Gentium 29), apresentando condições teológico-pastorais favoráveis ao seu exercício: eclesiologia de comunhão e participação, teologia da diversidade de carismas e ministérios, o poder compreendido como serviço e a necessidade pastoral (cf. CNBB, Doc. 96, n. 4). Por João Dias Arte: divulgação

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Sejamos “construtores de um mundo novo”, diz Dom José

Na Santa Celebração do 15º Domingo Comum, como vem acontecendo todos os domingos, o Arcebispo Metropolitano de Niterói, Dom José Francisco, rezou pelas intenções que todos trazem no coração. Antes da Santa Missa, o diácono Nélio do Amparo, na transmissão pela Rádio e Rede Sociais apresentou as seguintes intenções: “Nas intenções do Papa Francisco; para que sejamos semeadores do amor e da justiça que Jesus nos ensinou; por todos os falecidos pelo coronavírus e pelas famílias enlutadas; pelos infectados pelo coronavírus; pelos profissionais da saúde, pesquisadores e trabalhadores nos serviços essenciais; pelos pobres e por aqueles que buscam aliviar seu sofrimento; pelas autoridades, para que governem com justiça; pela saúde de Alexandre, Guilherme, Hugo, João e pela comunidade Nossa Senhora da Rosa Mística. O metropolita celebrou a primeira Missa, com transmissão online, e presença de público reduzido, na Capela Nossa Senhora da Rosa Mística, no Município de São Gonçalo. No início da homilia, disse o Arcebispo de Niterói: “…vivendo esse tempo de pandemia, de distanciamento social, iniciamos neste mês a reabertura gradual das nossas igrejas, e hoje, com essa participação limitada, mas querendo, desta forma, por questão de segurança, de defesa da vida, queremos também respeitar as orientações, procurando, deste modo, louvar e bendizer ao Senhor”. Em um outro trecho da homilia, Dom José Francisco convida os fiéis a refletirem sobre cuidar do bem comum: “…os sofrimentos do tempo presente nem merecem ser comparados à glória futura, que vai ser revelada, e diante de toda essa crise, que podemos dizer, global, com essa pandemia, quando fomos forçados a parar, a ficar dentro de casa, a reaprender a conviver em família, a ficar isolados, por uma questão de segurança e de defesa da vida, muitos chegam até a afirmar que essa pandemia é um castigo de Deus para a humanidade. Não podemos dizer isso, acima de tudo não é um castigo de Deus, é fruto das nossas ações irresponsáveis, porque muitas vezes não respeitamos a natureza, achamos que podemos fazer tudo, e acabamos até destruindo a natureza. Por isso, a palavra de Deus, mais uma vez, nos apela à liberdade, para que nós possamos, verdadeiramente, ser construtores de um mundo novo e também preservar o nosso planeta, para as gerações futuras, aqueles que virão depois de nós.”. “… São Paulo também fala, “a criação, espera, ansiosamente, o momento da revelação dos filhos de Deus e, como que em dores de parto, aguarda essa adoção filial, a libertação do nosso corpo. Que nós então peçamos ao senhor que sejamos um bom terreno, responsáveis, no cuidado dessa casa comum do nosso planeta. Que não sejamos destruidores, mas saibamos preservar, em vista das gerações futuras, e desta forma, estejamos produzindo os frutos que Deus espera de nós, para podermos, verdadeiramente, produzir os frutos e assim, viver e construir um mundo novo. Peçamos a Nossa Senhora da Rosa Mística, Padroeira desta comunidade, cuja festa será celebrada amanhã, que ela também, junto a Jesus, interceda por todos nós, para que possamos aprender dela, a fazer a vontade de Deus e a produzir todos os frutos que Deus espera, do nosso coração, amém” , enfatizou o Arcebispo, na conclusão da homilia, sugerindo que todos nós reflitamos sobre o que estamos fazendo para um mundo melhor. Ao final da Santa Missa, o Arcebispo abençoou os presentes e os que acompanhavam de casa, pelas Redes Sociais e pela Rádio Anunciadora. A cada domingo, Dom José Francisco irá celebrar de uma comunidade da Arquidiocese de Niterói. Fique atento ao site e redes sociais, para saber onde será a próxima Missa Dominical, com o Arcebispo. Reveja a celebração do 15º Domingo Comum, em Full HD aqui: Por João Dias Fotos: Adigar José

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Os Seminaristas e a ordenação diaconal, em tempos de Covid-19

Recentemente, um estudo da CNBB apontou, em e-mail encaminhado às assessorias de imprensa das Arquidioceses e dioceses do Brasil, que “o primeiro semestre deste ano de 2020 nos ofereceu um novo desafio: a Pandemia da COVID-19. Podemos dizer que a pandemia está nos fazendo pensar e repensar muitas realidades e, dentre elas, a formação dos futuros padres da Igreja Católica”. No e-mail, a assessoria de imprensa do Regional Leste 1, da CNBB, indica o artigo da psicóloga Dra. Luciana Campos e do Padre Douglas Alves Fontes, Reitor do Seminário São José da Arquidiocese de Niterói. O artigo, em suas 10 páginas, apresenta respostas a 4 questões referentes à formação dos futuros sacerdotes. “Neste artigo, recolhemos as respostas que recebemos na pesquisa e nos propomos a refletir sobre a missão formativa em tempos de pandemia. Veremos os desafios da continuidade da formação sacerdotal, em tempos desafiadores para todos. O artigo se apresenta como uma síntese do que refletimos e uma antessala do que queremos refletir”, explica a Dra. Luciana. E como estão os que iriam ser ordenados? Como tem sido esse período de isolamento e sua formação? Algumas dessas indagações serão respondidas pelos seminaristas Alex Abreu, Ricardo Mariano, João Paulo Machado, Thiago Cruz e Júlio Bastos. Seminarista João Paulo Machado Acredito que o lema de uma ordenação seja mais do que um slogan, mas seja de fato uma palavra de Deus, para poder nortear nossa vida e o nosso futuro Ministério. Neste sentido, o lema que Deus colocou em meu coração para a ordenação diaconal é João, 2,5, quando diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. Neste tempo de pandemia, posso dizer que estou sendo obediente à voz do Mestre, o qual tem nos orientado e pedido para aguardar o tempo em que este dia vai acontecer. Claro que estava aguardando o dia 18 de abril, quando recebemos a notícia de Dom José, de que seria preciso nremarcar, cancelar. Nós entendemos, como vontade de Deus, e posso dizer que nesse período de pandemia, três realidades foram vividas: a primeira, a do temor, você não saber quando se daria, pois a expectativa já estava em nosso coração, de viver a celebração; o segundo foi também a vivência familiar, e eu pude ver uma vocação que alcança também os seus. Então, estar um tempo em casa, com a minha família, e rezar com eles, foi bonito ver sinais desta vocação já alcançando também a minha casa. E logo, agora aguardando então a ordenação, tudo será diferente, pois a experiência vivida durante essa pandemia, com certeza, fará da ordenação, um ato muito mais profundo, pois também foi um tempo em que eu pude trabalhar algumas realidades, pude enxergar outras, e pude olhar pra mim com mais verdade, vendo, de fato, que quem conduz toda nossa vida é Deus. Existe uma frase de Santa Teresa de Ávila, que também resume muito: “É justo que muito custe o que muito vale.” E neste sentido, eu entendo, a espera, a demora,o tempo, porque eu tenho certeza de que diante de Deus e dos homens, uma consagração total a Deus é algo que vale muito, e é por isso que custa, é por isso que tem nos custado. Então, eis-me à disposição do Senhor, para quando Ele quiser que a ordenação diaconal aconteça, eis-me aqui à disposição, na certeza de que Deus irá me surpreender. Pois não sabemos nem o dia e nem a hora, mas sabemos que acontecerá. Então, basta estar preparado, a cada dia, para quando essa data chegar, para quando essa notícia vier, possa eu continuar com meu coração desejoso de ser consagrado ao Senhor. E como também disse um padre amigo, é tempo de deixar a brasa do coração mais forte, para que quando o grão de incenso cair nesta brasa, possa exalar um perfume que seja agradável ao Senhor. Seminarista Ricardo Mariano Com o início da atual pandemia, eu comecei a cogitar da possibilidade da ordenação diaconal ser acometida. E quando D. José Francisco, nosso Arcebispo, avisou-me do adiamento da ordenação, eu partilhava com ele, e meu coração estava em paz, como continua até hoje, e renovava a minha disposição ao serviço da Igreja, em espírito de obediência. Nós, seminaristas, que seremos ordenados diáconos, estamos em uma situação de “já e ainda não”, contudo experimento em minha vida as palavras de S. Paulo: “Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração”(Rm 12, 12). Seminarista Júlio César O inesperado acontecimento da pandemia, causada pelo novo coronavírus, quebrou todos os nossos esquemas, inclusive toda nossa organização e expectativa para a ordenação diaconal, no dia 17 de abril. Este tempo de espera tem sido, justamente, um tempo de experimentar a paciência e a vontade de Deus! Uma espera no Senhor, como bem expressou o salmista: “Esperando, esperei no Senhor”… na certeza de que Ele é fiel e a vontade d’Ele há de se manifestar através da confirmação da Igreja! Por isso, meu coração anseia e aguarda com muita expectativa esse novo e bendito dia em que Nosso Senhor, por meio da Santa Igreja, confirmará minha vocação com a ordenação diaconal, afinal, esse foi o lema que escolhi para meu futuro ministério, e em vista do qual tenho vivido este tempo: “Eis que venho fazer com prazer a vossa vontade, Senhor”(Sl 39, 9). Seminarista Tiago Cruz Iniciamos este ano com os preparativos para a ordenação e, logo no início, ouvíamos os noticiários sobre a epidemia, no exterior. Quem imaginaria as proporções que tal situação alcançaria? Asssim que surgiram casos de contágio no Brasil, já suspeitava da possibilidade de que a ordenação fosse afetada. E, de fato, quando o bom senso acolheu a gravidade da situação da pandemia, foi normal a preocupação quanto às medidas que evitassem o contágio, e o bem estar de todos passou a ser a preocupação principal. Como uma ordenação concentra um grande número de pessoas, a situação de pandemia dificultava a realização da mesma, do modo como sempre se realizou, com a participação de nossa gente, que nos acompanhou […]

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