Atualidades

Quarta-feira de Cinzas na Arquidiocese de Niterói

No próximo dia 17 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, tem início o tempo quaresmal e também a Campanha da Fraternidade, lançada anualmente pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). A Campanha da Fraternidade de 2021 será a 5º Campanha a ser trabalhada na Dimensão Ecumênica, e terá como tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2.14).” “Na Quaresma, através da penitência e da observação de nós mesmos, nos preparemos para seguir mais de perto, Jesus nosso mestre. Este é o tempo privilegiado para descobrir a face do Cristo, Servo Sofredor, e com Ele reavivar o nosso coração e tudo o que foi prometido em nosso nome na pia batismal”, disse Dom José Francisco, em uma de suas homilias de abertura da Quaresma. A Missa de Cinzas, presidida pelo Arcebispo, será ao meio-dia, na Catedral São João Batista, situada na Praça Dom Pedro II, s/nº, Centro, Niterói. Seguindo as orientações sanitárias e o decreto em vigor, a capacidade da igreja será por ordem de chegada até atingir o limite. As paróquias farão nos horários costumeiros; algumas estão agendando e outras acolhendo, por ordem de chegada, até o número permitido para aquela igreja. Nesta Celebração, a Arquidiocese irá seguir as orientações que vieram da Santa Sé para o Rito. Exatamente o publicado no link:  https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2021-01/congregacao-culto-divino-modificado-rito-cinzas-tempo-pandemia.html. As paróquias, com o número limitado de pessoas, estarão transmitindo as celebrações em suas Redes Sociais, como vem sendo feito durante toda a pandemia. Na Arquidiocese de Niterói, o lançamento oficial da CFE 2021 ocorrerá também, no próximo dia 17 de fevereiro, na Quarta-feira de Cinzas.  O objetivo geral da CFE 2021, “…é através do diálogo amoroso e do testemunho da unidade na diversidade, inspirados e inspiradas no amor de Cristo, convidar comunidades de fé e pessoas de boa vontade para pensar, avaliar e identificar caminhos para a superação das polarizações e das violências que marcam o mundo atual”, descreve a organização no site oficial. No sábado, dia 20 de fevereiro, Dom José Francisco, participa da audiência pública da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021 (CFE 2021), na Câmara de Vereadores de Niterói. Os fiéis da Arquidiocese poderão acompanhar, ao vivo, através das Redes Sociais Arquidiocesanas, no dia 20 de fevereiro, sábado, às 10h.  Por João Dias Arte: CNBB

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Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade

Em mensagem para a Quaresma 2021, divulgada hoje, dia 12 de fevereiro, pela Santa Sé, o Santo Padre, Papa Francisco nos fala que precisamos cuidar de quem sofre por causa da Covid-19. No documento de quatro páginas, lembra que não só os acometidos pelo vírus, mas também os que perderam as condições financeiras e estão sofrendo pela pobreza. Eis a íntegra da Mensagem: BAIXE AQUI! Por João Dias Arte: Thiago Maia Mensagem: Santa Sé – autorizada a divulgação

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Prêmios de Comunicação: Inscrições abrem em 22 de fevereiro

Em carta, a CNBB afirma que, por meio dos prêmios, reconhece trabalhos que promovem os valores cristãos em diferentes áreas da comunicação no país. A premiação terá inscrições abertas entre os dias 22 de fevereiro e 23 de maio de 2021 para trabalhos realizados entre 1 de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2020

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Projeto com recursos da CF 2019 dá dignidade a moradores de rua

Em Teresina (PI), um grupo de 30 pessoas em situação de rua, sendo 24 homens e 4 mulheres, têm agora uma fonte de renda e de esperança que responde pelo nome de "Andarilho". Eles foram capacitados em oficinas  teóricas e práticas, realizadas de 7 de outubro de 2019 a 24 de janeiro de 2020, sobre produção de chinelos e estamparia. O projeto recebeu apoio do FNS

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CNBB e Conic abrem oficialmente a CFE 2021

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) abrem, na Quarta-feira de Cinzas, 17 de fevereiro, a quinta edição da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE). A abertura ocorrerá de forma simbólica e virtual com a divulgação de um vídeo com pronunciamentos de representantes das Igrejas que compõem …

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Mensagem para a Quaresma do Papa Francisco

O Papa na mensagem para a Quaresma: cuidar de quem sofre por causa da Covid-19   Foi divulgada, nesta sexta-feira (12/02), a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano sobre o tema “Vamos subir a Jerusalém. Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade”. O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de …

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DOM JOSÉ FRANCISCO – Você pode conseguir

A atual pandemia de COVID-19 está sendo estressante para muitos e as sensações de medo e ansiedade podem ser ainda piores para aqueles que precisam estar em isolamento. Algumas recomendações básicas, que já conhecemos, poderiam ajudar neste momento. Nunca é demais recordar. As dicas abaixo estão focadas no bem-estar psicológico das pessoas e associadas às recomendações médicas em relação à contenção da pandemia. Primeiro de tudo: prepare-se. Isto não significa estocar alimentos ou produtos de limpeza. Não há previsão de falta de produtos, se todos comprarem somente o necessário. As outras pessoas também precisarão dos mesmos produtos que nós. Não sabemos quanto tempo a quarentena irá necessitar para estabilizar a pandemia em números aceitáveis. Por isso, é bom nós pensarmos no que, realmente, vamos precisar neste período. Quais os alimentos, quais os medicamentos essenciais? Se alguém usar medicamentos com prescrições, obtenha o medicamento relevante antes de autoisolar-se. E não seria bom fazer um plano com seus vizinhos e amigos, como, quem pode levar comida, quem pode ir ao mercado, quem está disponível para qualquer emergência? Toda situação de exceção mostra sempre o melhor e o pior de nós. Em qual dessas situações queremos nos incluir e por qual delas queremos ser lembrados? Não existe um tempo oficial estabelecido para a duração do período de isolamento: estes prazos estarão sempre submetidos à atualização. Por isso, é preciso viver o dia a dia, como a oração do Pai-Nosso nos inspira. Por fim, ficar em um único local, por períodos prolongados, pode ser estressante. Experiências de astronautas, pesquisadores na Antártica e outros em situações extremas, já mostraram como ficar sozinho é bem difícil. Mas você pode conseguir. Volto ao tema na semana que vem, apontando algumas dicas.

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PE. DOUGLAS – Ai de mim, se eu não pregar o evangelho (1Cor 9,16-19.22-23)

Ao escutarmos esta declaração de S. Paulo, dirigida aos Coríntios e a todos nós, talvez possamos perguntar se estas palavras também não caberiam a nós. Será que hoje, nós também não poderíamos, na verdade, não deveríamos dizer, ‘ai de mim, se eu não pregar o evangelho?’ Pregar o  evangelho não é, como dizia Paulo, simplesmente, uma atribuição de alguns. Pregar o evangelho, para Paulo e para todos nós, é uma necessidade. Necessitamos desta pregação, necessitamos levar aos outros uma palavra que não é nossa, que recebemos do Senhor. Mas ao mesmo tempo em que tomamos consciência desta missão, também nos questionamos: mas como pregar este evangelho, como levar aos outros este evangelho? Pra nós, não pode existir outro modelo central, senão o próprio Jesus Cristo, nosso Mestre e Senhor. O evangelho de São Marcos (Mc 1,29-39) narra pra nós, claramente, o que significava na vida de Jesus e na nossa, pregar o evangelho, anunciar o evangelho aos outros. E se prestarmos bem atenção, perceberemos, claramente, 3 atitudes de Jesus, hoje, no evangelho, que podem estar presentes em  nossa vida. Podem e devem marcar a nossa vida, como discípulos de Cristo, como anunciadores, pregadores deste evangelho. Em ocasião anterior, Jesus estava na sinagoga e expulsou de um homem, um espírito mau, neste evangelho, Jesus não permanece na sinagoga, Jesus parte da sinagoga e vai pra casa de Simão e André. Talvez esta atitude, pra nós, seja quase algo banal, corriqueiro, mas é algo que deve chamar nossa atenção, pra nos lembrarmos que da mesma forma que Jesus, também nós não podemos resumir a nossa vida ao templo, à sinagoga, à Igreja. A nossa vida é feita de Igreja e é feita de casa, é feita de templo e é feita também de vida ordinária, no meio do mundo. Nem eu nem você somos chamados, para uma vida, exclusivamente, pra dentro do templo. Como Jesus, nosso Mestre e Senhor, nós também estamos no templo, mas também partimos dele, exatamente, para que nós levemos pra fora dele, a palavra que escutamos. E assim, o evangelho narra pra nós, 3 atitudes de Jesus, que devem estar presentes em nossa vida. Ao partir, Jesus vai ao encontro de uma família, vai a uma casa, uma visita, talvez como a nossa, talvez, visita esta, que todos nós fazemos. Mas a visita de Jesus levou vida àquela família, transformou aquela família. Ao encontrar a sogra de Pedro enferma, Jesus se compadece… E o evangelho narra, detalhadamente: “Jesus estende a mão, segura a mão da sogra de Pedro e a levanta”. Concede a ela a vida de que ela precisava, uma visita cheia de vida, cheia de graça, cheia do evangelho. Por isso, hoje, poderíamos nos perguntar, nossas visitas são assim? Quando visitamos os outros, levamos vida para os outros? Levamos o evangelho para os outros? Levamos a graça de Deus para os outros? Ou será que somos aquela visita inconveniente, que quem nos recebe desejaria mais que fôssemos embora, do que ficássemos na casa. Como é a nossa visita? Como é a nossa presença na vida dos outros, na casa dos outros? Levamos morte? levamos pessimismo? levamos notícias ruins? Ou como Jesus, levamos vida, e da mesma forma que o Senhor, nós somos hoje, chamados a passar, estendendo a nossa mão, e erguendo tantas pessoas, com o nosso auxílio, com o nosso cuidado, com a nossa compaixão, com a palavra que gera vida, que nos levanta, que nos reergue. Assim, nós também, hoje, como Jesus, precisamos passar na vida de tantas pessoas caídas à beira do caminho, estender a nossa mão e levantá-las. O evangelho descreve que este levantar a sogra de Pedro é o mesmo verbo usado pra falar da ressurreição de Jesus, pra mostrar que é Ele que dá a vida nova aos outros, vida esta, da qual todos nós somos portadores. Ao mesmo tempo, o evangelho continua dizendo que as pessoas levavam os seus doentes, levavam todos os necessitados pra Jesus, pra nos lembrar que nós, também, como missionários, como evangelizadores, não queremos formar a nossa patota, o nosso grupo, o nosso gueto, nós queremos levar todos pra Jesus. Ele é o Mestre, Ele é o Centro, Ele é o Senhor. A Ele também nós levamos as pessoas e queremos que todos se encontrem com Ele, todos sejam, mais uma vez, levantados, revividos pelo Senhor, que hoje também nos reergue. A segunda coisa que o evangelho de Marcos nos mostra e que está presente na vida de Jesus e deve estar presente na nossa, é Jesus que conservava o hábito de se recolher. O evangelho narra que Jesus procura, no início do dia, ainda de madrugada, procura um lugar solitário. Meus irmãos, se existe algo que hoje, temos dificuldade de viver é a nossa solidão. Nós sentimos tanta dificuldade de estarmos sozinhos conosco, que entramos no carro, sozinhos, ligamos o rádio. Porque temos que ter alguma música, alguma voz… entramos em casa e ligamos a TV, porque temos que ouvir alguma coisa, ver alguma coisa. O curioso é que não conseguimos nem mesmo nos visitar, estar sozinhos conosco… Talvez a nossa presença seja tão difícil, que nem nós aguentamos ficar sozinhos conosco. Tem que ter alguém pra interagir, pra distrair um pouquinho a nossa cabeça. Na verdade, a atitude de Jesus nos motiva, a também nós, conservarmos essa atitude, ter o nosso lugar de solidão, o nosso lugar de silêncio, dentro da nossa casa, na igreja… Aprender a nos recolher, aprender a silenciar. Estamos aqui pra isso, e às vezes, nem na igreja conseguimos calar a nossa boca! A gente fala o tempo inteiro. Parece que o silêncio não pode mais fazer parte da nossa vida. Dentro de casa, parece que temos que reaprender a silenciar. Ou a mulher não para de falar, ou é o homem, que não para de falar, ou são os filhos ou são todos, que dentro de casa falam o tempo inteiro. A dificuldade, meus irmãos, é de calarmos, de silenciarmos, pensarmos em nossa vida, em nossa caminhada… A […]

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Santa Eulália – Mártir e virgem espanhola

Santa Eulália, teve a coragem de testemunhar o amor a Deus até as últimas consequências Virgem e mártir, viveu no século III em Barcelona. Educada e muito bem formada pela sua família cristã, desde pequena ela buscou o relacionamento com Deus e a fuga do pecado. Era uma pessoa muito sociável, gostava de brincar com […]

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SEXTA-FEIRA DA 5ª SEMANA DO TEMPO COMUM

(verde – ofício do dia) Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s). A criatura humana “cai na conversa” da serpente, símbolo da autossuficiência, e desobedece ao Criador. Celebremos, contando com a misericórdia do Senhor.   Primeira Leitura: Gênesis 3,1-8 Leitura do livro do Gênesis […]

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